Processo Penal II
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Processo Penal II


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CERS \u2013 Carreiras jurídicas 2015 \u2013 Intensivo II 
Direito Processual Penal \u2013 Prof. Fábio Roque 
ÍNDICE 
I RECURSOS 
1. TEORIA GERAL DOS RECURSOS 
1.a Conceito de recurso 
1.b PRINCÍPIOS RECURSAIS 
B.1. Princípio da voluntariedade 
Exceções 
B.2. Princípio da taxatividade 
B.3. Princípio da unirrecorribilidade 
B.4. Princípio da fungibilidade aka princípio da indiferença recursal 
B. 5. Princípio da reformatio in pejus 
Vedação à reformatio in pejus indireta: 
Juiz incompetente e reformatio in pejus indireta: 
Exceção à non reformatio in pejus indireta 
B.6. Princípio da dialeticidade recursal 
B.7. Princípio da convolação recursal 
B.8. Princípio da conversão recursal 
B.9. Princípio da complementariedade 
B.10. Princípio da suplementariedade 
B.11. Princípio da variabilidade dos recursos 
1.C. IMPEDIMENTOS RECURSAIS 
Renúncia: 
Desistência: 
Deserção 
1.D EFEITOS DOS RECURSOS 
1) Devolutivo 
- Translativo 
- Efeito dilatório procedimental 
2) Suspensivo 
3) Regressivo 
4) Extensivo 
1.E. PRESSUPOSTOS RECURSAIS 
\u2022 Pressupostos subjetivos: 
o Interesse recursal 
o Legitimidade para recorrer 
\u2022 Pressupostos objetivos: 
o Previsão em Lei (taxatividade) 
o Forma prescrita em Lei 
o Tempestividade 
o Adequação (qual o recurso adequado, preservada a hipótese de fungibilidade) 
o Motivação 
o Ausência de impedimentos (renúncia, desistência e deserção). 
1.F. RECURSOS EM ESPÉCIE 
1.F.1. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO 
1.F.1.i HIPÓTESES DE CABIMENTO (ART. 581, CPP) 
 
 
 
 
 
 
RENATO BRASILEIRO 
1. COMUNICAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS 
1.a Citação 
1.a.1. Consequências de citação inexistente ou viciada: 
1.a.2. Finalidade da citação: 
1.a.3. Efeitos da citação válida 
1.a.3 ESPÉCIES DE CITAÇÃO 
a) Real aka Pessoal: 
b) Citação ficta ou presumida. 
1.a.4. CITAÇÃO PESSOAL: 
Citação imprópria. 
1.a.4.c CITAÇÃO DO MILITAR 
1.a.4.d CITAÇÃO DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO 
1.a.4.e CITAÇÃO DO ACUSADO PRESO 
1.a.4.f CITAÇÃO DO ACUSADO NO ESTRANGEIRO 
1.a.4.g Citação em legações estrangeiras 
1.a.4.h Citação por carta de ordem 
1.a.4.i. CITAÇÃO POR EDITAL 
a) 2 hipóteses 
1.b. Art. 366 
1.b.1. Pressupostos para aplicação do art. 366 
1.b.2. Consequências para aplicação do art. 366 
1.b.2.a. Suspensão do processo e da prescrição 
1.b.2.b. Produção antecipada de provas urgentes 
1.b.2.c. Possibilidade de decretação da prisão preventiva 
Art. 366 e Lavagem de capitais ? Não ! 
Art. 366 na Justiça militar ? Não ! 
1.a.5. Citação por hora certa 
1.a.5.a. Consequência da suspeita de ocultação antes e depois da Lei n. 11.719/08: 
1.a.5.b. Requisitos e Norma processual penal em branco 
1.a.5.c. Constitucionalidade da citação por hora certa: 
1.b) INTIMAÇÃO 
1.b.a. Quem tem direito à intimação pessoal ? 
1.b.b. Intimação mediante publicação 
1.b.c. Intimação em nome de advogado falecido 
1.b.d. Intimação por carta precatória 
1.b.e. Intimação por hora certa: 
1.b.f. Comunicação do ofendido 
1.c) NOTIFICAÇÃO 
2. PROCEDIMENTO COMUM 
2.1. Processo x Procedimento 
2.2. Fases do procedimento penal: 
2.3. Violação às regras procedimentais 
2.4. Procedimento no caso de crimes conexos com procedimentos diferentes. 
2.5. Classificação dos procedimentos penais 
2.6. Procedimento no caso de concurso de crimes, qualificadoras, privilégios, causas de 
aumento e de diminuição de pena, agravantes e atenuantes 
2.7. Procedimento no caso de violência doméstica ou familiar contra mulher: 
2.8. Crimes tipificados no Estatuto do Idoso cuja pena máxima não ultrapasse 4 anos. 
2.9. Lei n. 12.850/13 (Lei de Organizações Criminosas) 
2.10. Procedimento no caso de infração de menor potencial ofensivo e conexão (ou 
continência) com outros delitos sujeitos ao procedimento comum (ou do júri). 
2.11. Antigo procedimento comum ordinário 
2.12. ANÁLISE DO NOVO PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO (LEI 11.719/2008) 
2.12.a. Oferecimento da Peça Acusatória. 
2.12.b. Juízo de admissibilidade da peça acusatória 
i) Discussão sobre momento do recebimento da peça acusatória 
2.12.b.1. Rejeição da peça acusatória 
a. Há diferença entre rejeição e não recebimento ? 
\u2022Hipóteses de rejeição da denúncia (395) 
Inciso I - for manifestamente inepta; 
a. Inépcia formal x Inépcia material 
b. Limite temporal para a arguição da inépcia da inicial 
Inciso II: faltar pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal; 
a. NCPC 
b) Pressupostos processuais de existência e validade 
Inciso III: faltar justa causa para o exercício da ação penal. 
a) Problema com ambiguidade no HC 
2.12.b.2. Rejeição parcial da peça acusatória 
2.12.b.3. Recurso adequado contra a rejeição da peça acusatória: 
2.12.b.4. Interrupção da prescrição no RESE. 
2.12.b.5. Recebimento da peça acusatória 
a) Há possibilidade de recebimento e ulterior rejeição da peça acusatória pelo mesmo 
magistrado ? 
b) Há necessidade de fundamentação do recebimento da peça acusatória ? 
2.12.b.6. Consequências do recebimento da peça inicial 
\u20221ª consequência: fixação da competência por prevenção, leia-se: desde que não tenha 
ocorrido prévio ato de caráter decisório durante a investigação. 
\u20222ª Consequência: interrupção da prescrição 
a) Divergência sobre o efetivo início do processo penal: 
b) Recurso do recebimento da denúncia/queixa: 
c) Instrumento a ser utilizado para o trancamento do processo 
2.12.c Citação do acusado 
2.12.d Reação defensiva à peça acusatória 
2.12.d.1. Diferença entre defesa prévia, defesa preliminar e resposta à acusação. 
I) Defesa Preliminar 
I.a) Procedimentos que trazem a defesa preliminar: 
I.b) Instrução da defesa preliminar: inexiste. 
I.c) (Des) necessidade de observância da defesa preliminar nas hipóteses em que a 
denúncia estiver instruída por inquérito policial: 
I.d) Qual é a espécie de nulidade decorrente da inobservância da defesa preliminar ? 
I.e) defesa preliminar e (des) necessidade de apresentação subsequente da resposta à 
acusação: 
II) Resposta à acusação 
II.a) Momento: após a citação 
II.b) objetivo precípuo 
2.12.d.2. Revelia 
2.12.e. \u201cPossível oitiva do MP ou do querelante\u201d: 
2.12.f.1. Possível absolvição sumária 
2.12.f.1.a) Diferenças entre absolvição sumária do pco e do júri 
2.12.f.2. Possível proposta de suspensão condicional do processo (em audiência própria, 
ou na una mesmo) 
2.12.h Designação de AUIJ 
2.12.h.1 Princípio da oralidade 
\u2022 Subprincípio da concentração: 
\u2022 Subprincípio do imediatismo: 
\u2022 Subprincípio da irrecorribilidade das interlocutórias: 
\u2022 Princípio da identidade física do juiz 
2.12.h.2 Oitiva do ofendido 
2.12.h.3. Oitiva das testemunhas 
#1: Pode-se substituir testemunha já arrolada ? 
#2: Pode-se desistir de testemunha já arrolada ? 
#3: Contradita X arguição de parcialidade. 
#4: Método de colheita do depoimento 
#5: Consequências da inobservância do art. 212, do CPP: nulidade relativa ! 
3. PROCEDIMENTO TRIBUNAL DO JÚRI 
3.1. 4 PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO JÚRI 
3.1.1. Plenitude de defesa 
3.1.2. Sigilo das votações 
3.1.3. Soberania dos veredictos 
3.1.3.a Cabimento de apelação contra decisões do júri: 
3.1.3.b. Juízo rescindente/rescisório (aka revisório): 
3.1.3.c. Revisão criminal e decisões do júri 
3.1.4. Competência para julgamento dos crimes dolosos contra a vida (+ conexos) 
3.1.4.a Mortes dolosas não julgadas pelo júri 
3.2. PROCEDIMENTO BIFÁSICO DO TRIBUNAL DO JÚRI IUDICIU ACCUSATIONIS: x IUDICIUM 
CAUSAE 
3.2.1. 1ª FASE: SUMÁRIO DA CULPA OU IUDICIU ACCUSATIONIS: 
3.2.1.a. Diferenças existente no procedimento comum ordinário e o sumário da culpa 
(\u201ciudicium accuationis\u201d): 
3.2.1.b. Sentenças possíveis na fase de sumário de culpa (1ª): 
b.1. IMPRONÚNCIA (art. 414): 
b.1.i. Provas novas e oferecimento de outra peça acusatória 
b.1.ii. Natureza jurídica da decisão de impronúncia e coisa julgada. 
b.1.iii. Infrações conexas 
b.1.iv. \u201cDespronúncia\u201d 
b.1.v. Recurso cabível da impronúncia: Apelação.