A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
153 pág.
7. Materiais cerâmicos.ppt [Modo de Compatibilidade]

Pré-visualização | Página 4 de 5

pisos, pastilhas, vasos, etc.
112
CERÂMICA BRANCA
Produzidas a partir de argila unidas por 
quantidades variáveis de fundentes e 
aquecidos em fornos (1200 a 1500°C).
Por isso, ocorrem diferentes teores de 
vitrificação para os diferentes produtos:
 Louça comum;
 Louça vitrificada;
 Porcelana;
 Louça sanitária;
 Ladrilhos.
113
114Cerâmica branca
CERÂMICAS TRADICIONAIS
Cerâmica estrutural - características
Fundentes abundantes;
Baixa temperatura;
Pouca vitrificação;
Resistência mecânica maior que a 
cerâmica branca.
São os produtos mais baratos, porém 
os mais duráveis.
115
CERÂMICA ESTRUTURAL
Argilas vermelhas;
Argilas brancas;
Argilas ocres.
116
PRODUTOS PARA CONSTRUÇÃO
Tijolos/blocos
Produzidos em todas as regiões do país por 
diferentes tipos de processos.
No processo mecânico a pasta é 
amassada, moldada por extrusão e 
cortada no comprimento desejado.
São secos á sombra ou artificialmente, 
antes do cozimento que é feito em fornos 
intermitentes e contínuos.
117
118Cerâmica vermelha
119Cerâmica vermelha
PRODUTOS PARA CONSTRUÇÃO
Telhas
Materiais de cobertura com formas e cores 
diferentes. 
Requisitos:
Apresentar estrutura homogênea, 
granulação fina;
Não apresentar manchas ou eflorescências;
Não ter irregularidades de forma;
 Ter baixa permeabilidade;
Ser resistente à flexão.
120
121Cerâmica vermelha
CERÂMICAS TRADICIONAIS
Cerâmica refratária
Materiais capazes de suportar altas 
temperaturas sem perder suas 
propriedades físico-químicas (resistência, 
condutividade térmica e elétrica).
Elevadas temperaturas;
Pequena vitrificação;
Alta porosidade;
Alta resistividade térmica.
122
123Cerâmica refratária
PRODUTOS PARA CONSTRUÇÃO
Argila Expandida
Agregado leve de formato esférico, formado 
por uma espuma cerâmica com microporos e 
superfície rígida e resistente, que se expandem 
a altas temperaturas (1.100°C).
Propriedades de isolamento térmico e 
acústico.
124
PRODUTOS PARA CONSTRUÇÃO
Materiais de Revestimento
Materiais usados na construção civil para 
revestimento de paredes, pisos e bancadas 
tais como pisos, azulejos, placas ou ladrilhos 
para pisos e pastilhas.
125
126
PROCESSO DE FABRICAÇÃO
Processo mais obsoleto, no qual o 
tratamento térmico é dado apenas ao 
esmalte, pois a base já foi queimada 
anteriormente. 
Uma outra técnica utilizada é a terceira 
queima, que consiste em criar efeitos de 
decoração (sobre o esmalte já queimado) e 
recolocá-lo no forno sob temperaturas mais 
baixas, para obter o design definitivo.
127
BIQUEIMA
É um produto constituído de um 
“biscoito” poroso, coberto em uma face 
com vidrado que lhe dá o acabamento 
final.
São classificados pelo ensaio PEI que 
mede a resistência ao desgaste superficial.
A outra face é a sua superfície de 
aderência, destinada ao assentamento, 
chamada de tardoz.
128
CERÂMICA CONVENCIONAL
REVESTIMENTOS CERÂMICOS
Indicação do sentido (flecha) no tardoz da peça.
129
CERÂMICA CONVENCIONAL
130
Ladrilho cerâmico
O Porcelain Enamel Institute (PEI)
131
REVESTIMENTOS CERÂMICOS
132Terceira queima sobre azulejo branco
São queimados, ao mesmo tempo, a base
e o esmalte, em temperaturas que giram 
em torno de 1000ºC a 1200ºC. 
Garante maior ligação do esmalte/base 
e melhor resistência à abrasão superficial. 
A absorção de água depende do produto 
produzido, pois pode-se ter tanto um 
porcelanato (baixa absorção), quanto uma 
monoporosa (alta absorção). 
133
MONOQUEIMA
É o processo atualmente o mais utilizado 
entre as empresas de cerâmica.
Os benefícios desse processo são: 
a) maior resistência à abrasão superficial;
b) maior resistência mecânica e
química;
c) absorção relativamente baixa de água.
134
MONOQUEIMA
PORCELANATOS
135
PASTILHAS CERÂMICAS
São materiais de louça, empregados para 
revestimentos de paredes e nos pisos. 
Fornecidas coladas em folhas de papelão 
ou plástico. A dimensão de cada pastilha é 
de 15x15 mm ou de 20x20 mm com 5 
mm de espessura.
O assentamento é feito com argamassa
de cimento e areia com traço 1:3 em 
volume ou cimento cola. 
136
137
138
Internos:
 Resfriamento (por ar condicionado);
 Umidade interna;
 Aquecimento;
Externos:
 Aquecimento e dilatação pelo sol;
 Umidificação pela chuva;
 Ressecagem e resfriamento pelo vento;
 Ação de poluentes;
 vibrações.
FATORES DE AGRESSÃO
139
Sol:
 Aquecimento e dilatação;
 Gretamento e perda da vivacidade das 
cores das placas com esmalte deficiente;
Maresia e chuva ácida:
 Escurecimento e alteração de cor.
Regiões sujeitas ao congelamento:
 Pode ocorrer a dilatação da água que tiver 
penetrado no interior da peça cerâmica 
causando fissuras.
FATORES DE AGRESSÃO
GRETAMENTO
Fissuras na superfície esmaltada da peça.
expansão por umidade e temperatura, 
quando o esmalte, não acompanhando esse 
movimento, fissura em forma semelhante a 
um fio de cabelo ou descascamentos.
140
141
142
Gretamento com “descascamento” da cerâmica
143
144
O destacamento pode ocorrer devido à:
 Falhas no assentamento;
 Ausência de garras de fixação no tardoz;
 Expansão por umidade;
 Ausência de juntas de contrôle.
DESTACAMENTO
145
Escurecimento
Ocorre devido à absorção de água nas 
cerâmicas não esmaltadas que apresentam 
alta porosidade.
Eflorescência
Ocorre devido à penetração de água da 
chuva pelo rejuntamento, à ascensão de água 
pelo piso ou mesmo vazamentos. Solubiliza 
sais solúveis ocasionando o depósito na 
superfície da placa.
ESCURECIMENTO E EFLORESCÊNCIA
146
Eflorescência
147Eflorescência
148
Escurecimento e 
manchamento
149
CERÂMICAS ABRASIVAS
CERÂMICAS ABRASIVAS
Usadas para desgastar por abrasão, esmerilhar 
ou cortar outros materiais que precisam ser 
obrigatoriamente mais moles.
Produtos mais conhecidos: óxido de 
alumínio, diamante, carbeto de silício, e carbeto 
de tungstênio.
150
151
CIMENTOS
CIMENTOS
O cimento é um material cerâmico que, em 
contato com a água produz a cristalização de 
produtos hidratados, ganhando assim 
resistência mecânica.
É o principal material de construção 
usado na construção como aglomerante.
152
BIBLIOGRAFIA
FUSCO, P.B. Técnicas de armar estruturas de 
concreto. PINI, 1995.
BARROS, M. M. & MELHADO, S. B. 
Recomendações para a produção de 
estruturas de concreto armado em edifícios. 
projeto Epusp/Senai. São Paulo. 1998.
ARAÚJO, L. O. C & FREIRE, T. M. Tecnologia e 
Gestão de Sistemas Construtivos e Edifícios. 
Apostila “Tecnologia de produção de Edificações em 
concreto aramado”. 2004.
Aulas da Profª Paula Salum e Prof° Eduardo 
Pachla – Uniritter 2018. 153
BIBLIOGRAFIA
BAUER, L. A. F., Materiais de Construção. Rio de 
Janeiro, LTC. 5ª Ed, 2000.
CALLISTER, W. D., Ciência e Engenharia de 
Materiais - Uma Introdução São Paulo, LTC - 5ª 
Ed., 2002.
ISAIA, G. Materiais de Construção Civil e 
Princípios de Ciência e Engenharia de 
Materiais. 2 ed. São Paulo: IBRACON, 2010.
SOUZA, R. & Mekbekian, G. Qualidade na 
aquisição de materiais e execução de obras. 
Ed. PINI, São Paulo, 1996.
154
BIBLIOGRAFIA
ABNT NBR 6118 –Projeto de Estruturas de Concreto.
ABNT NBR 7480 –Barras e Fios de Aço Destinados a 
Armaduras de Concreto Armado.
ABNT NBR 7481 –Tela de Aço Soldada -.Armadura 
para Concreto.
ABNT NBR 7482 –Fios de Aço para Concreto 
Protendido.
ABNT NBR 7483 –Cordoalhas de Aço para Concreto 
Protendido – Requisitos.
ABNT NBR 14931 –Execução de Estruturas de 
Concreto –Procedimento.