TESTE DE CONHECIMENTO RESPONSABILIDADE CIVIL
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TESTE DE CONHECIMENTO RESPONSABILIDADE CIVIL


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CCJ0050_EX_A3_201502020394_V1
 
 
 
 RESPONSABILIDADE CIVIL 3a aula
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Exercício: CCJ0050_EX_A3_201502020394_V1 21/11/2018 14:10:46 (Finalizada)
Aluno(a): MARINA MARIM DOS SANTOS 2018.2
Disciplina: CCJ0050 - RESPONSABILIDADE CIVIL 201502020394
 
 
 1a Questão
(OAB/ VII Exame Unificado/2012/adaptada) - Em relação à responsabilidade civil, assinale a alternativa correta.
 O Código Civil prevê expressamente como excludente do dever de indenizar os danos causados por animais, a culpa
exclusiva da vítima e a força maior
Na ação de indenização por dano moral, a condenação em montante inferior ao postulado na inicial implica em sucumbência
recíproca
A responsabilidade civil objetiva indireta é aquela decorrente de ato praticado por animais.
No que tange ao pagamento da indenização, o ordenamento jurídico brasileiro veda expressamente a cumulação de
pedidos.
Empresa locadora de veículos responde, civil e subsidiariamente, com o locatário, pelos danos por este causados a terceiro,
no uso do carro alugado
 
 
Explicação:
O Código Civil prevê expressamente como excludente do dever de indenizar os danos causados por animais, a culpa
exclusiva da vítima e a força maior.
 
 
 
 2a Questão
O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância
estadual que transitava na mão regular da via, em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A responsabilidade
civil do acidente deve ser imputada
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista da ambulância.
 tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa concorrente.
 ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, não havendo nexo de causalidade para
ensejar a responsabilidade do Estado.
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente, o que enseja a responsabilidade
objetiva.
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos danos apurados na viatura
estadual.
 
 
Explicação: R:No âmbito da responsabilidade objetiva, o nexo de causalidade é o fundamento da responsabilidade civil do Estado,
sendo que esta deixará de existir ou incidirá de forma atenuada quando a atividade administrativanão for a causa do dano ou
quando estiver aliado a outras circunstâncias, ou seja, quando não for a causa única.Na culpa exclusiva da vítima, haverá o
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afastamento por completo da responsabilidade do Estado, até porque em tal caso não houve qualquer conduta da Administração,
faltando, assim, requisitos básicos para a responsabilização do ente público.
(http://www.estudodeadministrativo.com.br/novosite/noticias-ver-noticia.php?id=7940
 
 
 
 3a Questão
2015 - Banca: FAPEC - Órgão: MPE-MS - Prova: Promotor de Justiça Substituto. Tratando-se de indenização, é correto afirmar que:
O acidente que cause morte de filho menor, caso este não exerça trabalho remunerado, não é indenizável.
A indenização é mensurada pela extensão do dano, inexistindo a possibilidade de sua redução pela via da equidade.
 Não se cumulam as indenizações por dano moral e dano material oriundos do mesmo fato.
Não se deduz o valor do seguro obrigatório da indenização judicialmente fixada.|
 A teoria da causalidade adequada é aplicável na fixação da indenização.
 
 
Explicação:
A teoria da causalidade adequada é aplicável na fixação da indenização.
 
 
 
 4a Questão
O nexo causal é um elemento indispensável para a caracterização da responsabilidade civil,
porém, existem situações excludentes deste nexo causal. Uma destas excludentes se
manifesta quando qualquer pessoa e do responsável, alguém que não tem nenhuma ligação
com o causador aparente do dano e o lesado. A esta excludente chamamos de:
 Fato de terceiro.
Fortuito externo.
Fato exclusivo da vítima.
 Caso Fortuito.
Força maior.
 
 
Explicação:
Causas de exclusão de nexo de causalidade são as impossibilidades supervenientes do
cumprimento da obrigação que não pode ser imputável ao devedor ou ao agente. Fato de
terceiro - O terceiro é, segundo definição de Aguiar Dias, qualquer pessoa além da vítima e
do responsável, alguém que não tem nenhuma ligação com o causador aparente do dano e o
lesado. Pois, não raro acontece que o ato de terceiro é a causa exclusiva do evento,
afastando qualquer relação de causalidade entre a conduta do autor aparente e a vítima.
 
 
 
 5a Questão
Considere a seguinte proposição: Caminhando pelo calçamento, pedestre é atacado por cão feroz que escapou por buraco no muro
da residência de seu dono. O dono do cão será responsabilizado, salvo se provar:
Desconhecer que o cão era feroz
Que o pedestre estava próximo ao muro.
Ser diligente nos cuidados com o cão
 Motivo de força maior.
 Não ter tido condições financeiras para reparar o buraco.
 
 
Explicação:
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Motivo de força maior.
 
 
 
 6a Questão
O caso fortuito é uma das causas excludentes da responsabilidade civil, previsto no artigo
393, do Código Civil : O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou
força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado. Parágrafo único. O
caso fortuito ou de força maior verifica-se no fato necessário, cujos efeitos não era possível
evitar ou impedir ¿ Caso fortuito como excludente de responsabilidade ¿ mais especificamente
como excludente do nexo causal; - Com a crescente importância da responsabilidade objetiva,
a definição em torno do esclarecimento mais preciso do caso fortuito vem alimentando a
doutrina. No campo das definições, em relação ao caso fortuito uma trata de fato imprevisível
e, por isso, inevitável, que se liga à atividade da entidade; - a este fato denominamos de:
Força maior.
 Fortuito interno.
Fato exclusivo da vítima.
Fortuito externo.
Fato de terceiro.
 
 
Explicação:
Caso fortuito.
Tradicionalmente causo forfuito são cláusulas de exoneração devidas a atos humanos (revolução, guerras, greve). - Evento
imprevisível. Entende-se a imprevisibilidade específica, relativa a um fato concreto, e não a genérica ou abstrata de que
poderão ocorrer assaltos, acidentes, atropelamentos etc., porque se assim não for tudo passará a ser previsível. O caso
fortuito se subdivide em fortuito interno e externo.
Fortuito interno- não afasta a responsabilidade civil, pois está no risco da atividade. 
Fortuito externo- afasta a responsabilidade civil, pois imprevisível inclusive para o fornecedor, não estando no risco da
atividade. 
 
De acordo com o professor Pablo Stolze, a diferença entre caso fortuito interno e externo é aplicável, especialmente, nas
relações de consumo. O caso fortuito interno incide durante o processo de elaboração do produto ou execução do serviço,
não eximindo a responsabilidade civil do fornecedor. Já o caso fortuito externo é alheio ou estranho ao processo de
elaboração do produto ou execução do serviço, excluindo a responsabilidade civil.
 
 
 
 7a Questão
O Nexo de causalidade é elemento indispensável em qualquer espécie de responsabilidade
civil. Pode ocorrer responsabilidade sem culpa, mas não pode ocorrer responsabilidade sem
nexo causal. Paralelamente à causa, existe o que se denomina doutrinariamente concausa, ou
seja, outras causas que concorrem juntamente no fato então praticado ao resultado. Muitas
podem ser as causas que geram a responsabilização, uma desta é a concausa que por si só é
capaz de acarretar o resultado; doutrinariamente é chamada de:
 Causa superveniente.
Causa preexistente.
Causalidade na omissão.