ATPS QUALIDADE EM SISTEMAS LOGISTICOS
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ATPS QUALIDADE EM SISTEMAS LOGISTICOS

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ANHANGUERA POLO URUGUAIANA - RS

CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA

DISCIPLINAS: QUALIDADE EM SISTEMAS LOGÍSTICOS.

TUTOR À DISTANCIA: FABIANA BIAZETTO

TUTOR PRESENCIAL: EVANDRO DE LOS SANTOS

ALUNOS:

FABIANA COPELLO BIBIANO - 9978022157

MICAEL SILVA DA SILVA - 8345780259

URUGUAIANA, NOVEMBRO DE 2014

INTRODUÇÃO

A atual competitividade do mercado em que as empresas estão inseridas tendem a exigir maior nível de desempenho logístico, demonstrando cada vez mais eficiência e eficácia, fatores importantíssimos para se manter nesse mercado.

Nesse mundo de negócios é necessário entender as operações logísticas, as necessidades e solicitações dos clientes, visando suprir de maneira constante suas expectativas, fator fundamental para estabilizar de certa maneira no mercado.

Através de algumas atividades e conceitos logísticos é possível estabelecer metas, soluções e melhorias, agilizando os processos. É possível desenvolver, criar e se adaptar as instabilidades do momento, para isso é necessário buscar apoio nos Sistemas de Gestão de Qualidade, onde é possível encontrar estrutura de planejamento com qualidade.

ETAPA 1

Conforme a Constituição Federal de 1989, cada localidade é responsável pelo seu transporte publico, neste país onde ha diversidades dos contextos envolvidos nessa área em cada local.

Na França há uma Autoridade Organizadora e três tipos de agrupamentos de municípios os quais são responsáveis pelos transportes, o condomínio, o distrito e a comunidade urbana. O que os diferencia esta no modo de captação dos recursos.

A funcionalidade e as finanças variam em cada caso. Já as tarifas sempre em equilíbrio, definidas pelo plano de controle nacional.

Na Alemanha o transporte pode ser administrado pelos municípios, pela região ou pelo governo federal. As Associações de Transporte são responsáveis por planejar e organizar o sistema, os horários e tarifas. Os níveis de decisão podem ser três na Associação: Assembleia dos Associados, Conselho de Direção e Direção Geral.

Na Espanha conforme decreto é especificado a prestação de serviços de transportes coletivos. A primeira delas é a prestação direta, efetuada pela autoridade municipal competente, ou por uma fundação de serviço público. A segunda é a prestação indireta por operadores desligados do poder publico, sobre os regimes de concessão, contrato ou permissão. Há ainda a prestação por uma empresa de capital misto (publico e privado) ou por consorcio.

Na Itália a partir dos anos 60, o poder legislativo em matéria de transportes locais passou a ser do setor privado, e mais tarde aos poderes públicos locais. Em 1981, o estado Italiano fez votar uma lei relativa à organização, reestruturação e fortalecimento dos transportes locais, à criação do fundo Nacional de Transportes.

Os objetivos eram os seguintes:

- Unificação de todas as políticas em matéria de transporte local sob a responsabilidade das Regiões;

- Regulamentação das questões relativas à cobertura dos custos, seja pelas receitas operacionais, seja através da participação do estado; e

- Fixação de regras de conduta das empresas operadoras, como, por exemplo, a adoração dos mesmos métodos contábeis. As tarifas, as disposições relativas à organização e reestruturação adoção de medidas apropriadas devem assegurar, a cada ano, o aumento da relação receita/custo, definido em plano regional. Além disso, está previsto o acatamento dos limites mínimos das relações receita/custo fixados pelo Ministro dos Transportes a cada ano.

Em 1986, uma nova lei, dispõem sobre o Plano Geral de Transportes ( na medida em que o mesmo não se contenta em identificar os pontos fracos do sistema de transportes mas oferece estratégias tanto quanto ao plano das novas infra estruturas, quanto aos aspectos organizacionais.

Na Holanda cerca de 50 municípios oferecem transporte publico urbano. Amsterdã, Roterdã, Haia e Utrecht, possuem suas próprias empresas de transportes, as duas primeiras, tem também metros. Nas maiores cidades, também há o serviço ferroviário.

Há uma concentração de esforços para que se obtenham melhores resultados para custos e receitas, os quais podem ser resumidos nas seguintes ações:

- Promoção da eficiência empresarial;

- Aumenta da participação dos usuários na cobertura dos custos; e

- Integração dos diferentes sistemas e modos de transportes.

O Ministério do Transporte e Obras Públicas é então obrigado a ser consultado para todo o tipo de extensão de linhas que são requeridas pelas autoridades municipais ou os operadores.

Nos EUA de uma maneira geral, o transporte publico nas grandes metrópoles americanas é organizado por entidades especializadas, que funcionam como “Autoridades Organizadoras”, nas quais se associam poderes locais e estaduais.

Essas entidades podem ser classificadas em:

- Entidades Regionais; e

- Organizações Regionais e multi estaduais .

Até a década de 60, o transporte foi operado por empresas privadas, a partir dessa época os sistemas começaram a apresentar situação deficitária crescente, que teve como consequência a participação maior do setor público. Os recursos federais são repassados como subsídios aos governos estaduais, locais ou organismos regionais para financiar.

No Canadá a responsabilidade cabe aos municípios. O mecanismo dos subsídios baseia-se em programa de apoio elaborado pelo governo provincial. Como são os municípios que fixam as tarifas e delimitam os orçamentos relativos à prestação dos serviços, eles acabam por determinar, também o montante de subsídios que lhes é incumbido.

Na Suíça a regulamentação do transporte público é bastante complexa, tanto a confederação quanto os cantões tem suas responsabilidades. Quanto às empresas concessionárias de transportes com abrangência geral, tanto quanto a confederação quanto os cantões participam do financiamento. Em serviços de menor somente os Cantões e as Cidades se associam nas contribuições para o equilíbrio financeiro.

Na Suécia o Conselho do Condado de Estocolmo é responsável pelo transporte público no interior de seu território. Ele especifica as regras para o desenvolvimento do sistema operado por uma empresa (SL-AB Storstockolm Lokaltrafik). O conselho cobre qualquer prejuízo da empresa, fornecendo o capital de custeio para o exercício financeiro de cada ano. Estocolmo engloba 25 municípios, servidos pelo mesmo sistema de transporte integrado, constituídos pelos trens e metrôs. Esses serviços são complementados por cerca de 400 linhas de ônibus e são financiados diretamente pelas receitas dos serviços e por outras fontes, como receitas comerciais, por atividades extras transportes e contribuições extraordinárias do fundo fiscal do Conselho do Condado.

Na Finlândia a responsabilidade do transporte público é das grandes cidades, o estado pode intervir, e a política fiscal também proporciona uma ajuda indireta, para o óleo diesel.

Na Noruega, o regime é muito semelhante ao da Finlândia, as receitas cobrem cerca de 50% das despesas, ficando as cidades e os municípios incumbidos de arcar com o essencial da despesa para segurar o equilíbrio financeiro.

Para aumentar a qualidade e produtividade no transporte urbano nas empresas, as estratégias visam buscar capacitação por meio do aumento da eficiência de seus processos internos, alteração dos níveis de qualidade, e fundamentalmente da interação com o passageiro desse sistema. A qualidade nada mais é do que um método de controle.

Para que haja melhorias nos sistema de transporte o investimento tem sido contínuo em novas tecnologias. O desenvolvimento de softwares é uma das principais inovações. Ampliar, modernizar e treinar o pessoal também está em foco.

ETAPA 2

A regulamentação deste processo de transporte é atribuída aos órgãos públicos em seus três níveis de governo, as prefeituras dos municípios cuidam