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RELATORIO PAMELA CLINICA

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Sentiu-se mais disposto nos treinos e percebeu uma melhora no rendimento. Não ocorreu mudanças na rotina do sono. O paciente aumentou seu peso em 1,4 kg, não percebeu nenhuma mudança em seu corpo. Seu IMC permanaceu na eutrofia (IMC 19,93), e seu percentual de gordura aumentou (12,9% GC). Segundo seu recordatório alimentar houve pouca mudança na alimentação, mais relatou que aumentou o consumo de frutas e verduras. Em geral permaneceu as orientações e ira tentar realizar o que foi estabelecido.
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
A ciencia da nutrição é considerada muito nova, ainda não existe comprovações cientificas sobre determinadas dietas, conduta nutricional e alimentos. Estudos sobre a alimentação e nutrição são publicados periodicamente. Sendo assim, a área da nutrição clínica é desafiadora e exige que os profissionais se atualizem.
O estágio na clínica oportunizou na prática o conhecimento teórico adquirido durante o curso. Cada paciente atendido é tratado como único e cada patologia, sintoma relatado, referências alimentares, aversoões, rotina de vida e situação socioeconômica é levada em consideração na prescrição do plano alimentar. A conduta nutricional e a alimentação equilibrada promovem qualidade de vida e prevenção de enfermidades.
	O nutricionista cada vez mais deve levar as questões de mudanças de hábitos como ponto de partida para a qualidade de vida de seu paciente, não é uma tarefa fácil, pois a mudança ativa e continua demanda tempo e esforço das duas partes, tanto do profissional da Nutrição quanto do paciente.
REFERÊNCIAS 
BRASIL. RESOLUÇÃO CFN Nº 380/2005. Dispõe sobre a definição das áreas de atuação do nutricionista e suas atribuições, estabelece parâmetros numéricos de referência, por área de atuação, e dá outras providências. Disponível em Acesso em 28 nov. 2018.
BRASIL. Lei nº 8.234, de 4 de Abril de 1967. Dispõe sobre a ptofissão de Nutricionista, regula o seu exercício, e dá outras providências. Brasília, DF, 24 abr. 1967.
GILSON RS. Introduction. In: Principles of nutritional assessment. Nova York: Oxford University Press, 1990.
CUPPARI, Lilian (Org.). Guias de Medicina Ambulatorial e hospitalar da EPM-UNIFESP: Guia de Nutrição: Clinica no Adulto . 3. ed. Sao Paulo: Manole, 2014.
MAHAN, L. Kathaleen; ESCOOT-STUMP, Sylvia; RAYMOND, Janice L. Krause: alimentos, nutrição e dietoterapia. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2012.
PALMA, D; ESCRIVÃO, MAMS; OLIVEIRA, FLC. ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA. Guia de nutrição clínica na infância e na adolescência. Barueri, SP: Manole, 2009, 25 p. 
APÊNDICES
APÊNDICE A - Atividade na Escola Estadual João Durval
Figura 1 – Atividade na Escola Estadual João Durval (APÊNDICE A).
ABÊNDICE B – Folder desenvolvido para Evento SIN.
Figura 2 - Folder para as áreas de atuação do Nutricionista (ABÊNDICE B).
APÊNDICE C – Desenvolvimento protocolo
Figura 3 – Protocolo utilizado na clínica escola (APÊNDICE C).
Figura 4 – Protocolo utilizado na clínica escola (APÊNDICE C).
APÊNDICE D – Ação Sipat na Empresa Souza Cruz
Figura 5 – Ação do SIPAT realizada na empresa Souza Cruz (APÊNDICE D).
APÊNDICE E – Organização do evendo SIN
Figura 6 – Organização do evento SIN (APÊNDICE E).
APÊNDICE F - Desenvolvimento de livro de receitas 
Figura 7 – Livro de receitas para Hipertensos (APÊNDICE F).
APÊNDICE G – prática na cozinha pedagógica 
Figura 8 – Receitas preparadas na aula pratica (APÊNDICE G).
Figura 9 – Receitas preparada (APÊNDICE G).
Figura 10 – Receitas preparada (APÊNDICE G).

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