Anatomia das mamas
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Anatomia das mamas


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Anatomia das genitálias
Paulo Azizi 26/10/17
No sistema genital masculino, em um corte mediano, tem a genitália externa e interna. Quando termina a bexiga começa a genitália, começando pela parte prostática. A próstata é uma glândula localizada na parte inferior da bexiga. Essa glândula tem a principal função de secretar substâncias pra ajudar na formação do liquido seminal. Essa secreção é eliminada na uretra chamada prostática. Os canalículos excretores da próstata desembocam na uretra prostática. A próstata é atravessada por outro canal: o canal ejaculatório, que também desemboca na uretra. O canal ejaculatório é formado pela união de dois canais: canal da vesícula seminal e canal deferente. A vesícula seminal está na parte posterior e inferior da bexiga. Ela também secreta substancias que ajudam na composição do liquido. O canal ejaculatório passa por dentro da próstata e desemboca na uretra. 
A uretra masculina tem 3 porções: prostática, membranosa e esponjosa. A membranosa é no momento que a uretra atravessa o diafragma urogenital. Daí pra frente é esponjosa, onde passa dentro do corpo esponjoso do pênis. Na região membranosa não desemboca nada, mas lateralmente a uretra membranosa tem a glândula bulbouretral, e seu canal excretor desemboca na uretra esponjosa. Também auxilia na composição do liquido seminal. 
A origem do pênis é na raiz e no bulbo, ambos saem da região púbica e se unem na região bulbar. A região bulbar tem a parte esponjosa do pênis e essa parte é ímpar, mediana, e é atravessada pela uretra. A parte da raiz é par e é o corpo cavernoso do pênis. Na hora de uma ereção, ambas as partes cavernosas e a esponjosa, irrigam com sangue e a veia dorsal do pênis trava a saída de sangue, mantendo o pênis ereto. Quando chega na parte mais anterior do pênis, o corpo esponjoso se abre e recobre o corpo cavernoso, sendo assim chamada de glande. Essa glande tem uma área uretral, a mais anterior, é o meato uretral. Nesse meato tem o esfíncter externo da uretra, que controla a saída da micção e da ejaculação. Anteriormente (antes) a esse meato e esfíncter, tem uma área dilatada da uretra, a fossa navicular. Ela se dilata dentro da glande. Essa glande, quando vai recobrir o corpo cavernoso, tem a coroa da glande, dando um sulco (entre o corpo cavernoso e a glande) chamado de balamoprepucial. Nas crianças que não fazem boa assepsia, por causa da quantidade de glândula sebácea, fica uma película esbranquiçada. O prepúcio é a pele que recobre a glande e ela fica fixada na parte ventral do pênis. Ele deve ser retraído com facilidade expondo a glande, quando isso não acontece, é fimose, que dificulta a ereção peniana. A pele do pênis é contínua com a pele do escroto, mas se modifica de textura porque é mais enrugada no escroto e a coloração da pele escrotal é mais escura, além disso tem mais pelo. Além disso, o testículo que essa pele reveste, do lado esquerdo é normalmente mais inferior do que o direito. Quanto mais frio, mais próximo da região pélvica estarão os testículos e quando mais calor, mais afastado. Rebatendo a pele da região testicular, tem a camada que reveste o testículo, o septo do escroto. A camada entre a pele e o septo é a dartos. Quando tira a região septal, tem os testículos. A área que reveste a bexiga é peritônio, é um fundo de saco. Tem o pré-vesical (na frente da bexiga e atrás do púbis) e o vésicorretal (entre bexiga e reto), mais acima tem o pré-sacral (atrás do reto e na frente do sacro). O peritônio reveste o reto lateralmente, formando os fundos de saco pararretais. 
O testículo tem o formato de caroço de feijão. Tem uma borda mediana e uma lateral, a medial dá a rede testicular, que é o acúmulo de canais seminíferos provenientes dos lóbulos testiculares que vão em direção ao epidídimo. O epidídimo está sobre o testículo e ele é dividido em 3 partes: cabeça, corpo e cauda. A cauda afunila e forma o ducto deferente. O epidídimo armazena o espermatozóide formado no testículo. Esse canal deferente (da genitália externa) junta com o da vesícula seminal e forma o canal ejaculatório, que atravessa a próstata. No canal inguinal, há um espaço que comunica genitália interna com externa. Hérnias podem passar por dentro do canal inguinal, podendo ser uma hérnia redutível. Junta com a vesícula seminal e forma o ejaculatório, desemboca na uretra prostática. A junção é o utrículo prostático, um canal remanescente embrionário, que não libera nada. O exame de toque retal é muito indicado para avaliar a próstata porque ela está logo na frente do reto. Ele tenta sentir o sulco prostático, se não existir, há uma hipertrofia prostática. 
A posição anatômica do pênis é ereto, então o dorso é a parte de cima. Os corpos cavernoso e esponjoso tem trabéculas, que são muito vascularizadas e quando aumenta a irrigação o pênis fica ereto. Para realizar uma vasectomia anestesia-se a região testicular e pela parte posterior do testículo palpa-se o canal deferente e ao exteriorizá-lo, faz-se um corte. O funículo espermático envolve o deferente e ele passa a fazer parte do funículo. O músculo cremáster desce por dentro do canal inguinal e reveste a bolsa escrotal. É um prolongamento do obliquo interno do abdome. 
Tem uma cápsula testicular envolvendo todo o testículo, ela se projeta pro interior do testículo, formando septos interlobulares que dividem os lóbulos testiculares de formato triangular, onde tem os túbulos contorcidos/seminíferos. Depois passam a ser túbulos retos quando chegam na desembocadura na rede testicular. Eles se agrupam formando a rede testicular, que drena pra região epididimaria. O epidídimo é um grande túbulo contorcido. O cordão espermático é a mesma coisa que funículo espermático. Na mulher passa o redondo do útero e não o cordão espermático no canal inguinal. 
A vascularização é feita pela artéria ilíaca interna, que vai pro oco pélvico e se divide em várias artérias, abre um leque. Então, pra operar a genitália de um paciente, precisa pedir um ecodoppler da aorta e uma angioTC aortailíaca. 
No sistema genital feminino, em um corte mediano, identifica-se bexiga, útero e reto. Os fundos de saco são pré-vesical, vésico-uterino (de Douglas), útero-retal, pré-sacral e pararretais. A tuba uterina vai em direção ao ovário, que é o único órgão totalmente peritonizado, ou seja, envolvido por peritônio. Todos os outros são parcialmente envolvidos pelo peritônio. Essa tuba tem 4 porções até chegar ao ovário: a primeira é a uterina, ainda dentro do útero; istmo; ampola, onde ocorre a fecundação; e infundíbulo, onde tem as fimbrias/franjas infundibulares, que estão em contato com o ovário. O óstio externo da uretra é o orifício mais anterior encontrado na genitália. Atrás dele, tem o intróito vaginal, o inicio da vagina, que inicialmente é recoberto pelo hímen. A vagina vai da vulva até a entrada do útero. Lateralmente a vagina tem um fundo cego, o fórnix. Atrás tem o orifício do canal anal, o ânus, que apresenta dois esfíncteres: o externo e o interno. O externo é voluntário e o interno é involuntário. Chegando na região uterina, a entrada é chamada de colo do útero, que passa por um área mais estreita e depois alarga, é o istmo do útero. Após o istmo, tem o corpo e na parte mais superior, o fundo do útero. Entre o corpo e o fundo tem a origem da tuba uterina. A genitália externa tem o clitóris na linha media, depois a entrada da uretra, intróito vaginal e tudo é protegido pelos pequenos lábios. Lateralmente a eles tem os grandes lábios. A musculatura ao redor dos grandes lábios é a que movimenta a região da vulva. Tem também a musculatura do músculo transverso superficial e profundo do períneo, onde há o diafragma urogenital. O ovário se prende ao útero pelo ligamento útero-ovariano. A vascularização é feita pela ilíaca interna, que forma uma rede. A inervação é feita por nervos que envolvem o aparelho genital proveniente do plexo lombossacral. 
Na mama, rebatendo a pele, começa a musculatura, como o serrátil anterior, que chega à base da mama, abaixo tem o oblíquo