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MÔNICA ABRANTES
MEDICINA -P4 
FARMACOLOGIA TERAPÊUTICA
Fonte: www.science-display.com (Adaptado)
MEDICINA -P4 
FARMACOLOGIA TERAPÊUTICA
 São infecções causadas por parasitas intestinais, que
podem ser helmintos ou protozoários, e estão
diretamente relacionadas às condições de higiene,
saneamento básico, educação e habitação da população.
 Maior prevalência, principalmente em locais onde
condições sanitárias são precárias.
Parasitoses intestinais
MEDICINA -P4 
FARMACOLOGIA TERAPÊUTICA
 Dores abdominais, diarréia, flatulência, falta de apetite, 
perda de peso, náuseas e vômitos, tosse, febre, falta 
de ar, anemia, coceira no ânus, vontade de comer 
coisas diferentes ( terra, areia e tijolo) e até o óbito.
Manifestações clínicas
ANTIPARISATÁRIOS
 São medicamentos utilizados no
tratamento de parasitoses
PARASITOSE 
PROTOZOÁRIOS – Unicelulares → Giardíase, amebíase, 
leishmaniose, tripanossonomíase, malária ( pasmodium) e 
toxoplasmose ( toxoplasma gondii)
HELMINTOS – Pluricelulares → teníase, ascaridíase, ancilostomíase, 
enterobíase, stongiloídiase e esquistossomose
PROTOZOOSES
 Organismos unicelulares eucarióticos.
 Transmitidos por insetos (vetores) ou
pela via fecal-oral.
 Transmitidos por humanos → residem no
sangue ou intestino
Giardia lamblia Entamoeba histolytica Trypanosoma cruziTrichomonas vaginalis
CAUSADAS POR:
PROTOZOOSES - Amebíase
Doença Características clínicas
Amebíase
(Entamoeba
histolytica)
Transmissão: ingestão de cistos presentes nas
fezes, água e alimentos contaminados.
Pacientes podem ser assintomáticos
Sintomas: dor abdominal, flatulência, diarreia, fezes
sanguinolentas (raias de sangue).
Forma mais comum é a intestinal no cólon.
Extra intestinal - fígado → abscesso hepático
PROTOZOOSES - Giardíase
Doença Características clínicas
Giardíase
(Giárdia lamblia)
Transmissão: ingestão de cistos presentes nas fezes
contaminadas, na água e alimento. Moscas e baratas
também podem transportá-los.
Pacientes podem ser assintomáticos.
Infesta intestino delgado
Sintomas: diarreia disabsortiva (esteatorréia), dor
abdominal, distensão, flatulência, inapetência...
Principalmente em crianças. Em adultos pode causar
pânico. (Neves,1998)
PROTOZOOSES 
Tricomoníase
Tricomoníase
(Trichomonas
vaginalis)
Transmissão: sexual, roupas íntimas, de cama, toalhas
de banho úmidas e assentos de banheiros.
Sintomas: mulher → edema vaginal, manchas
avermelhadas na vulva, corrimento branco-
amarelado, prurido intenso, cervicite e disúria).
Homens → infecção geralmente é assintomática, pode
surgir uretrite com corrimento purulento, dor durante
a micção e inflamação na próstata
Obs.: tratar o parceiro sexual
Doença Características clínicas
Fonte: www.science-display.com
PROTOZOOSES - leishimaniose
Doença Características clínicas
Leishmaniose
(Leishmania donovani:
visceral, L. brasiliensis
cutânea)
Transmissão: Vetor - mosquito Phlebotomus
ou Lutzomyia.
Manifestação clínica:
Forma visceral ou calazar:
Hepato esplenomegalia, linfadenopatia,
pancitopenia, febre, perda de peso
Forma cutânea: localizada, branda, úlceras na
pele
Como evitar PARASITOSES
Medidas preventivas
• Manter sempre limpas as instalações sanitárias
• Manter limpas as roupas de cama, roupas íntimas e toalhas
• Somente usar chupetas depois de fervê-las
• Lavar as mãos antes das refeições e após uso dos sanitários
• Cortar e escovar sempre as unhas das crianças
• Evitar que as crianças e adultos andem descalços
• Beber águas sempre fervida ou filtrada
• Ferver sempre o leite
• Evitar banho em rios poluídos
• Evitar carne mal cozida
• Lavar bem as frutas, verduras e legumes antes de comê-los
• Conservar alimentos e depósitos de água sempre bem cobertos
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Apresentações → suspensão oral, comprimidos,
gel vaginal e ampolas para uso IV.
 Indicações → amebíase, giardíase,
tricomoníase, bactérias anaeróbias.
 Posologia → Crianças : 50 mg/Kg dose única ou
15 mg/Kg 3x dia/ 7dias ou 10 dias. Adulto: 500mg,
3xdia/ 10 dias.
Metronidazol/benzoilmetronidazol (flagyl®)
Farmacoterapia
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Apresentações → suspensão oral, comprimidos,
gel vaginal
Indicações → amebíase, giardíase, tricomoníase
Secnidazol (secnidal)
Farmacoterapia
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
EVITAR em gestantes e lactantes
Apresentações → suspensão oral, comprimidos,
creme
Indicações → amebíase, giardíase, tricomoníase,
bactérias anaeróbias.
Posologia 2- 4g- dose única a 2x/dia- 2 a 5 dias.
Tinidazol (facyl)
Farmacoterapia
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
suspensão oral
comprimidos
Posologia: 7,5 mg/ kg, (2x dia/ 3 dias).
Crianças > 1 ano, parasitose confirmada. Profilaxia
acima de 4 anos.
Indicações → amebíase, giardíase, tricomoníase,
bactérias anaeróbias, nematelmintos comuns, filiformes
e platelmintos.
Nitazoxanida (annita®)
Farmacoterapia
Fonte: www.science-display.com
PROTOZOOSES - Toxoplasmose
Doença Características clínicas
Toxoplasmose
(Toxoplasma 
gondii)
Parasito de gato e outros felinos
Doença pode ser congênita
- lesões graves no SNC, retardo mental,
coriorretinite, hepato esplenomegalia
Doença adquirida
-febre, mialgia, lifadenopatia, coriorretinite
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Doença Características da patologia
Doença de chagas
(Trypanosoma cruzi)
Transmissão: picada do barbeiro
Aguda: normalmente branda, febre, linfadenopatia,
esplenomegalia, insuficiência cardíaca
Crônica: coração aumentado, trombos (êmbolos
pulmonares, sistêmicos ou infarto), necrose;
megaesôfago; megacolo
Leishmaniose
(Leishmania donovani:
visceral, L. brasiliensis
cutânea)
Transmissão: mosquito Phlebotomus ou Lutzomyia
Forma visceral ou calazar: hepatoesplenomegalia,
linfadenopatia, pancitopenia, febre, perda de peso
Forma cutânea: localizada, branda, úlceras na pele
Pneumocistose
(Pneumocystis carinii)
Causa: infecção pulmonar em pacientes
imunodeprimidos (quimioterapia, corticoidoterapia,
AIDS)
Protozooses
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Doença Características da patologia
Malária
(Plasmodium
falciparum, 
P. malariae, P. 
vivax)
Transmissão: mosquitos fêmeas Anopheles
Infectam os eritrócitos, os quais se agregam ao
endotélio vascular: isquemia (malária cerebral)
Sintomas: febre alta, tremores musculares
acentuados (3 a 4 dias), posteriormente hepato
esplenomegalia
Protozooses
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Doença de chagas 
(tripanossomíase americana)
• Benzonidazol (rochagan®) → cp
por 90-120 dias
• Efeitos indesejáveis →
exantemas, neuropatia periférica
Outras 
protozooses
Leishmaniose (visceral ou calazar
tegumentar americana ou monocutânea)
• Antimoniato de meglumina
(glucantime®) → ampola IM por 20-30
dias
• Efeitos indesejáveis → pancreatite,
arritmias
Pneumocistose
• Sulfametoxazol+trimetoprim
• Apresentação: comprimido,
suspensão e ampola.
Malária
• Cloroquina (oral ou IM)
• Resistência a
cloroquina (quinina +
pirimetamina +
sulfadoxina ou quinina +
pirimetamina +
sulfametoxipiridazina
Toxoplasmose
• Pirimetamina + 
sulfadiazina + 
ácido folínico → 
cp por 1 ano
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Farmacoterapia das 
principais helmintíases
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosHelmintos
As infecções por helmintos afetam mais de 2
bilhões de pessoas em todo o mundo
Parasitos eucarióticos
Vermes patogênicos aos seres humanos são:
nematódeos (vermes cilíndricos) e dois tipos de
platelmintos (vermes achatados → esquistossomos
ouem forma de fita → tênias)
Fascíola hepática.
Características
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosHelmintos
Ascaris lumbricoides Ascaris lumbricoides Taenia spp
S. mansoni
N. Americanus
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Características
Anti helmintos
Mecanismo de ação
 Atuam por destruição do parasita, paralização ou
expulsão do hospedeiro infestado
 Pacientes contaminados por mono ou
poliparasitoses, extra intestinais, vasos linfáticos,
cérebro, fígado e etc.
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Parasitose Características da parasitose
Ancilostomíase 
necatoríase ou 
amarelão
(Ancylostoma
duodenale)
(Necator americanus)
Transmissão: penetração do parasita através da pele (pés,
mãos, pernas, nádegas ou ingestão dos vermes em alimentos
contaminados mal cozidos ou lavados
Sintomas: vermes adultos se instalam no intestino dos
humanos, nutrindo-se de sangue do hospedeiro e causando
anemia. Nos casos mais graves: hemorragia no fígado, tosse,
febre, anemia, perda de apetite e fadiga
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Parasitose Características da parasitose
Ascaridíase 
(Ascaris 
lumbricoides)
Transmissão: ingestão dos ovos
encontrados no solo, água, alimentos e
mãos que tiveram um contato anterior com
fezes humanas contaminadas
Sintomas: assintomático, febre, dor de
barriga, diarreia, náuseas, bronquite,
pneumonia, convulsões e esgotamento
físico e mental
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Parasitose Características da parasitose
Enterobíase
(oxiuríase)
(Enterobius
vermiculares)
Transmissão: consumo de água ou alimentos
contaminados, disseminação fácil no domicílio
Sintomas: náuseas, vômitos, dores abdominais e
fezes com sangue. Nas mulheres, o verme pode
migrar do ânus para a vagina, causando coceira e
corrimento, podendo haver também infecções no
sistema urinário
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Parasitose Características da parasitose
Tricuríase
(Trichuris
trichiura)
Transmissão: consumo de água ou de
alimentos contaminados com os ovos do verme
Sintomas: anemia, diarreia, enjoos, vômitos,
prolapso retal e ás vezes enterorragia.
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Parasitose Características da parasitose
Estrongiloidíase
(Strongyloides
stercoralis)
Transmissão: vermes vivem no solo e infectam os
humanos quando as larvas penetram na pele
Sintomas: diarreia, distensão abdominal (problema maior
em pacientes imunocomprometidos: carga parasitária alta,
sepse por bactérias intestinais)
Sepse por gram negativo e síndrome de Löffler
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Parasitose Características da parasitose
Teníase
(Taenia saginata / 
T. solium)
Transmissão: ingestão de carne bovina e suína
contaminadas
Ingestão de cisticercos (larvas) →
desenvolvimento a T. solium ou T. saginata no
intestino (teníase) → sintomas abdominais
brandos
Ingestão de ovos de T. solium na alimentação ou
água → larva eclode, penetra na parede
intestinal migra para vários órgãos (cisticercose
→ convulsões, aumento pressão intracraniana)
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Anti helmintos
Parasitose Características da parasitose
Himenolepíase
(Hymenolepis nana)
Transmissão: maus hábitos higiênicos,
ingestão de alimentos e bebidas
contaminados por fezes de roedores.
Sintomas: Diarréias, dor abdominal, agitação,
insônia, irritabilidade, raramente ocorrem
convulsões e perda de consciência, extensas
lesões na mucosa intestinal com pequenas
ulcerações e perda de peso
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Parasitose Características da parasitose
Esquistossomose
(Schistosoma mansoni)
Transmissão: caramujos de água doce que
vivem em rios, lagos, trincheiras de irrigação.
Larva infectante (cercária) penetra na pele
humana. Os esquistossomas migram para
vasos periféricos, pulmão, vasos hepáticos,
granuloma e fibrose hepática
Sintomas: febre, hipertensão portal e pulmonar,
insuficiência cardíaca, esplenomegalia, varizes
esofágicas e ascite
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Benzimidazóis Características 
Mebendazol,
tiabendazol e 
albendazol
FARMACODINÂMICA: Inibição da captura de glicose,
Ligação a β tubulina.
Potência relativa ao mamífero de 250 a 450 vezes. Taxa
de eficácia anti nematódeos e platelmintos de 60 a
100%.
ABSORÇÃO : VO, biodisponibilidade aumenta com a
ingesta de gordura.
METABOLISMO: hepático.
O Tiabendazol libera Sulfóxido, composto ativo que
desencadeia apoptose do parasito, característica que o
diferencia dos demais benzimidazóis.
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Benzimidazóis Características 
Mebendazol,
tiabendazol e 
albendazol
N. filiforme: Eficaz em dose única
Stongyloides e filária
Posologia: 2x dia por 3 dias
Ancilóstomo
Posologia: 2X dia por 5 dias
LARVAMIGRANS CUTÂNEA
Forma tópica eficaz - TIABENDAZOL
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
PRAZIQUANTEL Características 
ESQUISTOSSOMOSE
CISTICERCOSE
( adultos, cercarias e 
larvas )
FARMACODINÂMICA: Compromete a ligação do Ca+2 ,
em canais de entrada rápida, paralisa o parasito,
sensibiliza o tegumento favorecendo resposta imune
do hospedeiro.
GREENBERG,2005.
ABSORÇÃO : VO
METABOLISMO: hepático, metabólitos inativos.
Seguro para grávidas e lactentes.
Reacões adversas: febre baixa e urticária
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Anti helmintos
Farmacodinâmica 
contra teníase
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
Niclosamida Características 
TÊNIA SOLIUM E 
SAGINATA
FARMACODINÂMICA: Danifica o escólex, assim
depreende da parede intestinal e o verme é
eliminado.
dose única após refeição leve, associado a laxante 2h
após, devido ao risco de liberar ovos não afetados
pela niclosamida.
ABSORÇÃO : VO
METABOLISMO: hepático
REAÇÕES ADVERSAS : Náuseas, vômitos e cefaleia.
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
PIPERAZINA
PAMOATO DE 
PIRVÍNIO
Características 
NEMATÓDIOS 
COMUNS E 
FILIFORMES FARMACODINÂMICA: Inibe a transmissão 
neuromuscular, ação gabaérgica, os vermes 
ficam paralisados, expelidos vivos. Deve ser 
administrado com laxante (SENE). Pouca ação no 
hospedeiro.
ABSORÇÃO : VO
METABOLISMO:hepático, metabólitos inativos 
eliminados via renal.
REACÕES ADVERSAS: febre baixa, urticária, 
broncoespasmo e vertigem.
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
DIETILCARBAMAZINA
IVERMECTINA Características 
FILÁRIA 
ONCOCERCOSE
( cegueira)
Derivado da piperazina.
FARMACODINÂMICA: Interfere no metabolismo
aracdônico. Expõe o tegumento do parasito á
resposta imune do hospedeiro. Não se aplica a
ONCOCERCOSE, neste caso apenas a
IVERMECTINA, produto semi-sintético de
actinomeceto, abre os canis de cloro –
glutamato, existente apenas em invertebrados,
leva a paralisia motora
ABSORÇÃO : VO, ampla distribuição exceto no
tec. Adiposo. Eliminação renal em 48h.
Reações adversas : Náuseas, vômitos e cefaleia.
Macêdo, C.L. 2015
AntiparasitáriosAnti helmintos
LEVAMISOL Características 
Ascáris lumbricóides
FARMACODINÂMICA : Ação em receptores
nicotínicos, paralisa os vermes.
Imuno modulador.
ABSORÇÃO : VO
Dose única.
METABOLISMO HEPÁTICO.
Eliminação renal em 4h.
REAÇÕES ADVERSAS : Pouco relato.
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Tratamentos das helmintíases intestinais
Anti helmintos
Parasitose Fármaco escolha Fármaco2º 
Ancilostomíase 
necatoríase ou 
amarelão
(Ancylostoma duodenale)
Mebendazol ou pirantel Albendazol
Ascaridíase 
(Ascaris lumbricoides)
Mebendazol ou pirantel Piperazina ou albendazol
Enterobíase (oxiuríase)
(Enterobius vermiculares)
Mebendazol ou pirantel Piperazina ou albendazol
Tricuríase
(Trichuris trichiura)
Mebendazol Albendazol
Estrongiloidíase
(Strongyloides stercoralis)
Tiabendazol Albendazol
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Parasitoses e acometimento pulmonar
Anti helmintos
Parasitose Achados clínicos Fármaco
Entamoeba hystolitica Derrame pleural e abscesso
pulmonar
Metronidazol
Ascaridíase 
(Ascaris lumbricoides)
Infiltrações migratórias e 
broncoespasmo
Sindrome de Löffler
Mebendazol
Albendazol
Nitazoxanida
Enterobíase (oxiuríase)
(Enterobius vermiculares)
Prurido anal Pamoato de 
pirvineo
Ancilostomíase Infiltração em placas Mebendazol
Albendazol
Estrongiloidíase
(Strongyloides stercoralis)
Infiltração difusa Tiabendazol
Mebendazol
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Tipos de vírus VÍRUS DOENÇA 
Vírus DNA
Pox vírus varíola
Herpes vírus Catapora, herpes 
zoster, herpes simples
Adenovírus Faringite e conjutivite
Vírus RNA
Ortomixovírus gripe
paramixovírus Sarampo, caxumba e 
Vírus.
Adenovírus , picornavírus
Retrovírus
Faringite ,conjuntivite
Resfiado, meningite, 
poliomielite
SIDA
Antivirais
Vírus DNA
Macêdo, C.L. 2015
Antiparasitários
Antivirais
Wikipédia,2016
Investigação do mecanismo de ação espasmolítica 
de FGAL, isolada de Piptadenia stipulaceae Benth
(Fabaceae), em aorta de rato e traquéia de cobaia
Prevenção - não farmacológica
Antivirais
Procure o posto 
de saúde.
Investigação do mecanismo de ação espasmolítica 
de FGAL, isolada de Piptadenia stipulaceae Benth
(Fabaceae), em aorta de rato e traquéia de cobaia
Antivirais
Farmacodinâmica das principais classes antivirais
 Análogos dos nucleosídeos – inibem a transcriptase reversa 
viral. Ex: lamivudina, zidovudina
 Análogos não- nucleosídeos- inibem a transcriptase reversa 
viral. Ex: efavirenz
 Inibidores de proteases – impedem o processamento da 
proteína viral. Ex: Saquinavir, Indinavir
 Inibidores da DNA - polimerase viral – impedem a 
replicação. Ex: Aciclovir e fanciclovir
 Inibidores da desmontagem da cápsula viral. 
Ex: Amantadina
 Inibidores da neuroaminidase- impedem que o vírus 
esacape das células infectadas. Ex: Oseltamivir
 Inibidores da integrasse do HIV – impedem a incorporação 
do DNA viral ao genoma do hospedeiro. Ex: ratelgravir
Multiresistência e recombinação
Antivirais
AntiviraisAnti - influenza A e B
Imunoglobulinas:
Inosina pranobex
Interferon
Antivirais
Fármacos anti Herpes vírus
ACICLOVIR FANCICLOVIR VALACICLOVIR
Inibidores da DNA- polimerase
 Varicela zoster – catapora, herpes Zoster
 Herpes simples – genital e labial ( VO e tópico)
 Encefalopatia herpética - EV
 Uso profilático – pacientes em risco de reativação de vírus latente 
frente à quimioterapia , pulsoterapia com corticoide e 
radioterapia.
* Indivíduos com recorrência frequente de herpes simples.
Antivirais
Biofármacos e imunomoduladores
INTERFERON - α RIBAVIRINA 
 Hepatite B e C Vírus sincicial respiratório
* Associação de interferon por via SC e riabavirina VO é padrão em hepatite c.
O protocolo de tratamento : 6 meses de tratamento para os infectados com os 
genótipos 2 e 3. Para os de genótipo 1, a duração é de 1 ano
VO
SC
AntiviraisANTI SIDA
o primeiro inibidor da protease do HIV aprovado.
 É um peptidomimético hidroxietilamínico
 Inibe a replicação tanto do HIV-1 quanto do HN-2.
(Noble e Faulds, 1996)
Mecanismos de ação e resistência.
 Típico dos inibidores da protease do HIV, resistência de alto nível 
requer acúmulo de mutações de multirresistência.
 A replicação viral frente ao saquinavir leva à seleção de vírus 
resistentes ao fármaco.
SAQUINAVIR Antivirais
Antivirais
 BIODISPONIBILIDADE - oral é baixa , deve ser administrado em 
combinação com ritonavir em doses baixas, aumentam em 20-30 vezes a 
biodisponibilidade saquinavir.
(Flexner, 2000)
 Administração -VO- 1 ou 2 vezes/dia, associado ao ritonavir.
 Metabolismo - CYP3A4 intestinais e hepática → metabólitos inativos 
contra o HIV-1.
 Efeitos adversos. GI: náuseas, vômitos, diarreia e desconforto 
abdominal. Uso a longo prazo associado à LIPODISTROFIA.
Anti - HIV
Saquinavir – inibidor de protease viral
INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA
 Coadministração de indutores de CYP3A4, como rifampicina, fenitoína ou 
carbamazepina, reduz as concentrações de saquinavir e deve ser evitada.
(Flexner, 1998)
 Quando combinado com o ritonavir e análogos nucleosídicos, produz 
reduções da carga viral.
 Não é mais prescrito no mundo desenvolvido devido a comodidade posológica, 
mas permanece popular como uma combinação genérica com ritonavir. 
 Saquinavir – inibidor de protease viral
Antivirais
Mostra-se ativo contra o HIV-1 e o HIV-2, embora possa
exibir uma atividade ligeiramente menor contra HIV-2 .
A associação de dois ou mais fármacos ( ITRs nucleosideo, 
lamivudina e não nucleosideo, inibidor da integrina, ratelgravir
e inibidor da protease, Saquinavir)
Mecanismos de resistênda. 
O ritonavir é principalmente usado como um intensificador 
farmacocinético (inibidorda CYP 3A4), e não se sabe se as baixas 
doses empregadas com este objetivo induzem mutações de 
resistência ao ritonavir.
Ritonavir Antivirais
Efeitos adversos
 GI - náuseas, vômitos, diarreia, anorexia, dor abdominal e 
alteração do paladar dependentes da dose. Pode serem reduzidos 
se o fármaco for tomado com as refeições. 
Parestesias periféricas e periorais podem ocorrer na dose 
terapêutica de 600 mg 2 vezes/dia. Tais efeitos colaterais 
regridem em poucas semanas após o início da terapia.
Causa elevações nos níveis séricos de colesterol total e 
triglicerídeos, dose dependente.
Ritonavir Antivirais
Efeitos adversos
 Desde a década de 1990 o número de antivirais é crescente.
Novas estratégias baseadas em conhecimentos biológicos e 
avanços da imunoterpaia nortearão a terapia antiviral
Novo fármaco que impedem a função do receptor linfocítico CCR5, 
porta de entrada para o HIV.
 A vacina efetiva seria a arma terapêutica ideal se não sucumbisse 
ao desvio antigênico, mutação. O caminho futuro esta na interface 
da imunidade inata e adaptativa dos seres humanos. 
Perspectivas e prospecções antivirais 
Fonte: www.science-display.com (Adaptado)
Melhor prevenir que remediar...
OBRIGADA