politicas publicas  e legislação educacional 2.1
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politicas publicas e legislação educacional 2.1

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Questão 1
Inc orreto
Marc ar ques tão
T exto da questão
O Parecer n. 02/97 da Câ ma ra de Ed ucação Bás ica (C EB) do CN E res gatara m e
orga nizar a m o q ue ha via s ido co nst r do pe lo F ór um Pe r ma ne nte de Va lor ização do
Magist ér io e Q ua lidade da Ed ucaç ão Bá s ica, e m to r no de três e ixo s bás icos : os p rece itos
cons t it uc io na is re lac io nados à va lor ização dos pro fis s io na is da ed ucaçã o; a ed ucaç ão
co mo d ire ito soc ia l; e os p r inc íp io s para a ca rre ira, base ados na va lo r iza ção e
qua lif icação p ro fiss io na l. Porta nto na q ue stão da va lor ização pro fis s io na l e q ua lific ação,
o parecer des taca :
Es c olha uma:
a. As dir etrizes e bas es da educ ação nac ional
Gabarito : a lternativ a c orr eta é: A pr o f is s iona lizaç ão adquir ida pe la habilitaç ão ac adêmic a. Capítulo
6, pág. 73. Na quest ão da valor izaç ão pr of is s ional e qua lif ic ação, o parec er destac ou a
prof is s ionaliza ção adqu irida pe la hab ilitação ac adêmic a, os pr ogramas de qualif ic ão, c onc urs o,
progr ess ão e c ompos ição de jor nada em hora -ativ idade e hora- aula
b. A obrigator iedad e e gratuidade da educ ação
c . A pr ofis sionaliza ção adquir ida pe la hab il ita ção ac adêmic a
d. Os rum os das polític as educ ac ionais
e. As c aus as e lut as educ ac ionais no país
Feedbac k
Sua r espos ta está inc orr eta.
A r es pos ta c or r eta é: A pr ofis s iona lizaç ão adquir ida pe la habilitaç ão ac adêmic a.
Questão 2
Cor reto
Marc ar ques tão
T exto da questão
A Re so lução CN E /CE B n. 02/2009 a va nça e m po ntos s ignif ica t ivos ; no se u Art. 4º,
define q ue as “es fe ras da ad min ist ração p úb lica q ue o ferece m a lguma etap a da ed ucação
bás ica, e m q ua isq ue r de s uas moda lidades, de ve m instit uir p la no s de car re ira para todos
os se us pro fiss io na is do ma gisté r io, e, e ve nt ua lme nte, aos de ma is p ro fiss io na is da
educaç ão ( BRASI L, 2009d). Nes te co nte xto, a no va re so lução a fir ma q ue a s
progressõe s sa la r ia is na ca rre ira do Pro fiss io na l N ac io na l, de ve se dar med ia nte :
Es c olha uma:
a. A r epres entação de indivíduos s ingular es e de s eus dir eit os polític os
b. Aos órgãos c olegiados na o r ganizaç ão polít ic a, c om pos tos por indivíduos de pos ições s oc iais
afins
c . A c onst ituiç ão rom ana c om o o exemplo mais notável de governo mis t o
d. I nc entivos que c ontemplem t itul ão, experiênc ia, des empenho, atualiz ação e aperf eiço amento
prof is s ional
Gabarito : a lternativ a c orr eta: I nc entivos que c ontemplem tit ula ção, experiênc ia, des empenho,
atualiz ão e aper feiço amento prof is s ional. Capítulo 6, pág. 84. A nova r esolão afir ma que as
progr ess ões s alaria is na c arr eira devem se dar mediante inc entivos que c ont emplem tit ulação,
experiênc ia, des empenho, atualizaç ão e aperf eiçoamento prof is s iona l. Res s alta, ainda, que deverá
oc or r er a valor ização do tempo de s erviço pres tado pelo ser vidor ao ente f ederado, que s e utiliz ado
c om o c omponente evolut ivo.
e. A f orm ão de ins tit uições r epres entando interes s es por c ategor ia, c omo c ler o, nobreza,
burgues ia, que atuam c om o c ontr aponto do poder do pr ínc ipe
Feedbac k
Sua r espos ta esc orr eta.
A r es pos ta c or r eta é: Inc entivos que c ontemplem titulaç ão, exper iênc ia, des empenho, atualiz ação e
aperf eiçoamento pr ofis s iona l.
Questão 3
Cor reto
Marc ar ques tão
T exto da questão
O Fund e f fo i ins tit do pe la e me nda co nst it uc io na l n. 14 /96 instituiu o F unde f, e m se u
pará gra fo q uinto. Se gundo P into (2006, p. 76 - 77) a Le i 9.424/96, q ue r e gula me nta o
Funde f, fundo q ue te m e m se u no me o co mpro mis so co m a va lor ização do
ma gis tér io[...]. E m s ua redaç ão aprese nta a va nço s q ue per mit e m uma at uação ma is
adequada po r par te dos pro fis s io na is e gara nt indo d essa fo r ma a me lho r ia da q ua lid ade
de ens ino. D a mes ma ma ne ira q ue a LDB ve m de le gar a tare fa para a le gis l ão dos
s iste mas de e ns ino, no mo me nto e m q ue de fine se us re spectivos p la no s de car re ira e
re munera ção do ma gisté r io, a fir ma ndo, por ta nto, q ue este s p la nos d e verão as se gura r :
Es c olha uma:
a. a obr igatoriedade para que aja um efetivo exer c í c io do m agis t ério, s em qu alquer es tímulo ao
tr abalho em s ala de aula, o que ref letir á de c erto modo na qualidade de ens ino
b. r emuner ão c ondigna para os prof es s ores em efetivo exer c íc io no magis tério; est ímulo ao
tr abalho em s ala de aula; a m elhor ia da qua lid ade de ens ino.
Gabarito c omentado: Esper a- s e que o/ ac adêmic o/ a, apres ente que os planos tr ados pelo Fundef
para os prof ess ores enc ontr a-s e na alt ernativa r emuneração c ondigna para os prof es s or es em efetivo
exerc íc io no magis r io; es tím ulo ao tr abalho em s ala de aula; a melhor ia da qualidade de ens ino,
c om o traz “a Lei 9. 424/96, [.. .] afir mando apenas que es tes planos deverão ass egurar : 1)
remuneração c ondigna para os pr ofes s or es em efetivo exerc íc io no magis tério; 2) es t ímulo ao
tr abalho em s ala de aula; 3) a melhoria da qua l idade de ens ino” (P INT O, 2006, p. 76-77). A res pos ta
enc ontr a-s e na página 72 do c ap. 6
c . r emuneração jus ta para os pr of ess or es em todos os níveis , inc lus ive os que s e enc ontr am
apos entados , o que de c erto m odo valor izar á a c arr eira do magis tério
d. a melhor ia na qualidade de tr abalho, s em que aja nem uma pers pec t iva de r emuner ões
c ondignas aos pr ofes s or es
e. a melhor ia da qualidade do nível de ens ino apenas nos anos inic i ais , já que a le i que ins t itu iu o
Fundef, as s egura uma r emuneração c ondizente para os pr ofess or es deste nível de esc olar idade
Feedbac k
Sua r espos ta esc orr eta.
A r es pos ta c or r eta é: remuner ão c ondigna para os pr ofes s or es em efetivo exerc íc io no magis tério;
es tímulo ao tr abalho em s ala de aula; a melhoria da qualidade de ens ino. .
Questão 4
Cor reto
Marc ar ques tão
T exto da questão
Para asse gur ar a ma nute nção e d ese nvo lvime nto do e ns ino e m s e us d ive rsos níve is, a
Const it uição Federa l de 1988 es tabe lece o q ue de ve co ns t it uir o nort e para a ed uc ação
no Bras il, a ser obse r vado pe lo P la no N ac io na l de Ed ucação (de d urão dece na l).
Cons ide ra ndo o q ue d ispõe a C o nst ituição Federa l, ind iq ue q ua is po ntos a se guir
aprese nta m obje t ivo s esse nc ia is para a e laboraç ão de um P la no N ac io na l de Ed uca ção :
I. re mune ração e ape r fe içoa me nto do pessoa l doce nte;
II. unive rsa lização do a te nd ime nto e sco la r;
III. co ns tr ução de ob ras de infra est r ut ura d e esco las e unive rs id ades;
IV. er rad ica ção do a na lfabetis mo ;
Podem ser co ns iderado s obje t ivos, metas e d iret r izes d e um P la no Nac io na l da
Ed ucação o q ue e stá d ispos to e m:
Es c olha uma:
a. Apenas I I I e I V s ão c or r etas