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AD MINISTR AÇÃO DE RE C UR S OS HU MANOS II
ATIVID AD E AU L A 05
01 - Co ncei t ue e C aracteri ze Pesq ui sa Salari al;
A pe squ isa salarial tem por ob jeto a in vestiga ção de dad os co mo: s alário ,
remuneração variáve l (bônu s, PL R , co missõ es), a diciona is co mo
pericu lo sid ad e, insalu brida de ou ad icional p or tempo de serviço e ou tros
qu e irão co mpor o “total em d inheiro rec ebido pe lo func ion ário. A
Pe squ isa Sa larial é uma referên cia do mercado para a tomada de
dec i es e ob jetiva o bter e lementos d e c omparação en tre a estru tu r a d a
empresa e os n íve is de remune ração p raticad os p ela e sfera on de a
organ iz ação s e enqu adra. É u m ins trumento es sen cial para a defin içã o d a
po lítica sa laria l d a empresa .
02 - A p arti r da leit ura d a a ula , q uai s ob ser vaçõ es são nece ssá ri as em rela ção
à P esq ui sa S alari al? P ode se d i zer q ue P esqui sa S alaria l É modi smo ou
Necessi da de?
N a se leção d as empresa s é preciso co ns iderar alguns fatores que
influe nciam d iretamen te no resu ltado da pes qu isa: loc aliz a ção geog ráfica,
ramo de atividad e, e strutura orga niz a c ional, po lí tica salar ia l , e ntre outro s.
Es tes po ntos s ão importan tes , p ois farão co m q ue a p esq uisa s eja mais
direciona da e o s resu ltado s tabulado s po de rão es pelhar a p rática salar ial
de mercado das empresa s, prin cip almente, com po rte equ iva len te à
empresa patro cin ado ra ou de profissionais equ ivalentes em seu q uad ro.
03 - Co mente pe lo me nos 02 métodos p ara pesqui sar sa lário s e fale da
efi ci ênci a de sse método.
1.Question ário s:
a. P ara q ue e sse medo tenha efic iên cia e eficácia é n eces sário a
organ iz ação es tar d e p osse da s d escriçõ es e perfis do cargo em an alise,
um que stio rio de co leta con tendo detalha damen te as info rmaçõ es
nec essá rias para a p esquisa, pa ra a empresa p oss a ana lisa r a
compe titiv id ade da remuneração em rel ão a um d etermina do merca do .
2. R eun iõ es com especialistas em salários:
a. E ficiên cia e ef ic ácia tamb ém s erá ana lisa do nes se método e p ara iss o
uma reunião en tre a empresa e con sultores esp ecializ ado s de ve existir
afim d e d etalhar d escriçõ es e pe rfis do s c argos envo lvidos na pe squ isa e
salários de stin ad os a ess es cargo s, de finind o também o porte e o
seg mento de ativid ade da emp resa.

ATIVID AD E AU L A 06
01 A lide rança é u m assu nto come ntado nos ambi entes orga ni zaci onai s, a s
ve zes, de forma i ncorre ta. À par ti r de nossas di sc ussões nessa a ula, você
pensa q ue Todo A dmi ni strado r é L íder? Jus ti fique
N ão, porque a liderança é uma característica pes soa l qu e os geren tes
admin istrad ores, gestores o u qualquer p rofission al q ue lida co m pes soas
po ssu i p ara realiz ar as coisa s ( resultado s e objetivo s ) p or meio de outras
pes soa s. A lideranç a é u ma caracterís t ica de p ess oas com tr os
próp rio s de lideranç a. S eria um dom, uma hab ilid ad e, uma compe tên cia
qu e o torna ca paz d e d irigir p esso as.
02 - A parti r da lei tura da aula , responda : D e que forma a Li derança pode ser
vi sta co mo uma estra tégi a de R H e u ma Va ntagem co mpetiti va? J usti fi q ue .
A pe squ isa de salário s é u ma ne cessidad e, s e torna fund amental n a
admin istr ão de remun eração . C om esse in strumen to o administrado r
po de aco mpanh ar o p os icionamen to d os seu s sa lários e b ene fício s c om
aqu eles pratic ado s.
03 - C aracteri ze as fo ntes de po der d e li dera nça;
Po de r de reco mpens a: é a capaci d ade de i nflue nci a r pesso as o u co nsegui r
com que as coi sa s ou tarefas seja reali zadas medi ante a promessa de
reco mpe nsa q ue a te nda à s e xpe cta ti vas e às necessi da des das pesso as. A
atração é dada pe lo po der d e recompe nsa fina nce i ra.
Po de r coe rcitivo: é a cap aci dad e d e i nflue nci ar at ra vés da p uni ção, da
ameaça, das nor mas e regulame ntos .
Po de r legítimo: é a capaci dade d e i nf l uenci a r p essoas e conseg ui r resultados
atra vés da a uto ri da de concedi da pelo ca rgo oc upado na orga ni zação .
Fo ntes d e P od er Pesso al : é a hab i li dade pa ra i nflue nci ar atra vés de
conhe ci men tos espe ci ai s. É a capa cid ade de alguém i nf lue nci a r o
comportame nto de o utras pessoa s com base no se u co nhe ci men to,
compreensão e ha bi li dad es.

ATIVID AD E AU L A 07
01 - Quai s os de safi os d o ad mi ni strador fre nte à comuni cação e mpresaria l em
se trata nd o da A dmini st ração de Rec ursos H uma no s? Respo nda co ncei t ua nd o
o assu nto;
Mu itas empresas ainda n ão se d eram c on ta q ue a co municação interna é
fu nd amental p ara o b om desempen ho de seu s co lab orado res em se fala r
a mesma n gu a. S e esta diz endo qu e a empresa d eve ter u m s istema o u
um pad rão de comun ica ção para transmitir sua s informaçõ es, no rmas,
valores, p lan os e stra tégico s, d isc iplin as d en tre ou tras. P o demos tamb ém
definir qu e c omun icaç ão é um proce sso so cial q ue se caracteriz a pe la
trans mis são , rece bimen to e troc a de info rmaçõ es. Mas o q ue q uero
salie ntar é: a co mun icação e orien tações que pode m lev ar as empresas
ao ca os, pe rder cl ientes, cr ia r a tri tos e co nfl itos internos , ter i meros
prod utos refugad os , n ão ter produ tos em es to que s p ara atendimento , n ão
faz er alteraçõe s so licitada s pe los clie ntes, faz er u m p ropag a nd a q ue não
atenda as s olicitaçõ es d os vended ores, não prod uz ir os prod utos
prioritár ios, comprar matér ias primas sem c on sultar a prog ram ão d e
prod uçã o, prod uz ir se m con su ltar o p lane jamento de ve nd as, gastar ou
faz er retiradas sem con sultar o flu xo d e c aixa, faz er preços de ve nd as
sem c on sultar os c ustos do s prod utos, dar d esc on to s s em co nsu ltar a
luc ratividad e, o de term in ar limi tes de ap rovaç ões p ara c ompras, e
ou tros. O maio r problema é a comunicação .
02 - C a racteri ze as etapas q ue forma m o p rocesso d e com uni cação;
O p roces so de C o municação , o corre quan do o e mis sor o u cod ificad or
emite uma mensa gem o u sinal ao recep tor o u dec od ific ado r, através de
uma c hamad a, exemplo: telefone. O receptor in terpretará a mensag em
qu e p od e ter c heg ado até ele com algum tipo d e ba rreira ruído e , a p artir
daí, dará o fee db ack o u resp osta, co mpletand o o proce sso de
comun ica ção .
03 E m p le no séc . X X I, com tod a e vol uçã o tec nológica , a co muni caçã o ai nd a
tem si d o um dos mai ores “garga los” de uma gestão e fi ci ente e e fi caz. C om o,
em sua opi ni ã o, e ssa reali dade pode ser mudada ? Isso é po ss íve l? Jus tifi que
sua resposta.
A co municação empresarial tem sido f req ue ntemente disc utida n o
sen tido d e traz er pa ra a orga niz ação so lu ções qu e v isem o be m co mum, o
des env olvimen to e a bu sca d e resultado s s atis fatórios. To da e mpresa