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# Aula Nota 10 1

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134 Aula nota 10
Alguns professores enfatizam a natureza sistemática da técnica De surpre-
sa, mantendo tabelas visíveis de controle sobre quem foi perguntado, onde os
nomes vão sendo marcados à medida que respondem. Não há mensagem mais
clara do que essas tabelas de controle, avisando que qualquer um pode ser cha-
l De surpresa é positivo. O objetivo de De surpresa é estimular o engaja-
mento positivo no trabalho em classe, que, idealmente, é um trabalho rigoro-
so. Um dos seus benefícios é que, de vez em quando, os alunos se surpreen-
dem com sua própria capacidade. Eles não se apresentam como voluntários
porque não acreditam que consigam responder, mas, quando são forçados a
tentar, são agradavelmente surpreendidos pelo próprio sucesso. Quando isso
acontece, eles também se beneficiam por saber que você acreditou que eles po-
diam responder à pergunta. Você mostra seu respeito pelo aluno, e sua fé nele,
quando lhe pede para participar da conversa. Mas isso só funciona quando
as suas perguntas de fato convidam os alunos a participar de uma conversa
real, em vez de tentar flagrá-los na ignorância e castigá-los por isso. Este é o
aspecto de De surpresa que os professores tendem a compreender mal. Mui-
tos de nós têm um lado que quer usar esta técnica como uma espécie de &quot;Te
peguei!&quot; - dirigir-se a um aluno quando sabemos que ele está distraído, para
mostrar-lhe esse fato ou ensinar-lhe algum tipo de lição (&quot;O que foi mesmo
que eu disse, João?&quot; ou &quot;Não é verdade, João?&quot;). Mas isso raramente funcio-
na, já que a humilhação pública de um aluno, sem nenhum benefício potencial
em jogo, tem mais probabilidade de levá-lo a se perguntar sobre você (&quot;Por
que ela sempre pega no meu pé?&quot;) do que sobre ele mesmo.
Um De surpresa positivo é o oposto
O objetIVO é que O aluno do &quot;Te peguei!&quot; de duas maneiras. Em
aprendo a resposta certa, não primeiro lugar, ele tem conteúdo. &quot;O que
que aprenda uma lição ao foi 4ue eu disse?&quot; não é uma pergunta
responder errado. com conteúdo' É um &quot;Te peguei!&quot;' pr°-jetado para &quot;ensinar uma lição&quot; que, na
que a abolição da escravidão foi a principal razão da Guerra da Secessão nos Es-
tados Unidos?&quot; é uma pergunta pra valer. &quot;Qual é o sujeito nesta oração?&quot; é uma
pergunta pra valer. É o tipo de pergunta que você faria a um colega seu na sala dos
professores - e isso mostra o respeito que você tem pelo aluno ao qual faz a per-
gunta. Em segundo lugar, o objetivo é que o aluno aprenda a resposta certa, não
que aprenda uma lição ao responder errado. Você quer que os seus alunos tenham
sucesso, sintam-se bem e até mesmo um pouco surpresos com o próprio sucesso,
Motivar os alunos nas suas aulas 1 35
De surpresa. Lembre-se que De surpresa é uma técnica de motivação, não uma
técnica disciplinar. Ela mantém os alunos concentrados na tarefa em andamento
e mentalmente engajados. Quando o aluno já está distraido, a oportunidade para
usar De surpresa já passou. Aí você teria de usar uma técnica disciplinar.
De surpresa é positiva quando você faz perguntas relacionadas ao tema da aula e
quando deixa claro que está genuinamente convidando o aluno a participar de uma
conversa. Use De surpresa com um tom positivo e entusiasmado, como se nunca
tivesse passado por sua cabeça que algum aluno não quisesse participar da conversa.
Um aspecto final de De surpresa, que pode levar a um tom positivo, de vez
em quando escapa a alguns professores despreparados: a pergunta deve ser clara
e também deve ficar claro o que a resposta deve ser. Todo professor já passou
pela experiência de fazer uma pergunta que, mais tarde, ele reconhece que não
era clara- e que mesmo um aluno engajado e bem informado não saberia como
responder. É ainda mais importante evitar esse tipo de pergunta quando você
usa De surpresa; muitos professores enfrentam esse desafio ao planejar exata-
mente cada uma das perguntas que vão fazer, palavra por palavra, como parte
do processo de planejamento da aula.
> De surpresa é uma escada. Esta técnica é particularmente eficiente quando
você começa com questões simples e evolui para as mais complexas, puxando os
alunos para a conversa, engajando-os em termos que enfatizam o que eles já sa-
bem e reforçando o conhecimento básico antes de exigir mais rigor ou aumentar o
nível do desafio. Na maior parte das vezes, para fazer isso será necessário &quot;fatiar'1
ou seja, dividir uma pergunta maior em uma série de perguntas menores.
Considere esta sequência registrada na classe de Darryl Williams, em uma aula
em que ele ensina alunos de 3° ano a identificar a oração completa em uma lista com
várias opções:
Darryl: Kelly, por favor, leia a próxima sentença.
Kelly: [lendo de uma folha de atividades] &quot;Você viu uma semente de abóbora?&quot;
Darryl: Janaína, nós temos um sujeito nesta sentença?
Janaína: Sim.
Darryl: Qual é o sujeito?
Janaína: &quot;Você&quot;.
*.
Darryl: &quot;Você&quot;. Muito bem. Temos um predicado, Eric?
136 Aula nota 10
Eric: Sim.