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Apostila_de_E._Experimental_no_SISVAR

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no delineamento em 
blocos casualizados. 
FV GL SQ QM F 
Bloco 1b − SQ Bloco QM Bloco QM Bloco / QM Erro 
Tratamento 1t − SQ Trat QM Trat QM Trat / QM Erro 
Erro ( )( )1 1b t− − SQ Erro QM Erro 
Total 1tb − SQ Total 
 
Exemplo 1 de DBC 
 
 Em 5 bosques distintos, fizeram-se estudos referentes ao crescimento em altura de 4 
espécies de Álamo Americano. A distribuição dos tratamentos por blocos foi a seguinte: 
D B B C A D B A C D 
C A A D B C C D A B 
Bosque 1 Bosque 2 Bosque 3 Bosque 4 Bosque 5 
Cada parcela constituiu de uma plantação de 100 gemas dos clones. Quando o 
experimento estava com 5 anos idade, se mediu a altura de todas as árvores sobreviventes e se 
calculou uma média por parcela. 
 
 
 
 26 
Tabela 10. Altura média, em metros, por clones e por bosques das plantas cultivadas. 
Clones 
Bosques A B C D 
1 5,47 4,26 3,65 4,86 
2 4,56 4,56 4,87 3,95 
3 4,87 4,56 2,43 4,56 
4 4,26 3,65 3,04 3,65 
5 3,65 4,26 2,74 4,26 
 
Delineamento em Blocos Casualizados Balanceado (SISVAR) 
Sejam os dados da Tabela 10 referentes a um experimento instalado no delineamento 
em blocos casualizados para avaliar a altura de quatro espécies de Álamo Americano em 
cinco bosques distintos. 
a.3) Efetuar a análise de variância 
• Abrir o SISVAR e ir para Análise\Anava; 
• Abrir arquivo exemplo1 DBC.dbf (no quadro variáveis do arquivo deve aparecer as 
variáveis do arquivo a ser analisado); 
• Informar as Fontes de Variação. (No DBC, ver Tabela 7 → BLOCOS (BOSQUES), 
CLONES, Erro e Total. Não é necessário informar Erro e Total);Clicar em BLOCO, 
adicionar, CLONES, adicionar e Fim; 
• Clicar em Yes para encerrar o quadro de análise de variância; 
• Clicar em CLONES no Quadro “Opções do quadro da análise de variância”; 
• Escolher a opção Teste de Tukey e/ou de Scott-Knott (Deve-se pedir cada teste 
individualmente, clicar em CLONES, teste escolhido, Ok); 
• No quadro, “Variáveis a serem analisadas”, selecionar variável para analisar, no nosso 
exemplo “altura”; 
• Clicar em Finalizar\Finalizar. 
a.4) Saída dos resultados 
• Salvar relatório como exemplo1 DBC.doc 
 
 
 
 
 27 
Tabela 11. Dados de um experimento instalado no delineamento em blocos casualizados para 
avaliar a altura, em metros, de quatro espécies de Álamo Americano plantados em 
cinco bosques distintos. 
Clones Blocos Altura 
A 1 5,47 
A 2 4,56 
A 3 4,87 
A 4 4,26 
A 5 3,65 
B 1 4,26 
B 2 4,56 
B 3 4,56 
B 4 3,65 
B 5 4,26 
C 1 3,65 
C 2 4,87 
C 3 2,43 
C 4 3,04 
C 5 2,74 
D 1 4,56 
D 2 3,95 
D 3 4,56 
D 4 3,65 
D 5 4,26 
 
RESULTADOS 
 
Arquivo analisado: 
 
C:\Documents and Settings\Bessa\Meus documentos\Roberta\Curso de estatística 
experimental\exemplo 1de DBC.DB 
 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
 Variável analisada: ALTURA 
 Opção de transformação: Variável sem transformação ( Y ) 
 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 TABELA DE ANÁLISE DE VARIÂNCIA 
-------------------------------------------------------------------------------- 
FV GL SQ QM Fc Pr>Fc 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Clones 3 4.155695 1.385232 3.936 0.0362 
Blocos 4 2.803820 0.700955 1.992 0.1600 
erro 12 4.223580 0.351965 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Total corrigido 19 11.183095 
-------------------------------------------------------------------------------- 
CV (%) = 14.45 
Média geral: 4.1055000 Número de observações: 20 
 Teste Tukey para a FV Clones 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
DMS: 1.11437416745546 NMS: 0.05 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
 28 
Média harmonica do número de repetições (r): 5 
Erro padrão: 0.265316791779186 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
Tratamentos Médias Resultados do teste 
-------------------------------------------------------------------------------- 
C 3.346000 a1 
D 4.256000 a1 a2 
B 4.258000 a1 a2 
A 4.562000 a2 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Teste SNK para a FV Clones 
Médias DMS 
 NMS: 0.05 
-------------------------------------------------------------------------------- 
4 1.11437416745546 
3 1.00152091822158 
2 0.817522501282244 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Média harmonica do número de repetições (r): 5 
Erro padrão: 0.265316791779186 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
Tratamentos Médias Resultados do teste 
-------------------------------------------------------------------------------- 
C 3.346000 a1 
D 4.256000 a1 a2 
B 4.258000 a1 a2 
A 4.562000 a2 
-------------------------------------------------------------------------------- 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Teste Scott-Knott (1974) para a FV Clones 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
 NMS: 0.05 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
Média harmonica do número de repetições (r): 5 
Erro padrão: 0.265316791779186 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
Tratamentos Médias Resultados do teste 
-------------------------------------------------------------------------------- 
C 3.346000 a1 
D 4.256000 a2 
B 4.258000 a2 
A 4.562000 a2 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 
 
Tabela 12. Altura média (erro padrão) de clones de Álamo Americano, em metros. 
Clones 1Médias (erro padrão) 
A 4,56 a (0,26) 
B 4,26 a (0,26) 
C 3,35 b (0,26) 
D 4,26 a (0,26) 
1 – Médias seguidas da mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Scott-Knott, para o valor nominal de 5% de 
significância. 
 
 
 29 
Interpretação dos resultados 
 
Os resultados experimentais nos permitem concluir que houve efeito significativo dos 
diferentes dos diferentes clones de Álamo Americano (p=0,0362) sobre a altura das plantas. 
Não houve efeito significativo do controle local exercido pelos diferentes bosques (p=0,1600) 
sobre a altura das árvores. As árvores dos clones A, B e D apresentaram alturas 
estatisticamente iguais e superiores quando comparadas a árvore do clone C pelo teste de 
Scott-Knott considerando o valor nominal de 5% de significância. 
 
Exemplo 2 de DBC 
 Os dados da tabela 13, que se referem a um experimento de adubação de milho

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