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Esta obra resulta de um esforço coletivo de 
amigos espirituais que anseiam por nos instruir 
quanto à realidade do mundo espiritual, capaci-
tando-nos para uma vida plena e consciente. De 
maneira geral, o foco da obra são as obsessões 
complexas, mas o leitor perceberá que os amigos 
espirituais abordam temas correlatos que enrique-
cem o nosso entendimento sobre a fenomenolo-
gia espiritual. 
OBSESSÕES 
COMPLEXAS E 
TERAPÊUTICA 
ESPÍRITA
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Esta pequena obra inaugura 
um conjunto de relatos siste-
matizados que pretendemos 
passar para os nossos irmãos. 
apesar de uma alusão clara 
às obsessões complexas, os 
nossos irmãos perceberão que 
as instruções que aqui encer-
ramos transcendem este capí-
tulo da problemática espiritu-
al. Como se trata de uma obra 
coletiva, o estilo que transpa-
rece é a combinação dos es-
tilos literários e da trajetória 
espiritual dos encarnados e 
desencarnados envolvidos em 
sua produção.
o Projeto Consciência com-
preende um grupo de espíritas 
que atualmente colabora nas 
atividades do Grupo Espíri-
ta luz e amor na cidade do 
recife, pernambuco, formado 
por Carmen Macedo, Clei-
diane olímpio, Max Queiroz, 
rosângela sales e Ulysses al-
buquerque. o grupo se encar-
regou de receber as instruções 
dos espíritos que ditaram este 
livro. Mas o trabalho também 
compreendeu o estudo, de-
bate e questionamento aos 
espíritos sobre cada um dos 
assuntos que foram ditados. 
dEgUSTA
çãO
CortEsia 
Do EDitor
OBSESSÕES 
COMPLEXAS E 
TERAPÊUTICA 
ESPÍRITA
1ª EDIÇÃO - 2014
BAURU/SP
OBSESSÕES 
COMPLEXAS E 
TERAPÊUTICA 
ESPÍRITA
COORDENADO PELO ESPÍRITO
J O S E P H G L E B E R
Rua Machado de Assis, 10-35
Vl. América | CEP 17014-038 | Bauru, SP
Fone/fax (14) 3313-7968 | www.canal6.com.br
Copyright© Projeto Consciência, 2014
A renda oriunda da venda deste livro será revertida para obras 
assistenciais e de divulgação da doutrina espírita apoiadas pelo 
Projeto Consciência.
Obsessões complexas e terapêutica espírita / Projeto 
Consciência (org). — Bauru, SP: Canal 6, 2014.
128 p. ; 23 cm.
ISBN 978-85-7917-295-3
 
1. Espiritismo. 2. Psicografia. I. Joseph Gleber. I. Consciência, 
Projeto. II. Título.
 
CDD: 133.9
O146
Revisão e notas: 
Projeto Consciência
Revisão Textual: 
Marina Ávila Birriel - Grupo Revisar
{ 5 }
SUMÁRIO
7 PROJETO CONSCIÊNCIA
15 QUEM É O ESPÍRITO 
JOSEPH GLEBER?
21 PRÓLOGO
25 OBSESSÕES COMPLEXAS
POR JOSEPH GLEBER
27 OBSESSÕES COMPLEXAS
31 OS MAGOS NEGROS
37 OS IMPLANTES ESPIRITUAIS
47 MEMÓRIAS EXTRACEREBRAIS E RESSONÂNCIA 
VIBRATÓRIA COM O PASSADO
53 CUIDANDO DA SAÚDE MENTAL
61 O PAPEL DA CASA ESPÍRITA
67 TRATAMENTO DAS OBSESSÕES 
COMPLEXAS
POR ANTÔNIO DE ARUANDA
69 TRATAMENTO DAS OBSESSÕES COMPLEXAS
73 CORRENTES DE VICIAÇÃO E PADRÕES DE 
PENSAMENTO
81 A REVISITAÇÃO DE NOSSAS CRENÇAS E VALORES
91 O PERÍSPIRITO NAS INTERVENÇÕES 
ESPIRITUAIS
POR JOSÉ DE ARIMATÉIA
93 GENERALIDADES SOBRE O PERÍSPIRITO
105 DISMORFIAS ESPIRITUAIS
111 INTERVENÇÕES NO PERISPÍRITO
117 CIRURGIAS ESPIRITUAIS PARA RETIRADA DE 
IMPLANTES
123 EPÍLOGO
POR JOSEPH GLEBER
125 EPÍLOGO
128 SOBRE O PROJETO CONSCIÊNCIA
{ 7 }
PROJETO CONSCIÊNCIA
O QUE É O PROJETO CONSCIÊNCIA?
Foi no início de 2013, em meio a uma 
das reuniões mensais de nossa casa espírita, 
em que recebemos os conselhos de nossos 
parceiros espirituais, que um dos médiuns 
percebeu a presença de uma entidade que 
lhe impunha uma energia e uma força 
muito diferente da que usualmente sentia 
em tais ocasiões. Esse espírito se manifes-
tou com energia e ao mesmo tempo suavi-
dade, com um português carregado de um 
sotaque que as pessoas julgaram, à época, 
francês ou alemão. Era consideravelmente 
difícil entender o nobre visitante. Por fim, 
ele se despediu autodeclarando-se Joseph 
Gleber.
{ 8 }
Ao término das atividades do dia, co-
meçamos a discutir sobre tal comunicação, 
quando alguém lembrou que se tratava 
possivelmente de um espírito que atua há 
muitos anos no movimento espírita e que 
possuía algumas obras psicografadas pelo 
médium Robson Pinheiro. O médium, na 
ocasião, não parecia recordar o nome, em-
bora o sentisse como conhecido. Depois 
de um período inicial de investigações so-
bre a identidade daquele espírito, aceita-
mos que se tratava, de fato, de quem ele se 
declarou ser.
Aos poucos, Joseph Gleber foi se en-
volvendo nos trabalhos de nossa Institui-
ção, sempre deixando claro, com sua ho-
nestidade peculiar, que o seu propósito 
era melhorar a sintonia e afinidade com o 
grupo para iniciar uma série de estudos. 
Praticamente lutamos juntos por um ano 
{ 9 }
para chegarmos a essa tão almejada afini-
dade e sintonia, quando ele anunciou que 
teríamos algumas coisas a fazer, entre elas, 
escrever, segundo ele, para repetir coisas 
que já foram ditas, mas então esquecidas, 
ou dizer coisas novas, ou corrigir umas 
tantas outras. 
Além dos trabalhos da Instituição, nós 
temos um grupo de estudos voltado para 
aprofundar matérias diversas. Nesses estu-
dos, nosso grupo passou a registrar a pre-
sença de Joseph Gleber, que, aos poucos, 
solicitou a permissão para aproveitar esses 
momentos para transmitir as suas ideias. 
Talvez isso tenha acontecido pelo fato de o 
Joseph ter tido uma certa dificuldade para 
transmitir as suas ideias por meio do pro-
cesso usual da psicografia. Portanto, os tex-
tos que formam este livro foram primaria-
mente transmitidos por meio da psicofonia 
{ 10 }
e/ou audiência, gravados e transcritos com 
apoio do grupo. Nós estudamos cada comu-
nicação, fizemos vários questionamentos 
aos amigos espirituais sobre o conteúdo re-
cebido para, no final, Joseph revisar todo o 
material que deveria ser publicado. Quan-
do esta obra ficou pronta, e considerando a 
peculiaridade de sua forma de recebimen-
to e produção - a várias mãos –, surgiu o 
Projeto Consciência, que é esse conjunto 
de espíritas que juntos colaboraram para a 
materialização desta obra.
Dito tudo isso, ainda é preciso esclare-
cer que Joseph é o coordenador espiritual 
deste livro, mas não é o autor de todas as 
ideias aqui apresentadas. Ao longo do nosso 
convívio, Joseph foi introduzindo ao nosso 
grupo outros companheiros de sua esfera 
de atuação. Entre esses colegas estão o ir-
mão Antônio de Aruanda e o José de Ari-
{ 11 }
matéia. O Antônio de Aruanda é descrito 
por Joseph como um espírito com amplos 
conhecimentos de magnetismo, psicolo-
gia e hipnose. Esse espírito se apresenta 
ao nosso grupo personificando os chama-
dos pretos velhos. Antônio de Aruanda se 
expressa com uma clareza de linguagem e 
uma profundidade intelectual que chega a 
ser surpreendente. A sua voz porta tama-
nho magnetismo e força que é difícil re-
sistir aos comandos de paz e serenidade 
que ele nos oferece. Já José de Arimatéia é 
um nobre senhor que se apresenta enver-
gando uma idade aproximada de 80 anos e 
é profundo conhecedor dos processos de 
reorganização e equilíbrio do perispírito. 
Em certa oportunidade, Joseph nos con-
fidenciou que o Arimatéia foi aprendiz do 
instrutor Áulus, espírito amigo que apare-
{ 12}
ce retratado nas obras do espírito André 
Luiz1.
Esta obra configura-se, então, como um 
esforço coletivo de amigos espirituais que 
anseiam por nos instruir quanto à realida-
de do mundo espiritual, capacitando-nos 
para uma vida plena e consciente. De ma-
neira geral, o foco da obra são as obsessões 
complexas, mas o leitor perceberá que os 
amigos espirituais abordam temas correla-
tos que enriquecem o nosso entendimento 
sobre a fenomenologia espiritual. Inicial-
mente, nós pensamos que este livrinho se-
ria basicamente útil para os espíritas que 
militam nos serviços mediúnicos, mas, ao 
longo do tempo, fomos percebendo que o 
1 Nota do Projeto Consciência: Nós presumimos que uma 
forma de conhecer a formação do José de Arimatéia seria 
recorrer às informações sobre o instrutor Áulus na aludi-
da obra. Por isso, recomendamos ao leitor a leitura do livro 
“Nos Domínios da Mediunidade”, do Espírito André Luiz, 
psicografada por F. C. Xavier.
{ 13 }
frequentador da Casa Espírita tem aqui a 
oportunidade de conhecer um pouco mais 
sobre as ideias dos espíritos amigos sobre 
o papel que desempenhamos na manuten-
ção de nossa saúde. Esperamos que o leitor 
possa desfrutar de texto como nós desfru-
tamos do processo de recebê-lo.
Projeto Consciência
Recife, setembro de 2014.
{ 15 }
QUEM É O ESPÍRITO 
JOSEPH GLEBER?
Basta colocarmos o nome Joseph Gle-
ber em qualquer buscador da internet que 
logo várias páginas surgem relatando a sua 
última andança na terra. Aparentemente, 
há pouca investigação disso, motivo pelo 
qual há quem diga que existem muitas in-
consistências históricas nesse relato. Para 
sermos sinceros, como o Joseph sempre o 
é, isso não importa. Em sua mais recente 
obra, “A Alma da Medicina”, o médium Ro-
bson Pinheiro fala um pouco de seus sen-
timentos e de sua leitura da personalidade 
do Joseph. Embora concordemos com tudo 
que ali é dito, talvez não o chamaríamos de 
“pai” como Robson o faz. Pelo menos para 
{ 16 }
nós, Joseph coloca-se como um amigo preo-
cupado que anseia pela nossa libertação; a 
libertação dos enganos, dos equívocos, da 
falta de clareza sobre a nossa própria na-
tureza e de nossos sentimentos. Apesar, 
conforme os relatos o descrevem, de, em 
sua última andança terrena, ter sido mé-
dico e cientista, ele coloca-nos que é mais 
um “cientista da alma” do que um médico. 
Aparentemente, ele não se deixa chamar de 
médico ou de outro termo que faça alusão 
aos títulos terrenos que, como ele repete 
constantemente, ficam na sepultura.
Um exemplo pode esclarecer a peda-
gogia que esse espírito emprega em seu 
contato com os encarnados. Em certa 
oportunidade, uma pessoa chegou até Jo-
seph queixando-se de vários problemas de 
saúde que iam desde fortes dores por todo 
o corpo até alterações dramáticas nos exa-
{ 17 }
mes de bioquímica do sangue. Joseph não 
se demorou mais do que um segundo ou-
vindo o relato para logo disparar que mui-
to de todo o processo não estava enraizado 
somente em causas físicas, mas também 
em um forte sentimento de culpa decor-
rente de um deslize de conduta cometido 
pela pessoa que a fazia se sentir sufocada. 
Ao ouvir isso, a pessoa quase que automa-
ticamente compreendeu a informação. Jo-
seph aproveitou a situação para orientá-la 
no sentido de que o passado deve ser visto 
como um referencial para ditar novos di-
recionamentos, não como uma corrente ou 
como algemas que nos aprisionam em um 
ciclo de sofrimento ou autopunição. Após 
isso, Joseph aproveitou para repetir o que 
sempre diz: que as terapêuticas mais im-
portantes da Casa Espírita são o amparo, o 
acolhimento e o suporte para quem chega, 
{ 18 }
mais do que qualquer quantidade de pas-
ses ou água que se possa dar ao indivíduo. 
E mais, que o tratamento mais importante 
a ser aplicado na Casa Espírita está pre-
sente nas reuniões públicas. Ali, no seu en-
tender, configura-se um espaço ideal para 
transformações. Joseph fala que em muitas 
casas espíritas os discursos são excessiva-
mente técnicos, científicos ou filosóficos. 
Não que ele despreze tais abordagens, ele 
apenas defende que a maioria das pessoas 
que pedem socorro à Casa Espírita precisa 
mais de orientação para as coisas simples e 
corriqueiras da condição humana, do que 
necessitam saber quantos mundos são ha-
bitados ou de como a Terra foi formada.
Joseph preocupa-se com que caminhe-
mos com os nossos próprios pés, que nos li-
bertemos das práticas que nos acorrentam 
e nos impedem de trilhar a nossa jornada. 
{ 19 }
Certa vez, uma amiga, preocupada com a 
saúde de um dos membros de nosso gru-
po, pediu a Joseph que o apoiasse. Ele, de 
pronto, respondeu em seu português mal 
falado, “a minha amigo não é uma crian-
ça, e eu não ser babá; ele sabe o que fazer, 
apenas não faz”. Essas palavras podem pa-
recer duras quando lidas fora do contex-
to original, mas fizeram todo o sentido no 
momento e com o carinho com que foram 
proferidas. 
Um traço marcante da personalidade de 
Joseph e das ideias que defende é que ele, 
a todo o momento, coloca que tanto encar-
nados quanto desencarnados são parceiros 
com igual parcela de responsabilidade em 
todos os serviços em que precisam atuar 
como equipe. Por isso, fica patente a todo 
momento em seu discurso e em seu pro-
cedimento o quanto a parceria com os en-
{ 20 }
carnados é essencial. Do mesmo modo, 
faz questão de demonstrar que também 
do seu lado ele conta com grandes colabo-
radores para suprir as suas deficiências e 
limitações em determinadas situações. Ele 
faz questão de deixar evidente que um es-
pírito é somente uma pessoa sem o corpo 
e que a morte não converte ninguém ma-
gicamente em um ser que domina todos os 
assuntos e que está em todos os lugares. 
Nas páginas que vão se seguir, o leitor en-
contrará um pouco mais da personalidade 
desse nobre amigo da humanidade.
{ 21 }
PRÓLOGO
Por Joseph Gleber
Muitas vezes como encarnado, ou como 
ser no mundo espiritual, precisei rever 
meus passos e revisitar minhas ideias. As-
susta-me a simples ideia da inércia, da imo-
bilidade, da falta de dinamicidade. Percebi 
que os meus irmãos, envolvidos ainda nas 
limitações da carne, guardam dúvidas so-
bre temas relevantes da prática mediúnica. 
Natural que isso aconteça, pois, afinal de 
contas, muito há para ser explicado e estu-
dado. Ainda existe muita ignorância sobre 
as coisas do mundo espiritual, não obstante, 
nas últimas duas décadas, o mundo, em 
especial o Brasil, tenha recebido pela lavra 
mediúnica centenas de obras que descorti-
nam cenários do mundo espiritual.
{ 22 }
Gosto de falar para os meus irmãos que 
não há prática mediúnica segura sem o es-
tudo. O estudo oferece o discernimento, 
os parâmetros para julgar as ideias que nos 
são apresentadas. Apesar de nós, seus es-
píritos amigos, afirmarmos exaustivamen-
te que avaliem o que chega pelas portas da 
mediunidade, os meus irmãos ainda rece-
bem tais matérias como revelações divinas 
que não devem ser questionadas. Peço a 
vocês, meus irmãos, que leiam as palavras 
escritas neste livro com o máximo de um 
exercício crítico. Os irmãos que acompa-
nham a matéria que aqui é apresentada 
vão encontrar reforço para o que foi lido 
em outras paragens. Também, dei-me 
ao trabalho de rever algumas de minhas 
ideias e de ser mais incisivo em alguns as-
suntos que julgo terem sido distorcidos ao 
longo do tempo. 
{ 23 }
Quando planejei esta obra com o ines-
timável auxílio doscompanheiros José de 
Arimatéia e Antônio de Aruanda, pensa-
mos em um trabalho de natureza objeti-
va, o quanto mais didático e claro possível, 
para evitar que interpretações equivoca-
das surjam de uma leitura densa. Por isso, 
resolvemos experimentar uma forma dife-
rente de transmitir para os nossos irmãos 
as ideias contidas nesta obra. 
Ela resultou do trabalho de uma equipe 
de colaboradores encarnados que, sema-
nalmente, escutavam nossas orientações 
e esforçavam-se para avaliar criticamente 
cada tema apresentado, trazendo-nos novos 
e relevantes questionamentos que oportu-
namente fomos incorporando no texto. A 
formulação de perguntas aguça o pensa-
mento e autoriza a mente a um estilo mais 
objetivo, quando esta se vê forçada a tornar 
{ 24 }
claros os seus interesses. Por isso, insisto 
nesta estratégia de aprendizado: instruir o 
outro não só pelo interesse de quem fala, 
mas pelas inquietações de quem escuta.
Esta pequena obra inaugura um con-
junto de relatos sistematizados que pre-
tendemos passar para os nossos irmãos. 
Apesar de uma alusão clara às obsessões 
complexas, os nossos irmãos perceberão 
que as instruções que aqui encerramos 
transcendem este capítulo da problemáti-
ca espiritual. Como se trata de uma obra 
coletiva, o estilo que transparece é a com-
binação dos estilos literários e da trajetória 
espiritual dos encarnados e desencarnados 
envolvidos em sua produção.

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