Resumo Organização da administração
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Resumo Organização da administração


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do Ente Federativo que criou a sociedade de economia mista.
CORRETO. Tem de ter cuidado como ele pergunta. Se falar SECO , realmente é necessário autorização para criar subsidiárias sim , entretanto existem exceções. 
PARTICIPAÇÃO DE OUTRAS PJ NAS EMPRESAS PÚBLICAS
REGRA: Desde que a maioria do capital votante permaneça em propriedade da União, do Estado, do Distrito Federal ou do Município, será admitida, no capital da empresa pública, a participação de outras pessoas jurídicas de direito público interno, bem como de entidades da administração indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
Obs.: E por regra constitucional, essa participação depende de autorização legislativa prévia.
Q846378 É possível criar uma empresa pública com capital minoritário de sociedade de economia mista, desde que a maioria do capital daquela pertença ao ente federativo que a instituir.
CORRETO. 
Q235216 No âmbito federal, a sociedade de economia mista, entidade integrante da administração indireta, pode ter participação no capital da empresa pública, desde que a maioria do capital votante desta pertença à União.
CORRETO. Note que essa é a regra 100% correta. Se é uma EP da União , a maioria do capital votante deve continuar pertencendo à União.
OBSERVAÇÕES DOUTRINÁRIAS
No que diz respeito às empresas estatais prestadoras de serviço público, não existe entre elas e a entidade estatal a que pertencem a relação jurídica de concessão de serviço público. A lei que autoriza a instituição da empresa pública já estabelece as suas finalidades, sendo impertinente a existência de contrato entre a entidade estatal criadora e sua empresa.
Tais empreendimentos, ainda quando voltados à prestação de serviço público, admitem lucro, e devem mesmo produzi-lo, para seu desenvolvimento e atrativo do capital privado. 
O LUCRO, PORÉM, não é o objetivo principal da empresa, nem mesmo quando explore atividade econômica, pois a atuação do Estado nesta área só se justifica quando haja relevante interesse coletivo ou seja imprescindível à segurança nacional\u201d
AS EMPRESAS PÚBLICAS: Sujeitam-se ao controle do Estado, na dupla linha administrativa e política, já que seu patrimônio, sua direção e seus fins são estatais. Vale-se tão somente dos meios da iniciativa privada para atingir seus fins de interesse público.
SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA: O que define a sociedade de economia mista é a participação ativa do Poder Público na vida e realização da empresa. Não importa seja o Estado sócio majoritário ou minoritário; o que importa é que se lhe reserve, por lei ou convenção, o poder de atuar nos negócios sociais.
Agências executivas 
Coisas de prova
Q911585 Autarquias e fundações públicas podem receber, por meio de lei específica, a qualificação de agência executiva, para garantir o exercício de suas atividades com maior eficiência e operacionalidade.
FALSO. 
I) A qualificação para agencia EXECUTIVA é por meio de um CONTRATO DE GESTÃO , e não lei específica. 
II) Lei especifica é o que confere a qualificação de agência REGULADORA \u2013 mas aí somente vale para autarquias
Q355865 As agências executivas diferenciam-se das agências reguladoras, entre outros aspectos, pela circunstância de não terem, como principal função, exercer controle sobre particulares prestadores de serviços públicos, mas sim a de exercer atividade estatal de forma descentralizada
CORRETO. Agência executiva nada mais é que uma autarquia ou fundação pública buscando maior autonomia na prestação de seus serviços \u2013 nada tem a ver com o poder regulatório de agências reguladoras.
Q402668 Pode ser qualificada como agência executiva a autarquia que tenha plano estratégico de reestruturação e de desenvolvimento institucional em andamento e que celebre contrato de gestão com órgão do governo federal
CORRETO. Os ministérios com quem as agências executivas celebram contrato de gestão nada mais são do que ÓRGÃOS do governo.
Teoria
É UMA QUALIFICAÇÃO dada a uma autarquia ou fundação que celebrou contrato de gestão com o ministério supervisor. 
Ela não é uma nova entidade, é resultado de uma qualificação dada a uma autarquia ou fundação. 
Q494613 E esse contrato de gestão tem periodicidade MÍNIMA de 1 ano.
Obs.: Já vi prova dizendo que \u201csão \u201ccriadas\u201d por decreto do chefe do executivo da esfera correspondente da autarquia/fundação\u201d
O Poder Executivo PODERÁ qualificar como agência executiva autarquia ou fundação que tenha em andamento um plano estratégico de reestruturação e desenvolvimento institucional e celebre com o Ministério supervisor um contrato de gestão
O referido PLANO ESTRATÉGICO definirá as diretrizes, políticas e medidas voltadas para o fortalecimento institucional da entidade e ampliação de sua autonomia, cujos aspectos básicos deverão constar do contrato de gestão, que terá o prazo mínimo de 1 ano.
O contrato de gestão serve como uma ferramenta de controle, do Poder executivo sobre a agencia executiva, através da observância das metas de desempenho fixadas nele. 
O OBJETIVO é aumentar a eficiência da autarquia ou fundação, mediante a ampliação de sua autonomia paralelamente à responsabilidade de seus administradores\u201d
QUALIFICAÇÃO
É feito por vias de um decreto do executivo (ato discricionário).
Através de um CONTRATO DE GESTÃO. 
CUIDADO: Note que NÃO é o contrato de gestão que irá conferir à agencia executiva as prerrogativas especiais, A ampliação da autonomia e outras vantagens a serem concedidas às agências executivas devem estar previstas em lei.
Agências reguladoras: 
Coisas de prova
Q589552 Embora possuam regime especial, AINDA ESTÃO SOB a supervisão Ministerial!
Q427857 Segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal, o regime celetista é incompatível com as funções de natureza pública exercidas pelos servidores das agências reguladoras
CORRETO. Elas ostentam natureza de autarquia em regime especial, e seus servidores são TODOS providos por concurso público e sob o regime estatutário. 
Q438554 O regime diferenciado das agências reguladoras revela o pleno atendimento às normas constitucionais que disciplinam as autarquias em geral, mas diferencia-se do regime das autarquias por determinadas características que visam aumentar a autonomia e a independência dessas agências.
CORRETO. Algumas das diferenças para as autarquias normais são: Mandato fixo dos seus dirigentes/ Diretoria colegiada/ Ampliação do poder normativo/ Poder regulatório.
Q436556 Cabe às agências reguladoras, concebidas a partir da década de 1990, regular a oferta de serviços providos por empreendedores públicos e privados, assim como implantar as políticas e diretrizes do governo federal direcionadas a seus respectivos setores de atuação
Q436554 As agências reguladoras exercem função normativa primária, observadas as normas hierarquicamente superiores
FALSO. Na verdade, as agências reguladoras, a despeito de realmente exercerem função normativa, quando assim o fazem, limitam-se a expedir regulamentos, os quais são atos normativos secundários. Isto porque retiram fundamento de validade das leis, devendo tão somente esmiuçá-las, visando a sua fiel e uniforme execução (regulamentos de execução), ou, no máximo, complementá-las, observando-se as diretrizes gerais fixadas pelo legislador (regulamentos autorizados, para o que os admitem). 
Q436450 A autonomia funcional concedida por lei às agências reguladoras resulta em processo decisório que reflete as demandas políticas de curto prazo
FALSO. São para demandas políticas de médio/longo prazo. Não por acaso, aliás, os dirigentes das agências têm mandato fixo e relativa estabilidade em seus cargos (art. 9º, Lei 9.986/2000), não podendo, pois, ser exonerados ad nutum, o que contribui para que possam atuar com independência técnica, blindando-os contra quaisquer interesses estritamente políticos e inconfessáveis
Q846962 Elas possuem discricionariedade técnica no exercício do poder normativo.
Q792354 Chamou