AlfaCon simulados carreiras policiais simulado 19 11 2017 gabarito definitivo
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AlfaCon simulados carreiras policiais simulado 19 11 2017 gabarito definitivo

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19/11/2017

Gabarito
Definitivo

1 E 16 C 31 C 46 E 61 E 76 E 91 E 106 E

2 E 17 C 32 C 47 E 62 C 77 C 92 C 107 C

3 E 18 E 33 E 48 E 63 C 78 E 93 C 108 E

4 C 19 C 34 C 49 C 64 C 79 C 94 C 109 C

5 E 20 C 35 E 50 C 65 C 80 X 95 C 110 E

6 E 21 E 36 E 51 C 66 C 81 E 96 E 111 E

7 E 22 C 37 C 52 E 67 C 82 C 97 E 112 C

8 C 23 E 38 E 53 C 68 E 83 C 98 C 113 E

9 E 24 C 39 E 54 C 69 E 84 E 99 E 114 C

10 E 25 C 40 E 55 E 70 C 85 E 100 E 115 C

**

]

11 E 26 C 41 C 56 C 71 C 86 C 101 C 116 E

12 C 27 C 42 E 57 E 72 C 87 C 102 C 117 E

13 C 28 E 43 C 58 C 73 E 88 C 103 C 118 C

14 E 29 E 44 E 59 E 74 E 89 C 104 C 119 E

15 E 30 C 45 E 60 C 75 C 90 E 105 E 120 C

RECURSOS:
04) INDEFERIDO. A oração em que aparece a forma verbal a ser substituída é: "os controles cambiais
sejam úteis". Para o trecho em análise, a substituição causaria uma afirmação, o trecho que antecede não
está envolvido do processo de substituição e nem foi mencionado pelo comando da questão.
12) INDEFERIDO. Quando a questão menciona a retirada do artigo, já está implícita a ideia de retirada do S,
pois ele pertence ao artigo.
14) DEFERIDO. Troca de gabarito para \u201cErrado\u201d. Comentário: O emprego de pronome de tratamento não
garante a formalidade do texto oficial, é apenas um dos elementos para que a formalidade seja construída.

19) INDEFERIDO. O item está querendo saber as características de um Trojan Horse e não de outros
Malwares. O trecho \u201co cavalo de Tróia distingue-se de um vírus ou de um Worm por não infectar outros
arquivos, nem propagar cópias de si mesmo automaticamente\u201d foi utilizado para referenciar uma
característica do Vírus e uma do Worm e diz que o Trojan não faz isso.
22) INDEFERIDO. A questão está apresentando características da Biometria física, onde existe a técnica de
conhecimento das Veias das mãos, Impressão digital, Reconhecimento facial, Íris, Retina, e Geometria da
mão.
23) INDEFERIDO. A questão realmente está errada quando fala que =SE(B3>SOMA(B3:B4), OK, NC) será
sempre NC, o que é um erro pois nem sempre será NC. Pense na situação em que B3 é igual -3 e B4 é igual a
2, a resposta seria NC. Outros erros são: não é utilizado vírgula para separar os resultados e também os
termos OK e NC estão fora de aspas duplas.
26) INDEFERIDO. Motivo: a questão não gera dupla interpretação
28) INDEFERIDO. Motivo: a conclusão é uma disjunção exclusiva e não tem como garantir que ela será
verdadeira.
46) INDEFERIDO. Trata-se de questão oficial de prova com gabarito definitivo: Cespe - 2016 - TCE/PA -
Auditor De Controle Externo - Área Administrativa - Direito. Não há que se alegar em erro de proibição
\u201co agente público que ordena despesa sem o conhecimento de que tal despesa não era autorizada por lei\u201d,
com base no princípio da legalidade estrito da administração pública (princípio constitucional
explícito), consoante o art. 37, caput, CF/88: \u201cA administração pública direta e indireta de qualquer dos
Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de
LEGALIDADE, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: [\u2026]\u201d.
De sorte que o agente praticará o crime de ordenação de despesa não autorizada, previsto no art. 359-D,
CP: \u201cOrdenar despesa não autorizada por lei: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.\u201d. Outrossim, é o
entendimento do STJ: \u201cComete o crime de ordenação de despesa não autorizada (art.359-D do Código Penal),
o funcionário público que gera despesas e ordena pagamentos sem a devida e prévia autorização legal.\u201d. (STJ,
APn 477/PB, Rel. Min. Eliana Calmon, julgado em 04/03/2009, Corte Especial, DJe 05/10/2009).
Posto que o desconhecimento da lei seja inescusável, de modo algum seria aplicado o erro de proibição ao
funcionário público que venha a alegar o seu desconhecimento, transcrevo o art. 21, caput, 1ª parte, CP: \u201cO
desconhecimento da lei é inescusável. [\u2026].\u201d.
Sobre o crime em tela, corrobora Cleber Masson (2016): \u201cO art. 167, inc. II, da Constituição Federal
proíbe a realização de qualquer despesa pública sem prévia inclusão orçamentária. Por seu turno, a Lei
Complementar 101/2000 \u2013 Lei de Responsabilidade Fiscal \u2013 elenca em seus arts. 16 e 17 diversas condições
para a assunção de despesas pelo Estado, estabelecendo ainda que serão consideradas não autorizadas,
irregulares e lesivas ao patrimônio público as obrigações que não obedecerem a tais disposições. [\u2026] o crime
definido no art. 359-D do Código Penal é de perigo abstrato, ou seja, o prejuízo às finanças públicas e à
probidade administrativa é presumido, de forma absoluta, pelo tipo penal. É também crime formal,
consumando-se com a prática da conduta descrita em lei, sem necessidade de prejuízo ao erário. Por fim,
impera em matéria de Direito Público o princípio da estrita legalidade, de modo que o administrador
público só está autorizado a agir nos casos expressamente previstos em lei. [\u2026] Com efeito, a
Constituição Federal elegeu a medida provisória como instrumento normativo para abertura de créditos
extraordinários nas situações emergenciais. Em sintonia com o art. 167, § 3.º, da Lei Suprema: \u2018A abertura de
crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as
decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública, observado o disposto no art. 62\u2019. Fácil
constatar, portanto, que o texto constitucional não traz qualquer exceção à exigência de autorização
normativa, ainda que pela via excepcional da medida provisória, para realização de despesas públicas. Se
ausente a autorização, ainda que em situação de anormalidade, incorrerá o ordenador de despesas no
crime em apreço.\u201d.
Referência Bibliográfica:
MASSON, C. Direito penal esquematizado: Parte especial (vol. 3, arts. 213 a 359-H). 6ª ed. Rio de
Janeiro: Forense; São Paulo: Método, 2016, vol. 3, p. 1018-1019.
62) INDEFERIDO. A questão não cobrou absolutamente nenhum conhecimento acerca de arquivamento,
muito menos o originário, apenas a capacidade do juiz solicitar novas diligências, se pode ou não. O STF
entende hoje que não.

80) DEFERIDO. Anulação da questão. Embora seja uma questão da banca e que realmente o gabarito
oficial conste como correto, trata-se de uma questão de 2013 e que não reflete o melhor posicionamento
sobre o assunto, sendo que em questões mais recentes encontramos esse tema tratado de forma diversa.
94) INDEFERIDO. Não há qualquer confusão na questão, ela apenas reescreve em ordem diversa o texto
literal da constituição federal, observe que as assertivas se complementam e não se excluem nesse caso,
como pretendeu alegar o aluno no recurso.

115) DEFERIDO. Troca de gabarito para \u201cCerto\u201d. Erro de digitação.