Resumo receitas públicas
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Resumo receitas públicas


DisciplinaDireito Administrativo IV484 materiais1.272 seguidores
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ou legal, e as contribuições mencionadas na alínea a do inciso I e no inciso II do art. 195, e no art. 239 da Constituição;
Contribuição dos servidores com o seu sistema de previdência social NÃO ENTRA TAMBÉM!
b) nos Estados, as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional;
c) na União, nos Estados e nos Municípios, a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social e as receitas provenientes da compensação financeira citada no § 9º do art. 201 da Constituição.
- Q313732 e receita intraorçamentárias TAMBÉM NÃO ENTRA NA RCL
Q336640 De acordo com a LRF, o conceito de receita corrente líquida não engloba venda de imóveis.
CORRETO. RCL só engloba receitas CORRENTES. Venda de imóvel seria uma receita de capital.
Q883453 A receita corrente líquida é apurada somando-se as receitas arrecadadas no exercício financeiro em curso até o mês de apuração, excluídas as duplicidades.
FALSO. LRF:  § 3o A receita corrente líquida será apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos onze anteriores, excluídas as duplicidades.
Q868555 As transferências recebidas de outros entes não integram a receita corrente líquida.
FALSO. Transferências correntes integram sim a RCL, quem não integra são as transferências \u201cconstitucionais\u201d.
RESULTADO PRIMÁRIO: O Resultado Primário é obtido mediante o somatório das receitas primárias \u2013 excluindo-se as despesas com juros da dívida pública.
Resultado Primário = Receitas Primárias \u2013 Despesas primárias 
Ou então Receitas NÃO financeiras \u2013 Despesas NÃO financeiras
Ou seja: resultado primário não considera NADA financeiro, nada de Juros , Empréstimos , etc.
RESULTADO NOMINAL: O Resultado Nominal, por sua vez, inclui as despesas com juros e correção monetária (se houver). 
Resultado Nominal = receitas não financeiras + receitas de juros - despesas não financeiras - despesas de juros.
Dívida Ativa
Q420914 A dívida ativa é um crédito da fazenda pública, de natureza tributária ou não, exigível em virtude do transcurso do prazo de pagamento
DÍVIDA ATIVA: é um ativo financeiro que o Estado tem para com os contribuintes. É UM DEVER DE RECEBER que o Estado tem, e são fonte de fluxo de caixa com impacto positivo
São valores que a Fazenda Pública de um ente tem para receber de terceiros, sejam eles de natureza tributária ou não.
CUIDADO: Não confundir dívida ativa (um ATIVO do Estado) com a dívida pública (um PASSIVO do Estado)
Q339933 A dívida ativa é formada pelo conjunto de obrigações do Tesouro Nacional perante terceiros, desde que regularmente constituídas, formalizadas e reconhecidas
FALSO. É a pegadinha que sempre cai. É ao contrário:
I) Dívida Ativa são as obrigações dos terceiros perante o Tesouro Nacional
Separa-se a dívida ativa tributária da não tributária.
1- Dívida ativa tributária: refere-se a tributos, seus adicionais e multas decorrentes do seu não pagamento.
2- Dívida ativa não tributária representa os créditos a que faz jus a Fazenda Pública que não são oriundos de tributos, tais como os originários de foros, laudêmios, aluguéis, preços públicos, indenizações, dentre outros. 
Lei 4320 Art. 39. Os créditos da Fazenda Pública, de natureza tributária ou não tributária, serão escriturados como receita do exercício em que forem arrecadados, nas respectivas rubricas orçamentárias. 
§ 1º Os créditos de que trata este artigo, exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento, serão inscritos, na forma da legislação própria, como Dívida Ativa, em registro próprio, após apurada a sua liquidez e certeza, e a respectiva receita será escriturada a esse título. 
§ 2º Dívida Ativa Tributária é o crédito da Fazenda Pública dessa natureza, proveniente de obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais e multas, e Dívida Ativa não Tributária são os demais créditos da Fazenda Pública, tais como os provenientes de empréstimos compulsórios, contribuições estabelecidas em lei, multa de qualquer origem ou natureza, exceto as tributárias, foros, laudêmios, alugueis ou taxas de ocupação, custas processuais, preços de serviços prestados por estabelecimentos públicos, indenizações, reposições, restituições, alcances dos responsáveis definitivamente julgados, bem assim os créditos decorrentes de obrigações em moeda estrangeira, de sub-rogação de hipoteca, fiança, aval ou outra garantia, de contratos em geral ou de outras obrigações legais.
Q287261 Incluem-se tanto na natureza tributária da dívida ativa quanto na não tributária os créditos da fazenda pública provenientes de obrigações legais relativas a tributos e respectivas multas
FALSO. De acordo com a 4320, as respectivas multas relativas ao tributos , e eventuais adicionais , são todos caracterizados como dívida ativa TRIBUTÁRIA. 
No caso da dívida ativa da União, é composta por todos os créditos desse ente, sejam eles de natureza tributária ou não tributária, regularmente inscritos pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, depois de esgotado o prazo fixado para pagamento, pela lei ou por decisão proferida em processo regular.
De acordo com o devido processo legal, a Procuradoria-Geral da Fazenda confere, a esses débitos, CERTEZA, LIQUIDEZ E EXIGIBILIDADE, o que lhes permite ingressar judicialmente contra o contribuinte, em processo de execução fiscal.
1- CERTO: é aquele crédito indubitável acerca de sua existência, capaz de evidenciar com exatidão todos os elementos da respectiva relação jurídica (sujeitos, vínculo jurídico e prestação);
2- LÍQUIDO: é o crédito certo quanto à sua existência e determinado quanto ao seu objeto. A liquidez é um \u201cplus\u201d em relação à certeza. Não há crédito líquido que não seja certo. A liquidez do objeto se evidencia pela possibilidade de se calcular o valor a ser cobrado mediante meras operações aritméticas;
3- EXIGÍVEL: é todo crédito vencido e não pago. Sua eficácia não fica mais subordinada a qualquer condição, termo ou encargo. É o crédito atual cujo cumprimento do pagamento já foi solicitado ao devedor ou esperado até o prazo limite e que, findo esse prazo sem adimplência, poderá ser exigido, ainda que contra a vontade do devedor, por intermédio do Estado, possuidor que é do monopólio da tutela jurisdicional
Q331177 A inclusão do contribuinte na dívida ativa tem como requisito a apuração da certeza e liquidez da dívida
Q243809 Após apurada a sua liquidez e certeza, os créditos da fazenda pública exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento devem ser inscritos em registro próprio como dívida ativa
CUIDADO: Não são fontes CERTAS de recurso, uma vez que a apuração de certeza e liquidez é relativa (Pois só vai entrar o recurso se quem está devendo pagar).
Q677642 Os créditos a receber da dívida ativa, que são classificados no ativo, representam uma fonte potencial de fluxo de caixa.
CORRETO. São ativos, que representam uma fonte POTENCIAL de fluxo de caixa. 
Q298624 A dívida ativa é composta por créditos a favor da fazenda pública, os quais não foram efetivamente recebidos nas datas aprazadas e cuja certeza e liquidez foram apuradas. Constitui, portanto, fonte certa de recursos
FALSO. PALUDO: \u201cA dívida ativa abrange todos os créditos da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sido pagos nas datas em que venceram. São créditos a receber classificados no ativo e representam uma fonte POTENCIAL de fluxo de caixa.\u201d
Q840648 A inscrição de crédito em dívida ativa corresponde à representação contábil de um fato permutativo resultante da transferência de valor não recebido no prazo estabelecido, dentro do próprio ativo.
Após inscrita a dívida em dívida ativa o termo de inscrição da dívida ativa é gerado, que autenticado pela autoridade competente, indicará obrigatoriamente
1-O nome do devedor e, sendo caso, o dos corresponsáveis, bem como, sempre que possível, o domicílio ou a residência de um e de outros; 
2- A quantia devida e a maneira de calcular os juros de mora acrescidos; 
3- A origem e