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AUXILIAR DE FARMÁCIA E ATENDENTE

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do farmacêutico fazer 
e enviar o balanço.
- Olhar a validade da receita (vender apenas com data igual ou inferior a 30 dias) 
- Verificar nome e CRM do médico e no caso de ser ilegível (não dar pra ler), o colaborador 
Deve perguntar o nome do médico e o local do consultório ou hospital. Estas informações de- 
Vem ser anotadas no versa da receita. 
- Preencher todos os dados destinados ao computador. 
- Rubricar e datar no local destinado. 
- Anotar no verso da receita: nome do medicamento vendido, lote e quantidades. 
 
 
 
 
 
 
 
EXIGÊNCIAS SOBRE A RECEITA AMARELA (A) 
Receita A (Amarela): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
De acordo com a portaria 344/98: 
Art. 41 A notificação de Receita “A” será avaliada por 30 (trinta) dias a contar da data de sua emissão em todo o 
Território Nacional, sendo necessário que seja acompanhada da receita médica com justificativa do uso, quando 
para aquisição em outra Unidade Federativa. 
Parágrafo único. As farmácias ou drogarias ficarão a apresentar dentro do prazo de 72 (setenta e duas) horas, á 
autoridade Sanitária local, as Notificações de Receita “A” procedentes de outras unidades federativas, para 
averiguações e visto. 
Art. 42 As notificações de receitas “A” que contiverem medicamentos á base das substâncias constantes das 
listas “A1” e “A2” (entorpecentes) e “A3” (psicotrópicas) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações 
deverão ser remetidas até o dia 15 (quinze) do mês subsequente ás autoridades Sanitárias Estaduais ou 
Municipais e do Distrito Federal através de relação em duplicata, que será recebida pela Autoridade Sanitária 
competente mediante recibo, as quais, após conferências, serão devolvidas no prazo de 30 (trinta) dias. 
Art. 43 A notificação de Receita “A” poderá conter no máximo de 5 (cinco) ampolas e para demais formas 
farmacêuticas de apresentação, poderá conter q quantidade correspondente no máximo a 30 (trinta) dias de 
tratamento. 
§ 1° Acima das quantidades previstas neste Regulamento Técnico, o prescritor deve preencher uma justificativa 
contendo o CID (Classificação Internacional da Doença) ou diagnóstico e posologia, datar e assinar, entregando 
juntamente com a Notificação de Receita “A” ao paciente para adquirir o medicamento em farmácia e drogaria.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
De acordo com a portaria 344/98: 
“Art. 50 A notificação de Receita Especial, de cor branca, para a prescrição de medicamentos à base de 
substâncias constantes da lista “C2” (retinóides de uso sistêmico) deste regulamento técnico e de suas 
atualizações será impressa ás expensas do médico prescritor ou pela instituição a qual esteja filiado, terá 
validade por um período de 30 (trinta) dias contados a partir de sua emissão e somente dentro da unidade 
federativa que concedeu a numeração. 
§ 1° A notificação de Receita Especial de Retinóides para preparações farmacêuticas de uso sistêmico, poderá 
conter no máximo 5 (cinco) ampolas, e para as demais farmacêuticos, a quantidade para o tratamento 
correspondente no máximo a 30 (trinta) dias, contados a partir de sua emissão e somente dentro da Unidade 
Federativa que concedeu a numeração. 
§ 2° A notificação de Receita Especial para dispensação de medicamentos de uso sistêmico que contenham 
substâncias constantes da lista “C2” (retinóicas) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações, deverá 
estar acompanhadas de “Termo de Consentimento pós-informações” ANEXO XV e ANEXO XVI), Fornecido 
pelos profissionais aos pacientes, alertando-os que o medicamento é pessoal e intrasferível, e das suas reações 
e restrições de uso.” 
NOTIFICAÇÕES DE RECEITA 
A notificação da receita é o documento que acompanhado de receita autoriza a dispensação de medicamentos 
a base de substâncias constantes das listas “A1” e “A2” (entorpecentes), “A3”, “B1” e “B2” (psicotrópicos) “C2” 
(Retinóicos para uso sistêmico ) “C3” ( imunossupressores) 
Receita A- para entorpecentes e Psicotrópicos (lista A1, A2 e A3) COR AMARELA. 
Notificação de Receita Especial 
- Retinóides, imunossupressores (lista C2 e C3) COR BRANCA. 
Receita de Controle Especial
 
Antidepressivos, Retinóides uso tópico, antiretroviais, anabolizantes e outros (lista C1, C2,C4 e C5) COR 
BRANCA 
A notificação de Receita será retida pela farmácia ou drogaria e a receita devolvida ao paciente devidamente 
carimbada, como comprovante do aviamento ou da dispensação. 
 
 
8. 
 
 
FARMACÊUTICO HOSPITALAR 
 
 
O farmacêutico hospitalar é o responsável pelas atividades da farmácia de um hospital. 
Tem as funções básicas de selecionar (padronizar), requisitar, armazenar, dispensar (conforme a 
evolução do sistema, em dose coletiva, individual ou unitária) e controlar os medicamentos (tanto 
os controlados por lei, quanto os antimicrobianos), farmacovigilância (ciência relativa à detecção, 
avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados 
a medicamentos e das boas práticas de armazenamento e dispensação). 
Em hospitais onde há serviços de manipulação de medicamentos, o farmacêutico é o 
responsável, aplicando o ensinamento da farmacotécnica (responsável por disponibilizar 
medicamentos e soluções que o mercado não disponibiliza ou que tem alto custo, em diferentes 
concentrações, volumes e quantidades) boas práticas de manipulação. Ele ainda integra algumas 
comissões hospitalares, como CCIH (comissão de Controle de Infecção Hospitalar) e CFT 
(Comissão de Farmácia e Terapia). 
Estrutura de uma farmácia hospitalar 
Ao se definir o local para farmácia hospitalar deve-se levar em consideração os seguintes 
aspectos: 
• Facilidade de circulação e reabastecimento; 
• Tipo de atendimento e clientela; 
• Equidistância das unidades usuárias e consumidoras, permitindo acesso facilitado; 
• Possibilidade de descentralização da dispensação, dependendo da estrutura do hospital e 
da demanda do trabalho; 
• Certo grau de isolamento devido aos ruídos, odores, calor e poluição; 
• Critérios técnicos e administrativos; 
• Critérios para o dimensionamento; 
Outros critérios: 
• Tipo de hospital (tipo de atendimento – geral ou especializado; internação ou ambulatório); 
• Número de leitos; 
• Localização geográfica;
 
• Atividades do Serviço de Farmácia; 
• Período de estoques; 
• Dois técnicos para cada farmacêutico; 
 
 
 
Análise tipológica 
 
 
 
 
1. Tipologia Ambiental: Iluminação (difusa ou concentrada; natural ou artificial), odores 
(emissão de odores e gases), temperatura e umidade relativa. 
2. Tipologia funcional: Relações ergométricas, espaços operativos e percurso. 
3. Tipologia Formal: Forma do ambiente, dimensões mínimas, relações entre dimensões, 
área mínima (por ocupante e por ambiente), pé direito. 
4. Tipologia Estrutural ou Construtiva: Parede, piso e teto (lavável ou não, antiderrapante ou 
não, tinta anti-fungos ou não); instalações elétricas e telefônicas, hidro sanitárias (água 
quente, esgoto industrial); outras instalações (gás, ar comprimido, exaustor, extintor de 
incêndio e segurança contra roubos, incêndios e acidentes de trabalho). 
 
 
9. DEFINIÇÃO, COMPETÊNCIA E ORGANIZAÇÃO DOSSERVIÇOS FARMACÊUTICOS 
HOSPITALARES 
 
 
Os Serviços Farmacêuticos Hospitalares têm por objeto o conjunto de atividades farmacêuticas, 
exercidas em organismos hospitalares ou serviços a eles ligados, que são designadas por 
“atividades de farmácia hospitalar”. 
Os Serviços Farmacêuticos Hospitalares são departamentos com autonomia técnica e 
científica, sujeitos a orientação geral dos Órgãos de Administração dos Hospitais, perante os 
quais respondem pelos resultados do seu exercício.

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