Resumo Princípios da administração pública
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Resumo Princípios da administração pública


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do controle determina que o controle das atividades da administração federal seja exercido em todos os seus níveis e órgãos, sem exceções
CORRETO. Ele está previsto no DL 200/67
Princípio da delegação de competência: Q756158 Entre esses princípios inclui-se aquele que autoriza que o administrador público federal, em determinadas situações, delegue competência para a prática de atos administrativos.
CORRETO. Princípio da delegação de competência está no DL 200/67
Art. 6º As atividades da Administração Federal obedecerão aos seguintes princípios fundamentais:
I - Planejamento.
II - Coordenação.
III - Descentralização. 
IV - Delegação de Competência. 
V - Controle. 
Princípio Republicano: É o princípio que orienta o acesso aos cargos públicos por concurso público.
É o princípio \u201cRepublicano\u201d que DEU INÍCIO AOS CONCURSOS PÚBLICOS
O preenchimento de cargos públicos mediante concurso público, por privilegiar a isonomia entre os concorrentes, constitui expressão do princípio constitucional fundamental REPUBLICANO
O Brasil adota a forma de governo, de acordo com o princípio REPUBLICANO, em que o acesso aos cargos públicos em geral é franqueado àqueles que preencham as condições de capacidade previstas na CF ou em normas infraconstitucionais obedientes ao texto constitucional.
Princípio do concurso público: CESPE já disse que a necessidade de concurso público para investidura em cargo público chama justamente \u201cprincípio do concurso público\u201d
Princípio da especialidade: A especialidade se baseia no princípio da indisponibilidade do interesse público e do dever de eficiência da atividade administrativa, inerente aos órgãos estatais, o que justifica a necessidade de descentralização dos serviços do estado e da desconcentração de atividades da estrutura orgânica da Administração\u201d. 
É um princípio aplicável à ADMINISTRAÇÃO INDIRETA. É como se fosse um princípio da \u201clegalidade\u201d e \u201cindisponibilidade do interesse público\u201d aplicável a elas.
Não pode o Estado se dispor do interesse público, não podem, assim, as entidades da administração indireta disporem de seus objetivos definidos para realizar outros, sob pena de ofensa aos dois princípios supracitados.
- Q661597 O princípio da especialidade decorre dos princípios da legalidade e da indisponibilidade do interesse público e concerne à ideia de descentralização administrativa.
- Q560969 O princípio da especialidade na administração indireta impõe a necessidade de que conste, na lei de criação da entidade, a atividade a ser exercida de modo descentralizado.
 
OUTROS PRINCÍPIOS QUE VI NO PDF:
- Princípio da Responsividade: No Estado Democrático de Direito se inova o princípio da responsividade, introduzindo um novo dever substantivo, em razão do qual o administrador público também fica obrigado a prestar contas à sociedade pela legitimidade de seus atos. A responsividade consiste, portanto, em apertada síntese, na obrigação de o administrador público responder pela violação da legitimidade, ou seja, pela postergação ou deformação administrativa da vontade geral, que foi regulamente expressa, explícita ou implicitamente, na ordem jurídica
Dessa forma, além de ser respeitado o princípio da legalidade (haja vista que estamos em um Estado Democrático de Direito), cumpre aos gestores públicos a responsividade (prestação de contas da sua gestão para com o povo, verdadeiro titular do múnus público).
- Princípio da Sancionabilidade: Por meio da sancionabilidade, o Direito Administrativo, em todas as suas atuações, incentiva determinadas condutas por meio de sanções premiais (benefícios) e desencoraja outras condutas por meio das sanções aflitivas (punições).
Como exemplo de sanção premial, temos o incentivo da administração para que os contribuintes paguem determinados tributos em dia, obtendo assim um desconto sobre o valor total devido. Como exemplo de sanção aflitiva, podemos citar a aplicação de multas para os administrados que não cumprirem com as normas previstas no CTB (Código de Trânsito Brasileiro).
Introdução
SIMULADO: O princípio da supremacia do interesse público é o mais importante princípio do Direito Administrativo.
FALSO. Não existe hierarquia de importância , e sim ponderação e harmonização diante o caso concreto. 
Os princípios comportam PONDERAÇÃO e HARMONIZAÇÃO , mas sem prevalência apriorística de um sob o outro.
\u201cInexiste hierarquia entre princípios. Nenhum deles deve ser visto como um valor absoluto, que não cede frente aos demais em hipótese alguma. Pelo contrário, o que se deve realizar é uma ponderação entre princípios que eventualmente se contraponham, à luz das circunstâncias do caso concreto, de modo a identificar qual deles deve, naquele dado caso, prevalecer sobre o outro. Mas, é possível que, sob circunstâncias diversas, a solução seja diversa, preconizando-se o outro em detrimento do primeiro princípio. Em suma, a ponderação deve ser feita caso a caso.\u201d
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
LEMBRAR: Note o âmbito de atuação \u2013 QUALQUER poder QUALQUER esfera ADM DIRETA E INDIRETA. Ou seja, TODO MUNDO deve observar isso.
A doutrina majoritária possui o entendimento de que, os princípios, por serem normas gerais e dotadas de altíssimo grau de abstração, possuem hierarquia superior, até mesmo, às demais normas jurídicas. Na visão do STF, violar um princípio, por exemplo, é muito pior do que violar uma lei, haja vista que, ao infringir um princípio, se está desobedecendo a todo o ordenamento jurídico vigente.
Violar um princípio é agredir a todo o ordenamento jurídico 
Os princípios possuem hierarquia superior às demais normas do ordenamento jurídico.
DIFERENÇA entre Normas, Princípios e Regras:
Normas: Tanto os princípios quanto as regras se originam da norma. A norma abarca tudo \u2013 é o conjunto de princípios e regras.
Princípios: podem ser tanto explícitos quanto implícitos, de forma que em ambos os casos são de observância obrigatória por todos os atingidos. Quando estivermos diante de um conflito entre dois princípios, deve-se proceder à ponderação entre os dois, de forma que jamais iremos aniquilar um deles em prol de outro princípio.
Regras: As regras, obrigatoriamente, dependem de publicação (que é condição de eficácia) para que devam ser observadas pelos administrados. Em caso de conflito entre elas, deve-se proceder a uma ordem cronológica de interpretações, de forma que o aproveitamento de uma implicará na exclusão da outra ao caso concreto
Supraprincípios ou Superprincípios: Os supraprincípios, também conhecidos como superprincípios, são aqueles dos quais derivam todos os demais princípios e normas do Direito Administrativo. Em nosso ordenamento, são dois: 
Supremacia do interesse público sobre o privado 
Indisponibilidade do interesse público.
Natureza da administração pública: É a de um múnus público para quem a exerce, isto é, a de um encargo de defesa , conservação e aprimoramento dos bens , serviços e interesses da coletividade. 
Portanto , impõe-se ao administrador público , a obrigação de cumprir fielmente os preceitos do direito e da moral administrativa que regem sua atuação. 
Fins da administração pública: os fins resumem-se em um único objetivo: o bem comum da coletividade administrada. 
Toda atividade do administrador público deve ser orientada para esse objetivo.
O fim, e não a vontade do administrador, domina todas as formas de administração. 
No desempenho dos encargos administrativos, o agente do poder público não tem a liberdade de procurar outro objetivo, ou de dar fim diverso do prescrito em lei para a atividade. Não podendo assim deixar de cumprir os deveres que a lei lhe impõe, nem renunciar a qualquer parcela dos poderes e prerrogativas que lhe são conferidos.
A competência delegada ou outorgada ao