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APS Assassinato em Primeiro Grau

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UNIVERSIDADE PAULISTA– UNIP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS
CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO 
TRABALHO PARA AVALIAÇÃO SEMESTRAL
DISCIPLINA ATIVIDADE COMPLEMENTAR
TÍTULO: ASSASSINATO EM PRIMEIRO GRAU.
	ALUNOS (AS) 
	RA
	 TURMA
	
	
	
	JANETE MARTINS DAMASCENO
	B93324-0
	DR4Q68
	LUIZ ANTONIO ALVES BAIDA
	T12357-7
	DR4P68
	PATRICIA MOREIRA
	C173BJ-4
	DR4Q68
	ROSANI VICENTE
	C0598C-7
	DR4Q68
	VANDERLEI QUARTAROLO
	T15826-5
	DR4P68
	VIVIANE MARTINS CUZZIOL LIMA
	C115EJ-6
	DR4P68
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
São Paulo
Novembro / 2015
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO DA PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA...........................................3
INTRODUÇÃO................................................................................................................4
RESUMO........................................................................................................................5
OMISSÃO DO ESTADO: no sentido de nunca ter observado o seu dever de cuidar das crianças que cresceram nas ruas....................................................................................6
COMO O FATO SERIA OU DEVERIA SER TRATATO PELO ORDENAMENTO JURIDICO BRASILEIRO.................................................................................................9
PRINCIPIO DA INSIGNIFICÂNCIA...............................................................................11
PRINCIPIO DA PROPORCIONALIDADE ....................................................................13
PERMANÊNCIA EXCESSIVA NA SOLITÁRIA.............................................................16
OMISSÃO DO ESTADO: a falta de fiscalização nos presídios.....................................18
EXAME CRIMINOLÓGICO...........................................................................................22
CONCLUSÃO................................................................................................................23
BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS...........................................................................24
APRESENTAÇÃO DA PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA
O Título Original: Murder in the First
Ano Produção: 1995 (EUA)
Diretor: Marc Rocco
Música composta por: Christopher Young
Roteiro: Dan Gordon
Prêmio: Critics' Choice Award: Melhor Ator
Elenco:
Christian Slater…. James Stamphill
Kevin Bacon…. Henry Young
Gary Oldman.... Milton Glenn
Embeth Davidtz.... Mary McCasslin
William H. Macy... D.A. William McNeil
Stephen Tobolowsky... Mr. Henkin
Brad Dourif.... Byron Stamphill
R. Lee Ermey... Juiz Clawson
Mia Kirshner... Rosetta Young (adulta)
Stefan Gierasch .... James Humson
Kyra Sedgwick... Blanche
Alex Bookston... Arthur "Doc" Barker
Um garoto de 17 anos, por não conseguir emprego, rouba 5 (cinco) dólares e vai para Alcatraz. Quando tenta escapar é capturado e confinado em uma solitária por três anos, saindo da sua cela apenas 30 minutos por dia, para se exercitar. 
Quando enfim é colocado junto com os outros presos, comete um assassinato na frente de 200 testemunhas. Mas seu advogado pretende alegar que os maus tratos na prisão o enlouqueceram e que os verdadeiros responsáveis são aqueles que dirigem o presídio.
INTRODUÇÃO
Após o estouro da crise de 1929 – abalo econômico que atingiu em cheio os Estados Unidos – houve uma súbita elevação das atividades criminosas naquele país. Contudo, na região de São Francisco havia um pequeno “monte de terra” capaz de causar arrepios em muitos bandidos dessa época. A pequena ilha de Alcatraz, entre 1934 e 1963, foi sede de uma das prisões mais seguras do planeta. Pelo lugar passaram figuras como Robert F. Stroud, James “Whitey” Bulger e o lendário mafioso Al Capone.
Em 1853, realizou-se a construção de uma fortificação militar que abrigaria uma guarnição militar com aproximadamente 200 soldados.
Em 1868, transformar a fortificação de Alcatraz em um complexo penitenciário. 
Em suas primeiras atividades, a nova penitenciária serviu de cadeia para muitos indígenas marginalizados pelo processo de expansão norte-americano.
Dessa forma, no dia 1 de janeiro de 1934, James A. Johnston, primeiro administrador do presídio federal, viria a estabelecer as rígidas regras que transformaram Alcatraz em uma prisão de segurança máxima. Nesse mesmo tempo, um programa disciplinar foi estabelecido com o intuito de regenerar seus presos com o uso do trabalho e de uma rotina cheia de restrições. Entre outras imposições, os presos não deveriam cantar, ouvir rádio e só tomavam banho duas vezes por semana.
Ao longo de todo período que esteve sob o controle do governo norte-americano, Alcatraz não teve sua reputação manchada por nenhuma fuga bem-sucedida. Em geral, os planos de fuga envolviam um número reduzido de presidiários, sendo que das 14 tentativas de fuga registradas, houve o envolvimento de somente 36 detentos.
Em 1963, graças aos esforços do promotor Robert Kennedy, a penitenciária de Alcatraz chegou ao seu fim. Para que isso fosse possível, Kennedy demonstrou que o custo gerado para a manutenção dos presos e funcionários naquela ilha era cerca de três vezes maior do que qualquer outra prisão. Dessa maneira, seus presos e funcionários acabaram removidos para a Penitenciária de Marion, no estado do Illinois.
Depois disso, um malfadado projeto de construção de um centro cultural, ecológico e educacional indígena levou diversos nativos a ocuparem o território. Contudo, a falta de ordenação impediu o seu sucesso. Com isso, a partir de 1976, a Ilha de Alcatraz foi paulatinamente transformada em patrimônio histórico. Hoje em dia, apesar da oposição de alguns, a ilha se transformou em enigmático ponto turístico que conta os crimes e repressões de um período da história norte-americana.
RESUMO
O filme nos mostra de forma enfática e emblemática a existência da arbitrariedade na forma de punir, onde a pena dada foi de uma certa forma desproporcional ao crime cometido.
É o retrato uma triste história de um jovem americano que foi preso por furtar 5 dólares, foi levado a uma prisão de segurança máxima (Alcatraz) e que tentou fugir.
Como se tratava de uma prisão de segurança máxima, o diretor quis dar um “recado” aos demais detentos de que ninguém fugiria da prisão.
Henry foi recapturado e passou 3 anos e 2 meses na solitária, quando o período máximo legal permitido à época era de 19 dias. Sua vida na prisão o fez enlouquecer ao invés da reeducação prometida.
Henry foi torturado, teve todos os seus direitos de preso reprimido, tendo somente 30 min. de sol a cada ano, não tinha direito a uma alimentação digna e muito menos o direito a socialização.
Uma vez que o Estado toma para si o dever de reeducar, deve fazê-lo de forma digna. Como pode o Estado que coloca as leis para que os cidadãos cumpram – infligi-las ao seu bel prazer. Castigar é diferente de se fazer justiça.
OMISSÃO DO ESTADO: no sentido de nunca ter observado o seu dever de cuidar das crianças que cresceram nas ruas
O crime cometido pelo jovem Henry com seus 17 anos de idade, roubou cinco dólares para alimentar sua irmã. Por uma quantia de cinco dólares foi julgado e condenado por crime federal de roubo do correio, e por isso foi enviado a uma prisão de segurança máxima. O roubo ou furto de uma loja postal, que é um órgão de concessão federal, constituiu em crime federal e o levou a ser condenado e punido de uma forma destrutiva. Sua irmã foi levada para ser criada em um orfanato.
PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA
O dicionário Houaiss em sua menção do significado da palavra dignidade: “consciência do próprio valor; honra; modo de proceder que inspira respeito; distinção; amor próprio. ” Em outras palavras, a dignidade nada mais é do que uma “qualidade moral que infunde respeito. ”
“[...] pessoa humana, pela condição natural de ser, com sua inteligência e possibilidade de exercício de sua liberdade, se destaca na natureza

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