Apêndice C - Glossário v1
12 pág.

Apêndice C - Glossário v1


DisciplinaQuímica29.513 materiais721.938 seguidores
Pré-visualização9 páginas
(Seção 5.2): É uma reação na qual as
ligações são feitas pela doação de um elétron de cada
reagente, e quando rompidas, os fragmentos saem com um
elétron cada.
Reação SNl (Seção 11.6): É uma reação de substituição
nucleofilica unimolecular.
Reação SN2 (Seção 11.4): É uma reação de substituição
nucleofilica bimolecular.
Reação unimolecular (Seção 11.7): É a reação que
ocorre por transformação espontânea do material de par-
tida sem a intervenção de outros reagentes. Por exemplo,
a dissociação de um haleto de alquila terciário em uma
reação SN1 é um processo unimolecular.
Reação Wittig (Seção 19.12):É a reação de um ileto de fós-
foro com uma cetona ou aldeído para produzir um alceno.
Reagente de Gilman (Seção 10.9): É um reagente dior-
ganocobre , RzCuLi.
Reagente de Grignard (Seção 10.8): É um haleto de
organomagnésio, RMgX.
Reagente de Tollens (Seção 19.3): É uma solução de
AgzO em amônia aquosa; é usada para oxidar aldeídos a
ácidos carboxílicos.
Rearranjo de Curtius (Seção 24.6): É a conversão de um
ácido clorídrico em uma amina pela reação com íon azida,
seguido por aquecimento com água.
Rearranjo de Hofmann (Seção 24.6): É a conversão de
uma amida em uma amina pela reação com Brz e base.
Rearranjo de McLafferty (Seção 12.4): É o caminho de
fragmentação da massa espectral para compostos car-
bonílicos.
Redução (Seção 10.10): Reação que provoca o aumento
da posse de elétron pelo carbono, ou pela quebra da li-
gação entre o carbono e um átomo mais eletronegativo, ou
pela formação de ligação entre carbono e átomo menos
eletronegativo.
Refinamento (Capítulo 3 - Química no Trabalho): Pro-
cesso pelo qual o petróleo é convertido em gasolina e ou-
tros produtos úteis.
Região das impressões digitais (Seção 12.7): É a
complexa região do espectro no infravermelho de 1 500
a 400 cm-1.
Regioespecífico (Seção 6.9):Termo que descreve a reação
que ocorre com uma regioquímica específica para obter um
simples produto preferencialmente à mistura de produtos.
Regioquímica (Seção 6.9): Termo que descreve a orien-
tação da reação que ocorre sobre um substrato assimétrico.
Regra de Hückel (Seção 15.5): Essa regra declara que as
moléculas conjugadas monocíclicas possuindo 4n + 2 'TT
elétrons (n = inteiro) são aromáticas.
Regra de Hund (Seção 1.3): Se dois ou mais orbitais
vazios de mesma energia estão disponíveis, um elétron
ocupará cada um, com seus spins paralelos, até que todos
sejam semipreenchidos.
Regra de Markovnikov (Seção 6.9): É um guia para
determinar a regioquímica (orientação) das reações de
adição eletrofilicas. Na adição de HX em um alceno, o
átomo de hidrogênio liga-se ao caTbono do alceno que tem
menos substituintes alquilas.
Regra de Zaitsev (Seção 11.10): Declara que as reações
de eliminação E2 normalmente produzem alcenos mais
altamente substituídos como produto principal.
Regra do nitrogênio (Seção 24.10): Um composto com
um número ímpar de átomos de nitrogênios que tem uma
massa molecular de número ímpar.
Regra n + 1 (Seção 13.11): Um hidrogênio que acopla com
n outros hidrogênios dos carbonos vizinhos mostra n + 1
picos no espectro de 1H RMN.
Regras de seqüência (Seções 6.6, 9.5): É uma série de
regras para atribuir prioridades relativas para grupos
substituintes sobre a ligação dupla do átomo de carbono
ou sobre o centro de quiralidade.
Resolução (Seção 9.9): Processo pelo qual uma mistura
racêmica é separada em dois puros enantiômeros.
Ressonância magnética de imagem, MRI (Capítulo
13 - Química no Trabalho): Técnica de diagnóstico médico
baseada na ressonância magnética nuclear.
Ressonância magnética nuclear, RMN (Capítulo 13-
Introdução): Técnica espectroscópica que provém infor-
mação a respeito da estrutura carbono-hidrogênio de
uma molécula. O RMN funciona pela detecção de energia
de absorção acompanhando a transição entre o estado de
spin nuclear que ocorre quando uma molécula é colocada
em um campo magnético forte e irradiada com ondas de
radiofreqüência.
Retrossintético (Seções 8.10,16.12): Técnica de planeja-
mento de síntese orgânica partindo do produto final até o
material de partida.
Rotação do anel (Seção 4.10): É um movimento molecu-
lar que converte uma conformação cadeira de ciclo-
hexano em outra conformação cadeira. O efeito de uma
rotação do anel é converter um substituinte axial em um
substituinte equatorial.
Rotação específica, [alD (Seção 9.4): É a rotação óptica
de um composto quiral sobre condiçõesxpadrão.
Sal arenodiazônio (Seção 24.8): É um composto com um
grupo Nz+ ligado a um anel aromático; usado na reação de
Sandmeyer.
Sal de diazônio (Seção 24.8): É um composto com uma
estrutura geral RNz+ X-o
Saponificação (Seção 21.6): É um velho termo para a
hidrólise induzida por base de um éster para produzir um
sal de ácido carboxílico.
Saturado (Seção 3.2):É a molécula que possui apenas sim-
ples ligações e dessa forma não pode sofrer reações de
adição. Alcanos são saturados, mas alcenos são insaturados.
Secundário. (Veja Primário.)
Seqüência de regras de Cahn-Ingold-Prelog (Seções
6.6, 9.5): É uma série de regras para atribuir as priori-
dades relativas para grupos substituintes sobre um áto-
mo de carbono com ligação dupla ou um centro quiral.
A·20 QuímicaOrgânica
Síntese de amina de Gabriel (Seção 24.6): É um
método para preparar uma amina por reação SN2 de um
haleto de alquila com ftalimida de potássio, seguida por
hidrólise.
Síntese de azida (Seção 24.6): É um método para
preparar aminas por reações SN2 partindo de um haleto
de alquila com íon azida, seguido por redução.
Síntese de éster acetoacético (Seção 22.8): A síntese de
uma cetona metílica por alquilação de um haleto de alqui-
Ia, seguido por hidrólise e descarboxilação.
Síntese de éster malônico (Seção 22.8): Síntese de
ácido carboxílico pela alquilação de um haleto de alquila,
seguido pela hidrólise e descarboxilação.
Síntese de Williamson (éter) (Seção 18.3): Método para
sintetizar éteres pela reação SN2, partindo de um haleto
de alquila com um íon alcóxido.
Sistema de nomenclatura da IUPAC (Seção 3.4): São
regras para nomear compostos, criadas pela International
Union of Pure and Applied Chemistry.
Solvatação (Seções 5.8, 11.5): É a aglomeração de mo-
léculas de solvente em torno de uma partícula de soluto
para estabilizá-Ia.
Solvente aprótico polar (Seção 11.5): É um solvente
polar que não pode funcionar como doador de íon hidro-
gênio. Solventes apróticos polares, como dimetilsulfóxido
(DMSO), hexametilfosforamida (RMPA) e dimetilfor-
mamida (DMF) são particularmente úteis em reações SN2
por causa de sua habilidade para solvatar cátions.
Solvente prótico (Seção 11.9): É um solvente como água
ou álcool que pode agir como um doador de prótons.
Substituição aromática eletrofílica (Capítulo 16 -
Introdução): É uma reação na qual um eletrófilo (E+)
reage com um anel aromático e substitui por um dos
hidrogênios do anel.
Sulfeto (Seção 18.11): É um composto com dois subs-
tituintes orgânicos ligados ao mesmo átomo de enxofre,
RSR'.
Sulfona (Seção 18.11): É um composto de estrutura geral
RS02R'.
Sulfóxido (Seção 18.11): É um composto de estrutura
geral RSOR'.
Tautomeria cetoenólica (Seções 8.5, 22.1): É o equi-
líbrio rápido entre a forma carbonílica e a forma álcool
vinílico de uma molécula.
Tautômeros (Seções 8.5, 22.1): Trata-se de isômeros que
são rapidamente interconvertidos.
Tensão angular (Seção 4.4): É a tensão introduzida em
uma molécula quando o ângulo de ligação é deformado de
seu valor ideal. A tensão angular é particularmente
importante em cicloalcanos formados por pequenos anéis,
nos quais ela resulta na compressão dos ângulos de li-
gação para valores menores que o tetraédrico ideal.
Tensão de torção (Seção 4.1): É a tensão em uma
molécula causada pela repulsão entre ligações eclipsadas.
A tensão de torção é também chamada tensão eclipsada.
Tensão eclipsada (Seção 4.1): Trata-se da energia de
repulsão em uma molécula provocada