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ANÁLISE DE DECISÃO REVISADA E AMPLIADA (1)

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ser analisada
formalmente, seguindo um modelo lógico e
racional.
T I P O S D E 
D E C I S Õ E S
M Ó D U L O 9
I N D I V I D U A I S : pressupõe que o tomador tem informação,
conhecimentos e experiência suficiente para tomar uma boa
decisão. Quando se trata de um ATO ou um FATO de pequena
relevância.
C O N S U L T I V A S : o tomador de decisão busca informações e
conselhos com outras pessoas. Quando se trata de um FATO.
E M G R U P O : o tomador pede ao grupo que tomem ou o ajudem a
tomar a decisão final. Em algumas empresas forma-se um colegiado
para tomar as decisões mais importantes. Sem dúvida que se trata de
um FATO.
P R O G R A M A D A S : se repete com frequência e já tem regras,
procedimentos e políticas claras para a definição da resposta.
Geralmente, são tomadas pelos níveis inferiores da administração.
São formadas por ATOS ou FATOS de baixa relevância.
N Ã O P R O G R A M A D A S : são decisões novas, normalmente
importantes, e não tem como conhecer os resultados exatos. Sem
dúvidas FATOS.
C a r a c t e r í s t i c a s d a s D e c i s õ e s P r o g r a m a d a s e n ã o P r o g r a m a d a s
Características Decisões Programadas Decisões Não Programadas
Tipo de decisão Bem estruturada Pouco estruturada
Frequência Repetição e rotina Nova e incomum
Informações Facilmente disponíveis Indisponíveis, canais incertos
Consequências Menores Maiores
Nível 
Organizacional
Níveis mais baixos Níveis mais altos
Tempo para a 
solução
Curto Relativamente longo
Fundamentos para 
a solução
Regras de decisão, conjuntos 
de procedimentos
Discernimento e criatividade
R A C I O N A I S : a decisão conta com um decisor cuja conduta é
racional no sentido de procurar maximizar resultados, utilizando os
meios que dispõe. Os objetivos são claros e precisamente
definidos.
P O L Í T I C A S : a organização é vista como colisões de pessoas
com interesses contrários. Estas preferências conflitantes nascem
de diferentes perspectivas quanto ao futuro, posição dentro da
organização e ambições conflitantes. A decisão segue a
preferência de quem é mais poderoso.
SITUAÇÃO MODELO RACIONAL MODELO POLÍTICO
Organização Coleção de pessoas seguindo 
uma direção comum 
Coalizão de pessoas com interesses 
conflitantes
Participação
no processo
Depende das necessidades da 
decisão 
Depende de interesses e poder
Processos de
decisão
Intencionalmente racionais
com limites cognitivos
Conflitos de interesses
dominados por coalizões
poderosas 
Ênfase Resolução de problemas Resolução de conflitos 
P O R C O N S E N S O : Uma decisão por consenso implica em
todos do grupo acreditarem que determinada escolha é a melhor
possível para aquele momento.
Se uma pessoa discordar ou apenas pensar que existe uma
alternativa melhor, você não terá o consenso.
Esse mecanismo pode ser eficaz, já que ele produz decisões que
todos estão de acordo, mas ele não é nada eficiente, pois você vai
precisar de horas de conversa, um facilitador e muita energia para
sustentar o processo.
D E C I S Õ E S E M G R U P O S : As decisões em grupos
tendem ser muito arriscadas ou muito mais conservadoras, se
comparado com as decisões individuais das mesmas pessoas
envolvidas.
Esse pêndulo pode ir para qualquer lado, depende do histórico 
do grupo, cultura, etc… Ou seja, avaliamos mal o risco quando 
estamos decidindo em grupo.
MODELO RACIONAL 
DE TOMADA
DE DECISÃO 
M Ó D U L O 1 0
O MODELO RACIONAL pressupõe 
que a decisão ideal será a 
escolhida, independente 
de quem fosse o tomador
da decisão.
O problema ou a oportunidade está bem 
definido e compreendido;
Os objetivos e metas são claros;
Não há limitação de tempo e de recursos
para a análise;
As informações estão disponíveis e 
confiáveis, em quantidade e qualidade;
Os critérios de avaliação das alternativas 
são conhecidos e estáveis;
O tomador de decisão é racional, usa 
a lógica para avaliar e escolher as 
alternativas, maximizando os objetivos.
S O B R E 
R A C I O N A L I D A D E
N A T O M A D A 
D E D E C I S Ã O
A racionalidade pressupõe que se
conheçam as consequências de cada
alternativa de solução de um problema
através de uma análise crítica.
Esta análise precisa ser feita em cima de
fatos e dados consistentes sobre o assunto
que está sendo decidido..
NO MODELO DE DECISÃO RACIONAL, EXISTEM TRÊS CONDIÇÕES 
BÁSICAS PARA QUE OCORRA A ESCOLHA DE ALTERNATIVAS:
A primeira é que todas as alternativas de escolha sejam dadas. 
A segunda é que todas as consequências associadas a cada uma 
das alternativas sejam conhecidas. 
Já a terceira condição é que o homem racional possua uma 
completa classificação por ordem de utilidade de todos os possíveis 
conjuntos de consequências.
A racionalidade requer um conhecimento completo e 
antecipado das consequências resultantes de cada opção. 
11
Considerando que essas consequências pertencem
ao futuro, a imaginação deve suprir a falta de
experiência em atribuir-lhes valores, embora estes só
possam ser antecipados de maneira imperfeita.
22
A racionalidade pressupõe uma opção entre todos os
possíveis comportamentos alternativos.
No comportamento real, porém, apenas uma fração de
todas essas possíveis alternativas é levada em
consideração.
33
FOCAR SEU OBJET IVO E RESULTADO
Isto irá permitir que os tomadores de decisão
lembrem exatamente o que eles estão tentando
realizar e isso ajuda a mantê-los em um caminho
direcionado.
11
22
C O L E T A R D A D O S
Isso ajudará os tomadores de decisões ter provas
mais sólidas, concretas, auxiliando na busca por uma
solução.
Quanto mais informações precisas e confiáveis o
decisor tiver acesso, melhor poderá delinear o
problema, suas alternativas e encontrar a melhor
solução.
33
IDE IAS PARA DESENVOLVER ALTERNATIVAS
Criar ideias, hipóteses, teorias e suposições que 
poderiam solucionar o problema de 
forma criativa.
44
L ISTA DE PRÓS E CONTRAS DE CADA 
ALTERNATIVA
Com a lista de prós e contras, você pode eliminar 
as soluções que têm mais prós do que contras, 
tornando a sua decisão mais fácil. 
55
T O M E A D E C I S Ã O
Depois de analisar cada alternativa, você
deve escolher aquela que terá mais vantagens
(ou as que são mais significativas), apontando
a solução que todos possam concordar.
66
APRENDER E REFLET IR SOBRE A TOMADA DE
DECISÃO
Esta etapa final permite que você veja o que fez de
certo e errado. É a fase na qual aprendemos com os
erros, a ponto de desenvolver o que foi eficiente e
remover o que foi prejudicial no resultado da decisão.
O problema é 
claro ?
Existe uma meta 
única e bem 
definida? 
São conhecidas 
todas as 
alternativas e 
consequências?
As preferências 
são nítidas
constantes e 
estáveis ?
Existem algumas 
restrições de 
tempo ou de 
custo?
L E V A M A 
T O M A D A D E D E C I S Ã O R A C I O N A L
SEQUÊNCIA DE ELEMENTOS 
QUE EMBASAM A DECISÃO RACIONAL
ESTUDOS que indicam que o modelo de
decisão racional não é, sempre, algo linear,
reto, imutável.
Os decisores ajustam a sua racionalidade de
acordo com cada situação.
E L E M E N T O S P A R T I C I P A N T E S D O 
P R O C E S S O D E T O M A D A D E D E C I S Ã O
M Ó D U L O 1 1
P E R C E P Ç Ã O e A T I T U D E
Variáveis influenciadoras e 
subjetivas do processo de decisão
M Ó D U L O 1 2
P E R C E P Ç Ã O
É o processo pelo qual os indivíduos Selecionam,
Organizam, Armazenam e Recuperam
I

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