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Urolitíase em cães e gatos

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FACULDADE ANHANGUERA DE ANÁPOLIS 
MEDICINA VETERINÁRIA 
 
 
 
 
 
 
 
MARIANA FREITAS COELHO CPF: 032.223.231-78 
MELISSA RAQUEL ALVES SILVA CPF: 038.564.201.69 
PAULO VICTOR AQUINO ALVES CPF: 059.015.441-96 
RAYLINNE MARTINS MADEIRA CPF: 040.402.471-83 
VICTORIA DE SOUZA TAVARES CPF: 054.872.041-01 
 
 
 
 
 
 
UROLITÍASE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anápolis 
2019 
 
 
MARIANA FREITAS COELHO CPF: 032.223.231-78 
MELISSA RAQUEL ALVES SILVA CPF: 038.564.201.69 
PAULO VICTOR AQUINO ALVES CPF: 059.015.441-96 
RAYLINNE MARTINS MADEIRA CPF: 040.402.471-83 
VICTORIA DE SOUZA TAVARES CPF: 054.872.041-01 
 
 
 
 
 
 
 
UROLITÍASE 
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho apresentado a Prof.ª Carolina 
Castro Lyra da Silva como complemento de nota 
da disciplina de Práticas Hospitalares Anestesia e 
Cirurgia 9º Período “A” do curso de Medicina 
Veterinária da Faculdade Anhanguera de 
Anápolis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anápolis 
2019 
 
 
SUMÁRIO 
 
INTRODUÇÃO ................................................................................................... 5 
1. UROLITÍASE ............................................................................................... 6 
2. DIFERENÇA ENTRE ESPÉCIES ................................................................ 7 
3. FORMAÇÃO DO URÓLITO ......................................................................... 8 
3.1 TEORIAS DE FORMAÇÃO DE URÓLITOS ............................................. 9 
4. TIPOS DE URÓLITOS ................................................................................. 10 
4.1 URÓLITOS DE ESTRUVITA ................................................................... 10 
4.1.1 TRATAMENTO ................................................................................. 10 
4.2 URÓLITOS DE OXALATO DE CÁLCIO .................................................. 10 
4.2.1 TRATAMENTO ................................................................................. 11 
4.3 FOSFATO DE CÁLCIO ........................................................................... 11 
4.3.1 TRATAMENTO ................................................................................. 11 
4.4 URATO ................................................................................................... 12 
4.4.1 TRATAMENTO ................................................................................. 12 
4.5 XANTINA ................................................................................................ 12 
4.5.1 TRATAMENTO ................................................................................. 13 
4.6 SILICA ..................................................................................................... 13 
4.6.1 TRATAMENTO ................................................................................. 13 
4.7 CISTINA .................................................................................................. 13 
4.7.1 TRATAMENTO ................................................................................. 14 
5. SINAIS CLÍNICOS ..................................................................................... 14 
6. DIAGNOSTICO .......................................................................................... 15 
7. TRATAMENTO CIRÚRGICO ..................................................................... 16 
7.1 NEFRECTOMIA ...................................................................................... 16 
7.2 URETEROTOMIA ................................................................................... 16 
7.3 CISTOTOMIA .......................................................................................... 17 
8. PREVENÇÃO ............................................................................................ 17 
CONCLUSÃO................................................................................................... 19 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: ..................................................................... 20 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO 
 
Urolitíase é um distúrbio metabólico que acomete cães e gatos. Fatores 
que contribuem para seu aparecimento incluem sexo, idade, raça, pH urinário e 
nutrição (aspecto que trabalha no desenvolvimento da formação, prevenção e 
tratamento). Urólitos se formam com auxilio de acúmulo de substâncias (sais 
minerais ou aminoácidos) em conjunto de um pH urinário acido ou alcalino e 
presença de inibidores ou promotores de cristalização. Os cálculos mais 
encontrados na espécie canina são os de oxalato de cálcio e estruvita. Já em 
felinos, os de oxalato de cálcio são os mais dominantes em animais adultos 
(entre os sete e nove anos de idade) e os de estruvita em jovens. O sinal 
clínico mais evidenciado nessa afecção é a hematúria (presença de sangue na 
urina), disúria (dificuldade para urinar que pode ser acompanhada de dor) e 
polaciúria (aumento do número de micções com diminuição do volume da 
urina). O diagnóstico pode ser realizado através de exame clínico, exames 
laboratoriais e complementares. O tratamento pode ser clínico, cirúrgico ou 
terapêutico com objetivo de desobstrução causada pelos urólitos. 
 
Palavras-chave: urolitíase, cálculos, pH urinário, pequenos animais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
Urolitiase é uma formação de cálculos urinários, ocorrem em várias 
regiões, como na pelve renal até sua uretra. Na formação destes cálculos, 
pode provocar alterações na fisiologia do trato urinário do animal acometido. 
Os urolitos na sua constituição são por agregados de solutos urinários, 
precipitados e organizados em um núcleo central. 
 A formação de cálculos pode variar em espécie canina e felina, também 
e de grande relevância a predisposição racial do animal, ou mesmo uma 
particularidade do animal que é um defeito congênito e/ou lesões. Levando em 
consideração, que a alimentação do animal pode favorecer na produção de 
urolitos, ou ate mesmo interferir no processo da dissolução, e também o uso de 
alguns medicamentos podem vim a influencia na produção de urolitos. 
Em cães os urolitos mais encontrados são, oxalato de cálcio e fosfato 
amoníaco magnesiano; e em felinos os de oxalato de cálcio. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
1. UROLITÍASE 
 
O termo urolitíase é originário do grego uro, que significa urina, e lithos, 
que significa pedra/calculo. Urolitíase é a expressão utilizada para as causas e 
ações de cálculos em qualquer parte do trato urinário (ELLIOT E GRAUER, 
2014). Os urólitos podem ser caracterizados como cálculos vesicais (vesícula 
biliar), nefrólitos (rins), uretrólitos (uretra) e ureterólitos (ureter) de acordo com 
sua localização anatômica. Seu formato pode ser piramidal, liso, facetado, ou 
em conformidade com sua camada interna e constituição (DIAS E SILVA; 
SILVA, 2011; STURION et al., 2011). 
Urolitiase é determinada muitas vezes por fatores idiopáticos, outras por 
circunstâncias hereditárias, conaturais ou por distúrbios fisiopatológicos. 
Elementos que influenciam na formação de urólitos, incluem, sexo, raça, idade, 
anormalidades funcionais ou anatômicas do sistema urinário, anomalias 
metabólicas, infecções do trato urinário ITU, dieta, pH da urina e homeostase 
da água corporal (ELLIOT; GRAUER, 2014). 
O sexo do animal é um elemento a ser analisado. Machos possuem 
mais probabilidade de desencadear pequenos urólitos, pelo pequeno diâmetro 
de sua uretra. Ao contrário das fêmeas que podem acometer