Relatorio 1   Cinetica Quimica
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Relatorio 1 Cinetica Quimica


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FACULDADE DE AMERICANA 
Curso de Engenharia Química 
 
 
 
 
JEFERSON NEVES MESQUITA - RA: 20161605 
JOÃO VITOR PASSONI GONÇALVES - RA: 20160102 
THAYS ZERBINATI MARTINI - RA: 20160383 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DAS REAÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AMERICANA, SP 
2018 
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JEFERSON NEVES MESQUITA - RA: 20161605 
JOÃO VITOR PASSONI GONÇALVES - RA: 20160102 
THAYS ZERBINATI MARTINI - RA: 20160383 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DAS REAÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
Professora: Silvia Vaz Guerra Nista 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AMERICANA, SP 
2018
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Sumário 
1.0. Introdução .......................................................................................................... 4 
2.0. Objetivo .............................................................................................................. 4 
3.0. Parte Experimental ........................................................................................... ..4 
3.1. Materiais e Reagentes\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026.4 
3.2. Procedimentos\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026..5 
4.0. Resultados e Discussões \u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026...6 
5.0 Parte II ...................................................................................................................7 
6.0. Conclusão\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026....9 
Referências bibliográficas ...................................................................................... 10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1.0. INTRODUÇÃO 
 
A cinética química é a área responsável pelo estudo da velocidade das reações, 
analisando os diferentes fatores que interferem na mesma. Uma das finalidades de tais 
estudos, é controlar o tempo da reação, dependendo do uso que esta terá. 
 
Podemos classificar as reações como lentas ou rápidas, sendo que algumas 
possuem duas etapas, onde a de menor velocidade tem maior importância nos estudos 
cinéticos. As reações rápidas podem ser exemplificadas por uma reação de 
neutralização, ou precipitação, enquanto a lenta, fermentação. Reações em sistemas 
homogêneos tendem a ser mais rápidas, devido a um melhor contato entre os 
reagentes. 
 
Fatores como natureza, concentração, pressão, contato e temperatura são 
grandes influentes nos experimentos realizados em aula. O relatório a seguir apresenta 
tais práticas, analisando de forma empírica como as reações são afetadas. 
 
A natureza da reação está ligada a características dos próprios reagentes, sendo 
determinada por uma constante que varia conforme o elemento. A superfície é a forma 
como os reagentes se \u201cencostam\u201d. A concentração é diretamente proporcional a 
velocidade, assim como a temperatura. A pressão é uma variável em sistema gasoso, 
sendo também diretamente proporcional. Agentes externos também podem causar 
mudança na velocidade, como por exemplo um catalisador, que age no caminho que a 
reação irá ocorrer. 
 
Utilizou- se também de meios gráficos, para que fosse determinada a ordem da 
reação. Podemos definir a ordem como a relação entre velocidade e concentração dos 
reagentes, podendo ser de ordem n, iniciando na ordem 0. 
 
 
2.0. OBJETIVO 
 
Observar e refletir os fatores que afetam a velocidade de uma reação. 
 
 
3.0. PARTE EXPERIMENTAL 
 
3.1. Materiais e Reagentes 
 
\u2022 Solução de ácido sulfúrico 0,3mol/L; 
\u2022 Solução de tiossulfato de sódio 0,3mol/L; 
\u2022 Solução de tiossulfato de sódio 0,15mol/L; 
\u2022 Solução de ácido clorídrico 2mol/L; 
\u2022 Zinco em pó; 
\u2022 Comprimido efervescente; 
\u2022 Água oxigenada (H2O2); 
\u2022 Dióxido de manganês (MnO2); 
\u2022 Água destilada; 
5 
\u2022 Béquer; 
\u2022 Tubos de ensaio. 
 
3.2. Procedimento 
 
A) Verificação da influência da concentração dos reagentes na velocidade 
da reação. 
Considerar a seguinte reação: H2SO4 + Na2S2O3 \u2192 Na2SO4 + SO2+ H2O+ S 
1. Colocar em um tubo de ensaio 15 mL de H2SO4 (ácido sulfúrico - 0,3 mol/L) 
e 15 mL de Na2S2O3 (tiossulfato de sódio - 0,3mol/L). 
2. Assim que as duas soluções entrarem em contato, acionar o cronômetro. 
Anotar o tempo gasto para que se inicie a turvação da solução. Esta 
turvação indica o início da formação do precipitado (S, enxofre). 
3. Repetir o item anterior com o Na2S2O3 (0,15 mol/L). 
 
B) Verificação da influência da temperatura na velocidade da reação. 
Considerar a seguinte reação: 2HCl + Zn \u2192 ZnCl2 + H2 
1. Aquecer 10 mL de HCl (2,0 mols/L) a 40oC (Banho Maria), em um tubo de 
ensaio (Utilizar a estante). CUIDADO! 
2. Em outro tubo de ensaio adicionar 10 mL de HCl (2,0 mols/L) à temperatura 
ambiente. 
3. Adicionar uma ponta de espátula de zinco em cada tubo e verificar o que 
acontece. 
 
C) Verificação da influência da superfície de contato de um reagente sólido 
na velocidade da reação. 
1. Cortar o comprimido efervescente ao meio. 
2. Triturar uma das metades do comprimido com o auxílio de almofariz e 
pistilo. 
3. Colocar a outra metade em um tubo de ensaio (30mL - grande). 
4. Transferir o comprimido triturado para um outro tubo de ensaio (30mL- 
grande). 
5. Em cada um dos tubos adicionar 30 mL de água, e acionar o cronômetro; 
6. Observar atentamente a velocidade de liberação das bolhas. 
D) Verificação da influência do catalisador na velocidade da reação 
Considerar a seguinte reação: 2H2O2 \u2192 2H2O + O2 
6 
1. Colocar em um béquer aproximadamente 20 mL de água oxigenada. 
2. Observar a decomposição da água oxigenada sob a influência da luz. 
3. Em outro béquer adicionar aproximadamente 20 mL de água oxigenada, e 
uma ponta de espátula de dióxido de manganês (MnO2). Observar. 
4. 
4.0. RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
A) Verificação da influência da concentração dos reagentes na velocidade 
da reação. 
Neste experimento colocamos em um tubo de ensaio 15 ml de H2SO4 0,3 mol/L 
e 15 mL de Na2S2O3 0,3 mol/L. Assim que as soluções entraram em contato acionamos 
o cronômetro e observamos que após 11,7 segundos a solução começou a ficar turva, 
indicando o início da formação do enxofre precipitado. 
Repetimos o experimento, desta vez com Na2S2O3 0,15 mol/L. Neste, a turvação 
levou 20,1 segundos para iniciar. 
 
B) Verificação da influência da temperatura na velocidade da reação. 
Para este experimento, aquecemos em um tubo de ensaio 10 ml de solução de 
HCl 2mol/L a 40ºC, em banho maria. Em outro tubo, colocamos mais 10 ml da solução 
à temperatura ambiente. Adicionamos uma ponta de espátula de zinco em cada um dos 
tubos e observamos. 
No tubo com HCl aquecido, observamos que a solução ficou toda cinza, liberou 
bolhas e logo formou um sólido na superfície. Essas bolhas são o gás hidrogênio sendo 
liberado. No tubo com HCl à temperatura ambiente, a liberação do gás durou mais tempo 
e depois o sobrenadante também se formou. 
 
C) Verificação da influência da superfície de contato de um reagente sólido 
na velocidade da reação. 
Neste experimento, dividimos um comprimido efervescente ao meio. Uma metade 
deixamos inteira, e a outra trituramos com o auxílio do almofariz e pistilo. 
Colocamos cada uma das metades em um tubo de ensaio e adicionamos 30 ml 
de água. 
No tubo em que o comprimido estava triturado, ele foi rapidamente dissolvido, 
enquanto o comprimido inteiro demorou mais tempo para se dissolver completamente. 
 
D) Verificação da influência do catalisador na velocidade da reação 
Para este experimento colocamos aproximadamente 20 ml de água oxigenada 
em um béquer e observamos sua decomposição sob a influência da luz. Houve a 
liberação de uma pequena quantidade