Resumo Direito administrativo e o Estado
25 pág.

Resumo Direito administrativo e o Estado


DisciplinaDireito Administrativo I54.688 materiais993.479 seguidores
Pré-visualização25 páginas
Coisas de p rova
Q647 302 A admi n istração públi ca é o objeto pre cípuo do di re i to admi nistrativ o.
Q164 01 8 O di rei to públ ico subdi vi de -s e e m inte rno e ex te rno. O d i re ito públi co exte rno de sti na -se a re ge r as
rel õe s e ntre os Estados so be ranos e as ati vi d ade s i n di vi du ai s no pl ano i nte rnaci onal
Q487 344 Com b ase em cri ri o sub je tivo , a admi ni s tração bli ca c onfunde -se com os sujei tos que integram a
e strutura ad mini strativa do Estado.
CORRETO. A ide i a e stá correta, sen tido subj etivo admi ni stração públi ca é deno tada pel os suje i to s que
i nte gram a e strutura admi nistrativ a d o Es tado. Fi cou es tranho esse “co nf unde -se ”, mas de u como correto
I) O QUE NÃO PODE DIZER é que a admi ni stração pú bl i ca se conf unde com o pode r Exe cuti vo, ai não pode , pois
ADM públi ca é be m a m do me ro Po de r Ex e cuti vo.
Q872 376 En tre os obje tos do di re i to administrativ o, ramo do di re ito bli co, está a ati vi dade jurídi cao
conte nci o sa.
CORRETO. A tiv ida d e ju dica não co nten ciosa é a a tividad e realizada den tro da A dm inistra ção Púb lica, cuja s
decis ões não pos suem fo a de d ef initiv idad e, a ex emplo do julgamen to de um p ro cesso administrativo.
i ) O b rasil util iza o si ste ma Ú NICO INGLÊS: por i sso só ex i s te UM tri b unal que te m f orça de con te ncios o , que é o
j udi ci ári o. No si stema dual/f rancê s o tribun al admi ni strati vo també m e xe rce ri a atividade contenci osa.
Q821 70 A vo ntade do Estado é manife stada por mei o dos Pode res Ex e cutivo, Legi sl ati vo e Ju di ciári o, os quai s, no
e xe rcício da ativ idade administrativ a, de ve m obe d ncia às normas consti tu ci onai s própri as da admi ni s tração
públ i ca.
CORRETO. Mai s uma qu e stão ref o ando a ide i a de N ÃO CONFUNDIR Pode re s com A dmi ni stração bli ca.
Os trê s pode re s e stão suje i to s ao re grame nto da A dmi ni s tração b li ca quando atuarem no e xe rcí cio da
ativi dade administrativa. .
Q801 78 5 A regu l ão das rel õe s jurídi cas e ntre age nte s públi cos, e n ti dade s e órgãos est atais cabe ao di rei to
admi ni s trati vo, ao passo que a regul ão d as rel õ es en tre Es tado e socie dad e compe te ao s ramos do di rei to
pri vado, que re gu l am, por exe mpl o, as açõe s judi ci ai s de re s ponsabil i zação ci vi l do Estado
FALSO. É ju stame nte ao contrário. O co me ça da asse rti va e stá correta , real me nte o di rei to ad mi ni strati v o
e studa as re l açõe s e ntre age ntes , en ti dade s e órgãos públi cos. Mas e le TAMBÉM ESTUDA as re l õ e s e n tre
Estado e Soci edade .
DICA: Se mpre que o Estado e s tive r no mei o , vai se r dire i to PÚBLICO (e não di rei to pri v ado).
PRINCÍPIO DA SUBSIDIARIEDADE
Q854 529 Para o s autore s que defe nde m o pri ncípio da sub si di arie d ade, a ativi dade públi ca tem pri mazi a sobre a
i ni ci ati va pri vada, de ve ndo o ente parti cul ar se abste r de ex e rcer ati vi d ades q ue o Estado tenha condi çõe s de
e xe rce r por s ua própri a ini ciati v a e co m seus própri o s recursos
FALSO. A que s tão i nve rte u TO TALMENTE o pri n cípi o. É subsi di ário no se nti do de que O ESTADO É O
SUBSIDIÁRIO.
Na rea lid ad e, a i deia de su bsid ia riedade diz respeito à atuação do Estado, no sentido de que este somente deve
in tervir ou, mai s ainda, atuar di retamente, nos segmentos que não puderem ser ocupados, de manei ra efi ci ente e
harmônica , pel a ini ciativa privada. A p rimazia, portan to, d eve ser do s liv r es mercado s, em relação à in tervenção
estata l, esta sim , su b sidiária.
Composi ção do Esta do
Q349 468 O Estado é um e nte pe rsonalizado, ap rese ntan do- se não ape nas ex te rio rme nte , nas
rel õe s i n te rnaci onais , mas també m i nte rname nte , como pessoa j urídi ca de di re i to públ i co
capaz de adq ui ri r di re i to s e contrai r obri gaçõ es na ordem jurídi ca
CORRETO. O Estado é uma pessoa jurídi ca, se ndo ex te rn a q uando mante m rel õe s co m
outros Es tados , e inte rn o , quando mante m re l õe s i n te rnas.
Q303 294 Do pon to de vi s ta p ol íti co, o Estado é a comun i dade de homen s fi x ada s obre um
te rri tóri o, com pote s tade supe ri or de ação, de mando e de coe ão. Como e nte pe rsonal izado,
o Estado atua no campo do di re i to públ i co e do di rei to pri v ado, mante ndo sempre sua
pe rsonali dade úni ca de di re i to públ i co
CORRETO. Prof . co me ntou que i sso f oi COPIA E COLA do Hel y Lope s.
Estado: Soci e d ade Polí tica e Juridicamente organi zada em de te rminado te rri tóri o.
O Estado é PESSOA JURÍDICA, ti tul ar de di re i tos e ob ri gaçõe s p ara com ou tros e stado s ( outros Paíse s) e se us
ti tul ares ( se us e le me ntos).
Dize mos qu e o Estado é f ormado por trê s ele me ntos ori gi ri os e indissociáve i s:
POVO
TERRITÓRIO
G OVERNO SOBERANO
O Es tado é pesso a juríd ica d e d ireito b lico ex terno con stituída por três elemento s ind issociáv eis: po vo, terri rio e
go v ern o so b era no . O p ov o é o elemento human o; o terri rio é a ba s e f ísica; go v erno so b erano é a q uele qu e n ão se
su bmete a nenh um ou tro g ov erno, qu e ex erce o po d er ( em an a do povo) de a uto d etermina çã o e au to- o rga niza ção
No Bras il a f orma de e stado é a FEDERAÇÃO. Há uma re parti ção do pode r pol íti co do e stado . To da as cap acidade s
Fi nanceira, Admini strativa e Po tica são repartil hados (de s ce ntral ização ) .
Arti go 241: A ssu me que o Bras il é um f e de ral ismo coope rativo.
Os entes fe de rati v os vão coope rar e n tre si quando f o re m pre star um se rvi ço que s ej a comum a mai s de um
e nte fe de rativ o (por mei o de con vê ni o s e con sórci o)
Surgem os e nte s da f ede ração: U ni ão / Estados / DF e Muni cípios. Cada e n te d a fede ração re cebe uma parce la dos
pode re s f inancei ros, ad mi nistrativ os e pol íti cos.
É u m si ste ma admi ni s trati vo por DESAG REG AÇÃO, poi s se parti u de u m úni co es tado que centralizava todo o pode r.
Esse tipo de administrão tend e a conce ntrar mai or P ode r f i n ancei ro, admi ni strati vo e pol íti co e m um ente, no cas o
do Brasil maio r parte do pode r e s nas mãos da Uni ão.