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Contabilidade e Pericia   Atividade 2

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Pergunta 1
O peri to pr eci s a se i nt eir ar ex at ame nt e do q ue s e trat a o ob je to d a p eríc ia, p ar a en o avali a r s e
te co n diç ões o u n ão d e r eal iz a r o t ra balho. M as ess e é som e nt e um f ato q ue acon tec e nos a tos
pre pa ra rio s. Pode s e r c it ado ou tros q ue tam m c ar act erizam ess e p roce dim en to, c omo:
I. N omeaç ão d e ofí ci o: ocor re q ua ndo o jui z s en te a n ecess i da de d e um a ori en taçã o es p eci al i zad a
em dete rmin ado ass unt o e no meia um p erito pa ra o c aso .
II. Nom e ação req ue rida : aco nt ece q ua ndo u m a d as p ar tes, ou a m bas , so l ic i tam o
ac omp anh ame nto de um p erito. O j uiz aceit a a s ol i ci taç ão e n omei a um p erito.
III. In di cação : aco ntece q ua ndo uma d as p ar tes ou amb as i ndic am um ass i s ten te c nic o, que ir á
ac omp anh ar o proc es s o e a nal is ar o l a udo of ic i al emitid o pelo p e ri to nom ea do p el o juiz .
IV. Intim ação : é a com uni caç ão fo rmal fei t a p elo juiz ao p eri to, d e q ue el e fo i nome ado pa ra at ua r
no proc ess o cham ado “m an da do de i nti maç ão” j á c onst an do as i nfo rmaçõ es rel ativ as ao
process o e tam bém o pr azo q ue o p eri to t er á p ar a ac ei ta r ou recus ar o tr abal ho de pe ríc i a.
V. Es cus a ou d ecl í ni o: aco ntece q ua ndo, po r m oti v os t écnic os , c i entífi c os ou de o rd em l e gal , o
peri to r ecusa a funç ão p eric i al . El e deve jus ti fi ca r po r esc ri to os mo tiv o s da esc usa.
Quais das altern ativ as est ã o cor ret as:
Re sposta Se lecionada:
b.
As alte rn ati v as I, II, I II, IV e V es t ão c or re tas.
Re sposta Corre ta:
b.
As alte rn ati v as I, II, I II, IV e V es t ão c or re tas.
F eed back da
re sposta :
Pod e ser c it ado o ut ros qu e t ambé m c ar act eri z am o p roce di men to p re pa ra tório ,
co mo:
Nomeaç ão de o c io: oc orr e q uan do o j ui z s en te a n ec es si dad e d e um a
orien t ão es p eci ali zad a em de te rmi na do ass u nto e nom eia um pe rito p ar a o
caso .
Nomeaç ão r equ erid a: acon tec e qu an do um a das pa rt es , ou amb as, s ol i c itam o
ac omp anh ame nto de um p eri to. O j uiz acei t a a s ol i ci t ão e n omei a um p erito.
Indi caç ão: acont ece qua ndo uma das p ar tes ou amb as indic am um as si s ten te
técnic o, qu e ir á acom p an ha r o p rocess o e an al is ar o l au do ofi c ial emitido p elo
peri to nom ea do p elo juiz.
Intim aç ão: é a com unicaç ão form al f ei t a p elo juiz ao pe rito, d e qu e el e fo i
nome ado p a ra a tu ar no p rocess o c ha mad o “ ma nda do d e i nti m ação” já
co ns ta ndo as i nform ações r elativ as ao p rocess o e t amb ém o p razo qu e o pe rito
te p ar a ac eit ar ou rec usar o tr ab al ho d e pe ríc ia.
Pergunta 2
Pa ra a ex ecuç ão d a P eríc i a Co nt ábil , o profis s i onal u til i za um c on jun to d e p roc e dim en tos
técnic os , c omo : p es qui sa, dil i gê nci as , l ev an tam en to d e d ados , an ál is e, cálc ulo s, por mei o d e
exa me, v i s toria, i nd a gaçã o, i nvestig ação, a rbit ra men to, m e nsur ação, avali ação e cer tif ic ação.
A co ncl us ão d a P eríc ia C o n bil é exp ress a em l au do p eric ial , es cl ar ecen do c on trov érs ias.
No en te ndim e nto de ( 199 7: 63) : A P eríc ia c o nt ábil ju di ci al é a qu e vi s a serv ir de p rova,
es cl arec en do o jui z s ob re ass un tos em l i tígio qu e me rec em seu jul gam en to, obj etiv a ndo f atos

rela ti v os ao pa trim ô nio azi e nd al ou de pes s oas .
É i mpor ta nt e t er em me nt e q ue p erí ci a co ntábil não se c o nfu nd e co m au dito ria, embo ra m uit as
pess oas u til i zem estes te rmos e rro ne ame nt e. Na p eríc ia, p rocu ra -se p rodu zi r um a p rova t écnic a,
a fi m de respo nd er a um q uestio nam en to. Dest a f orma, qu ant o às at uaç ões re ferent e à
perícia e aud it oria p odem os a firm ar q ue:
Re sposta
Sel ecionad a:
Re sposta
Corr et a:
F eed back
da resp osta:
A pe rí ci a semp re i r á a tu ar so b re um d et ermi n ado ato qu e es t eja l i ga do ao
pat ri mônio d e e nti d ad es f ís i cas ou ju rídi cas. Ao final, o pe rito i r á e mi tir um a
opini ão po r meio do l aud o pe ri ci al . Já a audi toria, ge ral me nt e t ra balh a co m
amo str a gem, ou s e j a, c ol he um a pa rcel a de inf orm ações e f az s uas an áli s es c om
bas e n est a amos tr a.
Pergunta 3
A Pe ríc i a t em c omo ob je tiv o fund ame nt ar as i nform aç ões dem an dad as, mo str an do a v e raci d ad e
dos fatos d e for m a i mp arci al e m er ece dor a d e fé, to rn an do -s e meios de prov a p ar a o jui z de
direito res ol v e r as qu estõ es pro pos t as.
Pe rceb emos qu e o t ermo au di to ria é u til i zado d e fo rma equiv oc a da, po r s i mples
desc onh eci me nto d as p ess oas. O corre to seri a u til i zar p erí ci a, s emp re que o proc edi me nt o
busc ar ev ide nci ar algum a p rova co n tra al g m.
Assim qu al é a d ifer e nça e ntre pe cia e au dit oria qu ant o ao e scop o do tr ab alho e no
ob jet ivo?
Re sposta
Sel ecionad a:
Re sposta
Corr et a:
F eed back
da resp osta:
A au ditori a util i za-s e do m éto do d a amos t ra g em, pois procu ra i den tifi car s e as
i nformaç õ es pr es t ad as por uma en tida de s ão v erdad ei r as por m eio dos
process os a dmi ni s tr ativ os uti l iz ados por el a. Já a pe rí ci a pr oc ur a ob te r um a
prov a f und am en tad a p ar a a uxil i ar o jui z no jul g ame nt o de de te rmi na da c aus a.

Pergunta 4
O c ontad or, qu an do no ex ercí ci o da f unç ão de pe rito tem a obri gaç ão d e ev ide nci ar todos os
es forços pos v eis em busc a d a ve raci d ad e dos fa to, t ransc rev e ndo no La udo Peric i al os
resul t ados q ue ob tev e do exa me re al i zado, p rocur an do a gi r s em pr e c om o má ximo d e
i ndep en nci a e abs ol ut a é ti ca.
Pa ra ex erce r a pe rí ci a c ont ábil o pr ofi s si onal , prim ei r ame nt e d ev e se r r egis t rado no Cons el ho
Regi o nal d e Co nt abi l idad e (C RC), ou s e j a, pe ra nte a l ei , el e d eve s e r con ta dor. Pr eci sa co nh ece r
profu nd ame nt e a m at éri a qu e i an ali s ar. Dever á agreg ar um c onju nt o de cap acidad es ou
qu alidad es qu e cor resp ondem a:
Re sposta
Sel ecionad a:
b.
Legal que di z r espeit o à e xig ênci a da l ei p ar a qu e se e xec ut e um a pe rí ci a, ou
s eja, é pr eci s o s er c on ta dor pa ra at ua r em u ma p eríc ia c o nt ábi l. Profi s s ional,
pois é pr ec is o conhec er a ma ri a a s er an al is ada e s er um pr ofi s s ional
es peci ali za do n aqu ele ass u nto. Étic a, ou se ja, agir hon est ame nt e e n ão d ar
pref e renci as pess oais n as ques tões q ue está an ali s ando. M or al agi ndo e
ac ordo c om a mo ral e os bo ns cos tum es .
Re sposta
Corr et a:
b.
Legal que di z r espeit o à e xig ênci a da l ei p ar a qu e se e xec ut e um a pe rí ci a, ou
s eja, é pr eci s o s er c on ta dor pa ra at ua r em u ma p eríc ia c o nt ábi l. Profi s s ional,
pois é pr ec is o conhec er a ma ri a a s er an al is ada e s er um pr ofi s s ional
es peci ali za do n aqu ele ass u nto. Étic a, ou se ja, agir hon est ame nt e e n ão d ar
pref e renci as pess oais n as ques tões q ue está an ali s ando. M or al agi ndo e
ac ordo c om a mo ral e os bo ns c os tum es.
F eed back da
re sposta :
Pa ra ex erce r a pe rí ci a cont ábil o pro fis s i onal dev e rá agre ga r um co nj un to de
capaci d ad es ou qu ali da des com o:
Leg al: diz r espei to ao q ue a lei exi ge pa ra q ue s e ex ecu te u ma p erí ci a, ou s ej a,
é pr eci so s er con ta dor pa ra at ua r em u m a p eríc i a c o nt ábil .
Profi s si onal: d et er mi na q ue o bast a s e r Bach ar el em Ciênci as C on táb eis e
te r o r egi st ro no Cons el ho Re gional d e Co nt abi l ida de. É pr eci s o c onhec er a
mat éri a a se r an ali s ada e s e r um p rofi ss i onal esp eci al i zado n aq uele ass un to.
Étic a : o p erito tem qu e te r um a pos tur a é tic a, a gir ho nes tam en te e n ão da r
pref e renci as pess oais n as ques tões q ue es tá an al i s ando.
Mo ral : d etermi na q ue o profi s s ional a ja de acord o c om a m o ral e os bo ns
co stumes .
Pergunta 5
A pe ri ci a cont ábi l é r eal i za da pelo p rofi ss i onal de c o nt abi l idad e. É n a r eali d ad e, uma das
ativ i dad es e xe rci das p el o c ont ado r d a m ai s al t a r elevâ nci a e q ue exig e um a im ens a á gam a d e
co nheci me nt os , não só d a pr ópri a con tabi l ida de, c omo t amb ém d e ou tr as ci ênci as afins , al é m de
uma a ti t ude étic a i rr ep re ens ív el .
Q uand o s e r eali za um a p eríc i a, e xis tem doi s mom en tos dis tin tos , que s ão de nomi n ados d e a tos
pre pa ra rio s e at os de ex ecução. Um d os prin c ip ais fat os q u e cara ct eriz am os "at os
prep arat óri os " é:
Re sposta Se lecionada:
e.
A deci s ão do pe rito em ac eitar ou o o enca r go da pe ríc i a.
Re sposta Corre ta:
e.