Resumo programação e execução orçamentária
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Resumo programação e execução orçamentária


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orçamentária. Na primeira situação, ocorre o sub-repasse (interna) e, na segunda, o repasse (externo).
Obs.: A movimentação financeira deve ser realizada em consonância com o cronograma de desembolso (limites de saque) APROVADO PELA STN!
É diferente dos limites de empenho (parte orçamentária) que vem do decreto de programação do Executivo.
Responsável: Em nível Federal, o Ministério da Fazenda, por vias da STN. 
COTAS: Quando movimentamos recursos do órgão central para o órgão setorial temos COTAS. 
É a STN descentralizando os recursos por uma NS \u2013 NOTA DE SISTEMA
Movimentação de recursos financeiros do órgão central para os setoriais de programação financeira. 
Cota é o montante de recursos colocados à disposição dos Órgãos Setoriais de Programação Financeira (OSPF) pela Coordenação-Geral de Programação Financeira \u2013 COFIN/STN mediante movimentação intra-SIAFI dos recursos da Conta Única do Tesouro Nacional
REPASSE: Quando movimentamos recursos entre órgãos DISTINTOS chama-se REPASSE. 
Movimentação de recursos financeiros dos órgãos setoriais de programação financeira para entidades da administração indireta, e entre entidades da administração indireta entre si; e de entidades da administração indireta para órgãos da administração direta.
SUB-REPASSE: Quando movimentamos recursos internamente no MESMO ÓRGÃO chama-se SUB-REPASSE.
Movimentação de recursos financeiros entre unidades gestoras pertencentes ao mesmo ministério ou órgão.
Controle
Controle na 4320
CONTROLE INTERNO
Art. 76. O Poder Executivo exercerá OS TRÊS TIPOS de controle a que se refere o artigo 75, sem prejuízo das atribuições do Tribunal de Contas ou órgão equivalente.
Art. 75. O controle da execução ORÇAMENTÁRIA compreenderá:
I - a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações;
Art. 77. A verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será prévia, concomitante e subsequente.
II - a fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por bens e valores públicos;
Q337482 A fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por bens e valores públicos, é uma modalidade de controle que trata da observância de normas e de determinações legais da gestão.
III - o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários e em termos de realização de obras e prestação de serviços.
Art. 79. Ao órgão incumbido da elaboração da proposta orçamentária ou a outro indicado na legislação, caberá o controle estabelecido no inciso III do artigo 75.
Parágrafo único. Esse controle far-se-á, quando for o caso, em termos de unidades de medida, previamente estabelecidos para cada atividade.
Art. 78. Além da prestação ou tomada de contas anual, quando instituída em lei, ou por fim de gestão, PODERÁ HAVER, a qualquer tempo, levantamento, prestação ou tomada de contas de TODOS os responsáveis por bens ou valores públicos.
Art. 80. Compete aos serviços de contabilidade ou órgãos equivalentes verificar a exata observância dos limites das COTAS TRIMESTRAIS atribuídas a cada unidade orçamentária, dentro do sistema que for instituído para esse fim.
Q348677 A execução orçamentária está sujeita a controle interno e externo. Uma das atribuições do controle externo é verificar a exata observância dos limites das cotas trimestrais atribuídas a cada unidade orçamentária, no sistema instituído para tal fim. 
FALSO. Para a 4320 isso aqui é controle INTERNO. (Externo é aquele do legislativo)
CONTROLE EXTERNO
Art. 81. O controle da execução ORÇAMENTÁRIA, pelo Poder Legislativo, terá por objetivo verificar a probidade da administração, a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da Lei de Orçamento.
Q326422 Cabe ao Poder Legislativo exercer o controle da execução orçamentária com o objetivo de verificar a probidade da administração, a guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da lei de orçamento.
Art. 82. O Poder Executivo, ANUALMENTE, prestará contas ao Poder Legislativo, no prazo estabelecido nas Constituições ou nas Leis Orgânicas dos Municípios.
§ 1º As contas do Poder Executivo serão submetidas ao Poder Legislativo, com Parecer prévio do Tribunal de Contas ou órgão equivalente.
§ 2º Quando, no Munícipio não houver Tribunal de Contas ou órgão equivalente, a Câmara de Vereadores poderá designar peritos contadores para verificarem as contas do prefeito e sobre elas emitirem parecer.
Q336446 A tomada de contas de todos que, de qualquer modo, arrecadem receitas, efetuem despesas, administrem ou guardem bens públicos é competência exclusiva do tribunal de contas ou órgão equivalente.
FALSO. Lei 4320: Art. 84. Ressalvada a competência do Tribunal de Contas ou órgão equivalente, a tomada de contas dos agentes responsáveis por bens ou dinheiros públicos será realizada ou superintendida pelos serviços de contabilidade.
Teoria geral
Superada a fase de execução, cabe agora ao Poder Executivo a obrigação de dar publicidade à execução orçamentária até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, submetendo todo o processo à avaliação da sociedade
À fiscalização e controle orçamentário serve justamente para coibir abusos do Poder Público no que se refere ao dinheiro público e sua destinação dentro da melhor destinação e com responsabilidade\u201d
A Fiscalização financeira e orçamentária do Estado possui caráter político no sentido de impedir que o Poder Executivo exceda os créditos que lhe foram concedidos, o desperdício dos recursos públicos e a dilapidação do patrimônio público, mas sem atrasar/parar a execução orçamentária para não prejudicar vida da população e do próprio Estado.
Site do MPOG:
A fiscalização do Orçamento Público é realizada oficialmente de duas formas: Pelos controles interno e externo. 
1- Pelo Controle INTERNO, quando o controle é feito pelos órgãos do próprio Poder Executivo, especialmente pela Controladoria-Geral da União \u2013 CGU e, ainda, cada Ministério possui um Assessor de Controle Interno, vinculado tecnicamente à CGU. 
2- O Controle EXTERNO é exercido pelo Poder Legislativo, com o auxílio do Tribunal de Contas da União \u2013 TCU. 
3- Existe também o CONTROLE SOCIAL, que é realizado pela sociedade, tanto nos espaços institucionais de participação, como Conselhos e Conferências, quanto nos espaços de articulação da própria sociedade, como nas Redes e Fóruns.
CONTROLE EXTERNO:
Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial DA UNIÃO e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, E pelo sistema de controle interno de cada Poder.
Parágrafo único. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária.
1- LEGALIDADE: visa verificar se a despesa está acordo com as normas previstas na Constituição, na Lei n. 4.320/1964 e na Lei de Responsabilidade Fiscal. 
2- Operacional é relacionada ao procedimento de arrecadação e liberação de verbas. 
3- FINANCEIRA, a verificação da entrada e da saída de dinheiro
4- ORÇAMENTÁRIA fiscaliza a correta execução do orçamento. 
5- PATRIMONIAL está relacionada à própria execução orçamentária no sentido de mudanças patrimoniais, sendo que as alterações patrimoniais devem ser fiscalizadas permanentemente pelo Estado. 
6- LEGITIMIDADE, verifica-se se houve eficiência do gasto em atender às necessidades públicas, conferindo se a despesa atingiu o bem jurídico valorado pela norma ao autorizá-la. 
7- Economicidade: confere-se se a despesa foi realizada com o menor custo possível, se houve a melhor relação custo/benefício para alcançar