Resumo Orçamento na Constituição Federal
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Resumo Orçamento na Constituição Federal


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X -  a transferência voluntária de recursos e a concessão de empréstimos, inclusive por antecipação de receita, pelos Governos Federal e Estaduais e suas instituições financeiras, para pagamento de despesas com pessoal ativo, inativo e pensionista, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
Q32898 Não é possível a transferência voluntária de recursos, pelo governo federal, aos estados para o pagamento de despesas de pessoal ativo, inativo e pensionista
XI -  a utilização dos recursos provenientes das CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS de que trata o art. 195, I, a, e II, para a realização de despesas DISTINTAS do pagamento de benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201.
CUIDADO: Recursos de CONTRIBUIÇÃO SOCIAL não pode usar para outra coisa a não ser pagar benefícios do RGPS. 
Mas se falar de ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL o inciso III libera que ele seja usado para cobrir déficit de empresa, fundação ou fundo , desde que com autorização legislativa.
§ 2º Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, SALVO se o ATO DE AUTORIZAÇÃO FOR PROMULGADO nos últimos 4 meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente.
§ 3º A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas IMPREVISÍVEIS e URGENTES, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública, observado o disposto no art. 62.
Lei Seca \u2013 Art. 168 e 169 \u2013 Gastos com pessoal
Coisas de prova
Q602508 A CF não estabelece limite de despesas com pessoal ativo e inativo.
FALSO. De fato se ler a letra fria do art. 169 ela não diz o quantitativo, mas no ADCT tem uma parte dizendo , \u201caté que venha a LC , o limite será de tantos %..\u201d
Essa LC já veio, é a LRF.
Lei seca
Art. 168. Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias, compreendidos os créditos suplementares e especiais, destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública, ser-lhes-ão entregues até o dia 20 de cada mês, EM DUODÉCIMOS, na forma da lei complementar a que se refere o art. 165, § 9º.
Poder legislativo, Poder Judiciário, MP, DP , RECEBEM EM DUODÉCIMOS (até o dia 20 de cada mês)
Q17428 TC e TCU NÃO recebem por duodécimos.
Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar.
LRF estabelece como limite: 50% da RCL para união, 60% RCL para DF, Estados e municípios
§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, SÓ PODERÃO SER FEITAS:
I -  se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; 
(E AINDA)
II -  se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.
Q436654 A existência de dotação orçamentária prévia para se atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes é condição necessária e suficiente para a contratação de pessoal pelos órgãos e entidades da administração pública direta. 
FALSO. São duas condições: deve estar autorizada na LDO e deve ter dotação.
Q637346 A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração e a admissão de pessoal, pelas empresas públicas e sociedades de economia mista, só poderão ser feitas se houver autorização específica na LDO. 
FALSO. As EP/SEM são ressalvadas de ter autorização especifica na LDO.
Q677827 Depende de autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias do estado-membro a admissão ou contratação de pessoal por sociedade de economia mista estadual. 
FALSO. Note que nem EP nem SEM vai precisar ter autorização na LDO , EMBORA NECESSITEM AINDA mostrar prévia dotação orçamentaria. 
Q393610 A aprovação de ato de empresa pública que, em decorrência da alteração da estrutura de carreiras de seu quadro de pessoal, resulte em aumento de despesas depende de autorização específica para tal na lei de diretrizes orçamentárias
FALSO. EP ou SEM estão dispensadas da autorização especifica na LDO , basta haver a dotação suficiente.
§ 2º Decorrido o prazo estabelecido na lei complementar referida neste artigo para a adaptação aos parâmetros ali previstos, serão imediatamente suspensos todos os repasses de verbas federais ou estaduais aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios que não observarem os referidos limites.
§ 3º Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo, durante o prazo fixado na lei complementar referida no caput, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios ADOTARÃO AS SEGUINTES PROVIDÊNCIAS:
I -  redução em PELO MENOS 20% das despesas com cargos em comissão e funções de confiança;
II -  exoneração dos servidores não estáveis.
§ 4º Se as medidas adotadas com base no parágrafo anterior não forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo, O SERVIDOR ESTÁVEL PODERÁ PERDER O CARGO, desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional, o órgão ou unidade administrativa objeto da redução de pessoal.
§ 7º Lei federal disporá sobre as normas gerais a serem obedecidas na efetivação do disposto no § 4º
§ 5º O servidor que perder o cargo na forma do parágrafo anterior fará jus a indenização correspondente a 1 mês de remuneração por ano de serviço.
§ 6º O cargo objeto da redução prevista nos parágrafos anteriores será considerado EXTINTO, vedada a criação de cargo, emprego ou função com atribuições iguais ou assemelhadas pelo prazo de 4 anos.
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PPA
Coisas de prova
Q489200 O PPA possui duração de quatro anos, com vigência até o final do mandato presidencial subsequente, devendo ser encaminhado até quatro meses antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para a sanção até o encerramento da sessão legislativa
FALSO. Primeiro que o PPA NÃO TEM VIGÊNCIA até o final do mandato subsequente, ele se estende até o primeiro ano do outro mandato. Mas de fato , o prazo é até 4 meses antes do encerramento do exercício
CUIDADO: O mais correto é afirmar que o PPA deve ser encaminhado até 4 meses antes do encerramento do PRIMEIRO EXERCÍCIO FINANCEIRO .
I \u2013 O PROJETO DO PLANO PLURIANUAL, para VIGÊNCIA até o final do primeiro exercício financeiro do mandato presidencial subsequente, será encaminhado até 4 MESES (31/08) antes do encerramento do PRIMEIRO exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa;
Q621067 O chefe do Poder Executivo exercerá seu primeiro ano de mandato executando programas e ações de governo de seu antecessor, visto que o PPA a que ele se reporta foi desenvolvido pela equipe do gestor governamental anterior. 
Q643624 O plano plurianual (PPA) é instrumento que possibilita a participação social, apresenta as diretrizes que devem orientar os gestores públicos, estipula os objetivos que se buscam alcançar na gestão e estabelece as metas para os programas de governo.
Q893433 O plano plurianual (PPA) contempla o conjunto de políticas públicas do governo por um período de quatro anos e o caminho para viabilizar as metas.
Q501946 O Plano Plurianual (PPA) garante a continuidade de ações de um governo para o governo seguinte
Q874999 O PPA tem início no segundo ano de um mandato governamental e se encerra no final do primeiro ano do mandato seguinte.
Q869196 A duração do plano plurianual é de quatro anos: inicia-se no primeiro ano do mandato presidencial e encerra-se no