Resumo Controle da Administração
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Resumo Controle da Administração


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de sua estrutura interna, e a supervisão ministerial, exercida por determinado ministério sobre as entidades da administração indireta a ele vinculadas
 CORRETO. Aqui CESPE deu que a tutela (supervisão ministerial) seria controle interno.
Q842305 O controle interno é exercido pela administração pública sobre seus próprios atos e sobre as atividades de seus órgãos e das entidades descentralizadas a ela vinculadas. 
 CORRETO. (2017) Deu tutela como controle interno
Q710289 O controle por vinculação possui caráter externo, pois é atribuído a uma pessoa e se exerce sobre os atos praticados por pessoa diversa.
 CORRETO. (2016) Deu tutela como controle externo.
Q417869 Controle interno consiste no controle exercido pela administração direta sobre os atos praticados por seus órgãos e pelas entidades da administração indireta. 
 FALSO. Era múltipla escolha (2014). Deduzimos que o examinador considerou que a tutela seria controle externo.
Conceito
MSP: É interno o controle que cada um dos Poderes exerce sobre SEUS PRÓPRIOS atos e agentes.
Quando se diz controle ADMINISTRATIVO INTERNO não é com conotação de Poder Executivo não. 
Ou Seja, existe um controle administrativo interno no poder Legislativo por exemplo, que é o controle que o legislativo tem sob seus atos administrativos, podendo anulá-los ou revoga-los.
Q557446 O controle interno pode ser definido como o exercido no âmbito do mesmo poder, ainda que por órgão diverso daquele que sofra a correição.
CORRETO. Se está no âmbito do mesmo Poder, é controle interno.
Parte superior do formulário
BASE LEGAL:
Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:
I -  AVALIAR o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;
II -  COMPROVAR a legalidade E AVALIAR os resultados, quanto à EFICÁCIA e EFICIÊNCIA, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado;
III -  exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União;
IV -  apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.
§ 1º Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.
Q675648 O controle interno situa-se no âmbito do controle administrativo e é exercido, em cada Poder, sobre seus próprios órgãos e entidades. Qualquer irregularidade que seja detectada e não comunicada ao respectivo tribunal de contas acarreta pena de responsabilidade solidária.
CORRETO. Lembrar que cada Poder tem o seu próprio controle interno (não é exclusivo do Executivo não).
Q420993 João, servidor público federal, ao assumir a chefia do órgão em que atuava, descobriu irregularidades na execução do orçamento e tomou providências para a eliminação desses erros. Nessa situação hipotética, mesmo sem ter dado conhecimento aos órgãos de controle, João isentou-se de responsabilização solidária pelas irregularidades, em razão das providências adotadas.
FALSO. Em qualquer ciência de irregularidade o responsável pelo controle interno DEVE DAR CIÊNCIA AO TCU sob pena de responsabilidade solidaria.
§ 2º Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato é parte legítima para, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União.
Sempre que falar de controle interno, é sempre relatar ao TCU! 
No controle externo se diz relatar para a \u201cautoridade competente\u201d
Externo
Coisas de prova
DICA: Aqui é no sentido de um poder fiscalizando o outro. Sendo assim, é limitado em questão de legalidade (não pode ver mérito). 
Q675649 CUIDADO: O controle externo parlamentar (do legislativo) sobre os atos regulamentares que exorbitarem o poder regulamentar É SOMENTE SOBRE EXECUTIVO. 
A CF foi bem clara, e diz expressamente atos regulamentes DO EXECUTIVO que exorbitarem. 
Questão afirmava que era sobre atos do executivo e judiciário = FALSO
Q381837 O controle externo realizado pelo Poder Judiciário é diverso daquele realizado pelo TCU, o que não inviabiliza que o Poder Judiciário revise a atividade de controle executada pelo TCU.
CORRETO. Já é pacifico no STF que os as decisões do TCU são passiveis SIM de revisão pelo poder Judiciário.
Conceito: 
MSP: É externo o controle exercido por um dos Poderes sobre o outro; como também o controle da Administração Direta sobre a Indireta
NOTE QUE MSP diz que o controle da administração direta sobre a indireta é EXTERNO!
Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial DA UNIÃO e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, E pelo sistema de controle interno de cada Poder.
O controle interno TAMBÉM FAZ fiscalização COFOP.
Note que é SOBRE TODOS OS PODERES (Uma vez que a CF diz \u201cUnião\u201d e não especifica quais poderes da União)
Parágrafo único. PRESTARÁ CONTAS qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária.
Q387971 O controle financeiro das entidades da administração direta e indireta é feito, com exclusividade, de forma externa pelo Congresso Nacional, com o auxílio do TCU, por força de disposição constitucional.
FALSO. É justamente a anotação que eu fiz ali em cima. CUIDADO que o controle INTERNO também realiza fiscalização COFOP! 
I) Ou seja, são OS DOIS: INTERNO E EXTERNO que podem exercer fiscalização financeira sobre a administração pública.
Q878298 O Legislativo exerce controle externo financeiro sobre o Poder Judiciário no que se refere à receita, à despesa e à gestão dos recursos públicos; 
CORRETO. Controle externo do legislativo é COFOP sobre todos os Poderes!
FISCALIZAÇÃO COFOP (Controle Externo Legislativo + TCU)
1- Fiscalização contábil: correta formalização dos registros contábeis (receitas e despesas); 
2- Fiscalização financeira: ingresso e saída de valores das contas públicas; 
3- Fiscalização orçamentária: acompanhamento da execução orçamentária; 
4- Fiscalização operacional: execução das atividades administrativas; 
5- Fiscalização patrimonial: controle do patrimônio público. Bens móveis e imóveis. Almoxarifado.
Q694304 O controle operacional inclui a fiscalização, por exemplo, de almoxarifados, bens em estoque e bens consumíveis.
FALSO. Isso seria controle patrimonial.
Quanto a NATUREZA (ao órgão que o exerce)
Controle Administrativo
Q485876 O controle administrativo NÃO ESTÁ RELACIONADO ao princípio do Check and Balance. 
Justamente porque o controle administrativo é exercido INTERNAMENTE no âmbito de cada poder, ou seja , NÃO HÁ QUALQUER CHECK AND BALANCE , porquanto os outros Poderes não podem exercer controle sobre o controle administrativo.
I) Check and Balance acontece quando um Poder exerce controle sobre outro Poder diferente.
Q402670 O Poder Judiciário só tem competência para revogar os atos administrativos por ele mesmo produzidos.
CORRETO. E nesse caso seria um controle administrativo interno.
Q710433 O poder de fiscalização de uma pessoa jurídica integrante da administração indireta por ente da administração direta consagra a chamada tutela administrativa, verdadeiro controle por vinculação que se dá pelas vias política, institucional, administrativa e financeira.
CORRETO. Só para registrar que também chamamos a tutela de \u201ccontrole por vinculação\u201d.
Q833724 O controle de legalidade dos atos administrativos, que verifica