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Testes Especiais Fisioterapia 03

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da 
tróclea. 
 
Sinais e sintomas: durante o teste, o paciente refere dor associada às 
crepitações que poderá, até mesmo, impedir a extensão do joelho. 
 
 
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Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores
 
 
 
 
 
 
TESTE DE ZHOLEN OU TESTE DE CLARK OU TESTE DO RANGIDO 
PATELAR 
 
 
Fonte: (Konin, Wiksten, Isea
: em decúbito dorsal com os
r, 2001) 
 
 
Posição do paciente joelhos em extensão e 
relaxados. 
escrição do teste: o terapeuta instrui o paciente para que realize uma 
contraç
 patela empurrando-a contra a tróclea femoral e em direção caudal. 
 
D
ão isométrica do quadríceps enquanto mantém uma resistência na borda 
superior da
 
Sinais e sintomas: no momento da contração isométrica do quadríceps e a 
resistência imposta pelo terapeuta o paciente sentirá uma forte dor retropatelar 
indicando a positividade para condromalácea. 
 
• OBS: nesse teste o terapeuta deverá comparar ambos os joelhos. 
Esse teste também proporcionará dor em indivíduos saudáveis, portanto é 
importante realizar outros testes e confirmar com exames radiológicos. 
 
 
 
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TESTES PARA DETECTAR OUTRAS PATOLOGIAS NO JOELHO 
 
TESTE DA PLICA DE HUGHSTON 
 
 
r, 2001) 
 
 
Posição do paciente com o joelho inicialmente 
em extensão e relaxado. 
 
Descrição do tes
medial da patela tentando palpar a região logo abaixo da faceta medial da patela. 
Com a outra mão realiza uma rotação interna da tíbia e move passivamente a perna 
em flexã
s: o paciente sentirá uma dor bem localizada no local onde 
o terapeuta está com sua mão na borda medial da patela. Além da dor, podem-se 
percebe
 
 
Fonte: (Konin, Wiksten, Isea
: deitado em decúbito dorsal 
te: o terapeuta coloca uma das suas mãos na borda 
o e extensão. 
Sinais e sintoma
r estalidos e a própria plica poderá ser palpada durante o trajeto de flexo-
extensão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ESTE DA APREENSÃO OU TESTE DE FAIRBANKST 
 
 
 
Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal com o joelho a ser testado 
flexionado a 30º e colocado sobr ue está sentado na borda da 
maca. 
escrição do teste: o terapeuta com uma das mãos empurra a patela no 
sentido 
 luxação patelar essa manobra permite uma instabilidade controlada, pois no 
momento da flexão o paciente ficará apreensivo e impedirá o avanço da flexão. 
 
Fonte: (Barros Filho & Lech, 2001) 
e a coxa do avaliador q
 
D
lateral tentando subluxá-la. Ao mesmo tempo com a outra mão flexiona 
passivamente a perna do paciente. Em pacientes com história de subluxação ou até 
mesmo
 
Sinais e sintomas: a apreensão manifestada pelo paciente na iminência de 
uma subluxação patelar poderá ser, além da alteração facial até uma contração 
involuntária do quadríceps, impedindo a flexão por parte do terapeuta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
TESTE DO RECHAÇO PATELAR OU GOLPE PATELAR 
 
 
Fonte: (Reider, 2001) 
 
 
Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal com os joelhos em 
extensão e relaxados. 
 
Descrição do teste: quando existir um grande volume (edema) intra-
articular no joelho decorrente de vários fatores, entre eles, lesões condrais, 
meniscais e ligamentares a patela poderá ficar suspensa na fossa troclear. O 
terapeuta deverá empurrar vigorosamente a patela no sentido posterior com um ou 
dois dedos. Na presença de grande derrame a patela desce para a tróclea e colide 
nela com um impacto distinto. 
 
Sinais e sintomas: o paciente no momento do teste não sentirá dor, mas 
certamente estará em quadro doloroso decorrente da distensão capsular e pela 
incapacidade funcional gerada pela presença do derrame articular. 
 
 
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TESTE DE WILSON 
 
 
Fonte: (Reider, 2001) 
 
 
Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal com o joelho a ser testado 
inicialmente a 90º de flexão. 
 
Descrição do teste: Nesse teste, não muito utilizado, o terapeuta roda a 
tíbia medialmente enquanto estende o joelho do paciente passivamente. Essa 
manobra tem por objetivo fazer com que o LCA incida sobre uma lesão condral, a 
chamada osteocondrite dissecante localizada adjacente à incisura intercondilar do 
côndilo femoral medial. 
 
Sinais e sintomas: em pacientes com osteocondrite dissecante a dor 
aparecerá principalmente ao final da extensão com a tíbia rodada internamente e 
deverá desaparecer quando a manobra for repetida com a tíbia rodada 
externamente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TESTES PARA A REGIÃO DO TORNOZELO 
 
TESTE DE HOMAN 
 
 
Fonte: (Konin, Wiksten, Isear, 2001) 
 
 
Posição do paciente: decúbito dorsal com os membros inferiores relaxados. 
 
Descrição do teste: o terapeuta ao lado da maca do paciente realiza uma 
dorsiflexão do tornozelo do paciente e apalpa a região da panturrilha a fim de 
verificar a temperatura e o estado de congestão. 
 
Sinais e sintomas: o paciente que estiver com uma forte dor na panturrilha 
produzida em decorrência do alongamento passivo do pé estará em uma condição 
de risco para o quadro de tromboflebite e deverá receber atendimento médico com 
urgência. 
 
 
 
 
 
 
 
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TESTE DE THOMPSON 
 
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Fonte: (Do Autor, 2008) 
 
 
Posição do paciente: decúbito ventral com o joelho flexionado a 90º. 
 
Descrição do teste: o terapeuta deverá comprimir a panturrilha do paciente 
aproximando os ventres musculares do gastrocnêmico a fim de tracionar ou não o pé 
do paciente por meio do tendão do calcâneo. Em caso de ruptura do tendão 
calcâneo não haverá a flexão plantar, portanto o teste será positivo para ruptura 
completa do tendão do calcâneo. 
 
Sinais e sintomas: No momento do teste o paciente não sentirá dor. O 
terapeuta deverá visualizar ou não a flexão plantar para verificar se houve ruptura 
total ou parcial do tendão do calcâneo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TESTE DA GAVETA ANTERIOR E POSTERIOR 
 
 
Fonte: (Reider, 2001) 
 
 
Posição do paciente: sentado ou deitado com os pés para fora da maca. 
 
Descrição do teste: no teste da gaveta anterior para testar a integralidade 
do ligamento talofibular anterior e a porção ântero-lateral da cápsula articular, o 
terapeuta, segura firmemente com uma mão a tíbia e com a outra mão exerce uma 
tração anterior no nível de calcâneo e observa o grau de deslocamento. Para a 
realização do teste da gaveta posterior para testar