Resumo lei 8112
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Resumo lei 8112


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77. 
Licenças \u2013 GERAIS
CUIDADO: A 8112 SÓ DIZ EXPRESSAMENTE que na hipótese do inciso I é que seria vedado exercer atividade remunerada. 
SOMENTE licença por motivo de doença NA FAMÍLIA é que o servidor está vedado de exercer atividade remunerada.
Todas as outras ELE PODE SIM exercer atividade remunerada.
Q373577 É vedado ao servidor o exercício de atividade remunerada durante o período de licença para capacitação
FALSO. A única é licença para doença NA FAMÍLIA, fora isso ele pode sim.
Art. 81.  Conceder-se-á ao servidor licença:
I - por motivo de doença em pessoa da família;
§ 1o A licença prevista no inciso I do caput deste artigo bem como cada uma de suas prorrogações serão precedidas de exame por perícia médica oficial, observado o disposto no art. 204 desta Lei. 
§ 3o É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período da licença prevista no inciso I deste artigo.
II - por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;
III - para o serviço militar;
IV - para atividade política;
V - para capacitação; 
VI - para tratar de interesses particulares;
VII - para desempenho de mandato classista.
Art. 82.  A licença concedida dentro de 60 dias do término de outra da mesma espécie será considerada como prorrogação.
Motivo de Doença em Pessoa da Família
CUIDADO: Se ela for concedida a servidor em estágio probatório o estágio probatório fica SUSPENSO. 
É A ÚNICA que veda exercer atividade remuneratória. 
Art. 83.  PODERÁ ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. 
Q756866 É lícito ao servidor público requerer licença por motivo de doença do seu enteado, desde que este conste de seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. 
FOI DADA CORRETO PELO CESPE. Galera reclamou, muita gente dizendo que constar do assentamento funcional seria somente o dependente.
I) CESPE considerou que TODOS devem constar
II) Prof. do GRAN respondeu que somente o dependente precisaria constar do assentamento.
Q350368 É concedida licença ao servidor por motivo de doença em pessoa da família, desde que precedida de exame dessa pessoa por médico ou junta médica oficial.
CORRETO. Esta exigência aqui não tem polêmica, pois para qualquer caso sempre deverá ser precedida por exame médico.
§ 1o A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário, na forma do disposto no inciso II do art. 44. 
§ 2o A licença de que trata o caput, incluídas as prorrogações, poderá ser concedida a cada período de 12 meses nas seguintes condições:  
I - por até 60 dias, consecutivos ou não, mantida a remuneração do servidor; e 
II - por até 90 dias, consecutivos ou não, sem remuneração.   
§ 3o O início do interstício de 12 meses será contado a partir da data do deferimento da primeira licença concedida.  
§ 4o A soma das licenças remuneradas e das licenças não remuneradas, incluídas as respectivas prorrogações, concedidas em um mesmo período de 12 meses, observado o disposto no § 3o, não poderá ultrapassar os limites estabelecidos nos incisos I e II do § 2o. 
Q414339 O prazo máximo, incluídas as prorrogações, para concessão de licença a um servidor público por motivo de doença de seu enteado é de até 90 dias, consecutivos ou não, sem remuneração
CORRETO. Note que ele pergunta prazo máximo, e diz \u201csem remuneração\u201d. Entao é para respondermos de acordo com o prazo máximo sem remuneração que seria de até 90 dias, e não o prazo total de 60+90 dias.
Motivo de Afastamento do Cônjuge
Q343484 Segundo entendimento do STJ, é cabível a concessão de licença a servidor público para acompanhamento de cônjuge na hipótese em que se tenha constatado o preenchimento dos requisitos legais para tanto, ainda que o cônjuge a ser acompanhado não seja servidor público e que o deslocamento não tenha sido atual
CORRETO.
Art. 84.  Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício de MANDATO ELETIVO dos Poderes Executivo e Legislativo.
CUIDADO: Esse afastamento é diferente da remoção a pedido. 
I) Remoção a pedido não existe essa hipótese aqui de cargo eletivo , é somente se o cônjuge for removido a serviço. 
Q330825 Se o cônjuge de determinado servidor público for deslocado para outra localidade do território nacional para exercício de mandato eletivo do Poder Executivo, circunstância que levou o servidor a requerer à administração pública a concessão de licença para acompanhamento de cônjuge, a concessão de licença ao servidor será admitida por prazo indeterminado, sem direito à remuneração
CORRETO. Note que isso aqui é licença por motivo de afastamento do cônjuge , que é DIFERENTE da remoção vinculada por afastamento do cônjuge. Essa licença será concedida se o cônjuge for deslocado para outro ponto do território n acional , para o exterior , ou para exercer mandato eletivo no executivo ou legislativo.
§ 1o A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração.
§ 2o No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja servidor público, civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, poderá haver exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional, desde que para o exercício de atividade compatível com o seu cargo. 
Para o Serviço Militar
Art. 85.  Ao servidor CONVOCADO para o serviço militar será concedida licença, na forma e condições previstas na legislação específica.
Parágrafo único.  Concluído o serviço militar, o servidor terá até 30 dias sem remuneração para reassumir o exercício do cargo.
O da CLT ele tem até 90 dias para voltar ao serviço para não perder os dias trabalhados do período aquisitivo antes dele ir para o serviço. 
Para Atividade Política
Art. 86.  O servidor terá direito a licença, sem remuneração, durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária, como candidato a cargo eletivo, e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral.
§ 2o A partir do registro da candidatura e até o 10º dia seguinte ao da eleição, o servidor fará jus à licença, assegurados os vencimentos do cargo efetivo, somente pelo período de 3 meses. 
Entre a escolha da convenção partidária e a véspera do registro da candidatura SEM REMUNERAÇÃO
Mas ai do registro da candidatura até o 10º dia após a eleição ele TEM REMUNERAÇÃO, limitado a 3 meses.
§ 1o O servidor candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de direção, chefia, assessoramento, arrecadação ou fiscalização, dele será afastado, a partir do dia imediato ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral, até o 10º décimo dia seguinte ao do pleito. 
Para Capacitação
Art. 87.  Após cada 5 anos (quinquênio) de efetivo exercício, o servidor poderá, NO INTERESSE da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até 3 meses, para participar de curso de capacitação profissional.
Parágrafo único.  Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis. 
Tratar de Interesses Particulares
Art. 91.  A critério da Administração, poderão ser concedidas ao servidor ocupante de cargo EFETIVO, desde que não esteja em estágio probatório, licenças para o trato de assuntos particulares pelo prazo de até 3 anos consecutivos, sem remuneração
Parágrafo único.  A licença poderá ser interrompida, a qualquer tempo, a pedido do servidor ou no interesse do serviço.   
X - participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada
João Paulo
João Paulo fez um comentário
muito bom
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