A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
40 pág.
Módulo 1   Um olhar sobre a deficiência

Pré-visualização | Página 2 de 2

Para mudar essa realidade, é necessário que se 
desenvolvam meios e métodos que viabilizem o prazer 
pela prática esportiva de crianças e jovens. 
A qualificação profissional é um passo fundamental no 
atendimento de crianças e jovens com deficiência. 
 
 A Educação Física tem muito a oferecer a 
crianças e jovens com deficiência, nas mais variadas 
formas de atividade. 
 
Importante... 
 ...a mudança de atitude não significa, no entanto, 
desconsiderar suas características inerentes à 
deficiência, tais como: limitações, incapacidades, 
restrições a determinadas atividades, restrições 
médicas, entre outros aspectos que devem ser 
considerados sim, mas não como primeiro passo. 
 
• A EF aponta na busca de desafios, permitindo a participação de 
todos sem distinção, respeitando suas limitações, promovendo 
autonomia e enfatizando o potencial de cada um enquanto 
pessoa. 
• A postura pessoal é importante, para que esse adquira atitudes 
positivas e busque a capacitação profissional necessária para 
atuar como agente de inclusão. 
• A oportunidade de participar de aulas de EF deverá modificar o 
estilo de vida de crianças e jovens com deficiência envolvida nas 
atividades. 
• Com tal mudança, o futuro desses alunos se apresentará mais 
brilhante do que nunca, contendo a promessa de oportunidades 
e realizações. 
Caminhos da Educação Física (EF)... 
Bibliografia 
 
AMARAL, L. A. Conhecendo a deficiência (em companhia de Hércules). São Paulo: Robe, 1995. 
BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: 
MEC/SEESP, 2008. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br> Acesso em: 02 de maio de 2013. 
_____________. Ministério da Justiça. Declaração Universal dos Direitos Humanos. In: Assembleia Geral 
das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Disponível em: 
<http://portal.mj.gov.br/sedh/ct/legis_intern/ddh_bib_inter_universal.htm>. Acesso em: 5 de maio 2013. 
_______________. Ministério da Educação. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre 
necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf>. Acesso em: 10julho de 2013. 
CONDE, Antonio João Manescal; SOUZA SOBRINHO, Pedro Américo de e SENATORE, Vanilton. 
Introdução ao Movimento Paraolímpico: Manual de Orientação para Professores de Educação Física. 
Brasília : Comitê Paraolímpico Brasileiro, 2006. 
MARQUES, A. C. O perfil do estilo de vida de pessoas com Síndrome de Down e normas para avaliação 
da aptidão física. 2008. (Doctor). Educação física Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto 
Alegre -RS. 
MITTLER, Peter. Educação inclusiva: contextos sociais. Tradução: Windyz Brazão. Porto Alegre: Artmed, 
2008. 
RODRIGUES, David. A Educação Física Perante a Educação Inclusiva: reflexões conceptuais e 
metodológicas. Rev. da Educação Física/ UEM Maringá, v. 14, nº 1, p. 67 – 73. 2003. 
UNESCO (1994) Declaração de Salamanca e enquadramento da acção na área das Necessidades 
Educativas Especiais, Lisboa, IIE. 
 
 
Vídeos 
 O link abaixo inclui toda coletânea de livros do Programa Segundo 
Tempo, a maioria dos livros possuem sugestões de atividades e 
possíveis adaptações, o download do livro completo está disponível 
de forma gratuita. 
 http://www.ufrgs.br/ceme/pst/site/publicacoes/livros 
 
 O portal do professor, possui uma plataforma de troca entre 
professores, na qual é possível registrar e organizar suas aulas e 
ver sugestões de aulas de outros professores, é uma ferramenta 
eficaz de troca de experiências. 
 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/espacoDaAula.html