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tecnologia do concreto relatorio 1 fabio

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PEDRO HENRIQUE MARINHO DELGADO
VINICIUS FELIPE
1° ENSAIO DETERMINAÇÃO DE COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA DE
AGREGADO MIÚDO
2° ENSAIO DETERMINAÇÃO DE COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA DE
AGREGADO GRAÚDO
Palmas - TO
Março - 2018
PEDRO HENRIQUE MARINHO DELGADO
VINICIUS FELIPE
Turma: 3309 Tecnologia do Concreto - 2018/1 4M
 
 
 
 
2º RELATÓRIO AVALIATIVO REFERENTE À TECNOLOGIA DO
CONCRETO
Relatório apresentado como requisito parcial da disciplina Tecnologia do Concreto do curso de Engenharia Civil, do Professor FÁBIO RIBEIRO.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Palmas – TO
Março - 2018
1 INTRODUÇÃO
Para a execução de quaisquer tipos de edificações e obras de superestrutura e infraestruturas faz-se necessário o uso em larga escala dos agregados, pois sua importância vem, quando esses agregados tem a função de constituir o concreto ou até mesmo outros setores da construção civil, tendo após seu uso uma funcionalidade volumétrica e de resistência ao desgaste e à ação das intempéries e reduzir o custo. De acordo com Petrucci (1982), os agregados são materiais granulares sem forma e volume definidos, geralmente inertes e com dimensões e propriedades adequadas para o uso. Desse m odo, é crucial a avaliação desses materiais para que possam contribuir da melhor maneira possível para a indústria da construção. O conteúdo descrito a seguir tem como objetivo relatar um ensaio de granulometria do agregado miúdo e um ensaio de granulometria do agregado graúdo.
Por fim, foi realizada uma aula no laboratório de materiais e estruturas. Durante toda a aula prática, o professor instruiu os alunos do curso de Engenharia Civil a respeito do ensaio de granulometria dos agregados miúdo e graúdo, ressaltando as fases, cuidados e implicações de possíveis falhas de qualidade dos ensaios, segundo as normas pertinentes. O conteúdo ministrado serviu para a compreensão do processo, na prática, de determinação granulométrica dos agregados.
 
2 OBJETIVOS 
O ensaio tem como objetivo de terminar as dimensões granulométrica do agregado miúdo e do agregado graúdo, utilizando a metodologia presente na:
NBR NM 248:2003: Agregados - Determinação da composição Granulométrica.
3 MATERIAS DOS ENSAIOS 
a) 0,5kg de agregado miúdo; 
b) 0,5kg de agregado graúdo; 
c) Balança com resolução de 0,1% da massa da amostra de ensaio; 
a) Estufa;
b) Peneiras das séries normal e intermediária, com tampa e fundo que atendam às exigências das normas NM-ISO 3310 -1 ou 2; 
c) Agitador mecânico de peneiras (facultativo); 
d) Bandejas; 
e) Escova ou pincel de cerdas macias; 
a) Fundo avulso de peneira.
4 EXECUÇÕES DOS ENSAIOS 
a) Coletar as amostras de agregados conforme a NM 26. 
b) Das amostras remetidas ao laboratório, depois de umedecidas para evitar segregação e de cuidadosamente misturadas, formar duas amostras para ensaio de agregado miúdo e duas amostras para agregado graúdo, de acordo com a NM 27. A massa mínima por amostra de ensaio é indicada na tabela 1.
Tabela 1
4.1 Amostragens
 Coletar a amostra de agregado conforme a NM 26. 5.1.2 Da amostra remetida ao laboratório, depois de umedecida para evitar segregação e de cuidadosamente misturada, formar duas amostras para o ensaio, de acordo com a NM 27. A massa mínima por amostra de ensaio é indicada na tabela 2.
Tabela 2
	
4.2 Ensaios 
4.2.1 Colocar a amostra (m1) ou porções da mesma sobre a peneira superior do conjunto, de modo a evitar a formação de uma camada espessa de material sobre qualquer uma das peneiras. Se o material apresenta quantidade significativa de materiais pulverulentos, ensaiar previamente as amostras conforme a NM 462). Considerar o teor de materiais pulverulentos no cálculo da composição granulométrica. 
4.2.4 O acúmulo de material sobre uma peneira impede o igual acesso de todos os grãos à tela, durante sua agitação, como também pode provocar a deformação permanente da tela. De forma a evitar esses problemas, para peneiras com aberturas menores que 4,75 mm, a quantidade retida sobre cada peneira, na operação completa de peneiramento, não deve exceder a 7 kg/m2 de superfície de peneiramento. 
4.2.5 Promover a agitação mecânica do conjunto, por um tempo razoável para permitir a separação e classificação prévia dos diferentes tamanhos de grão da amostra.
4.2.6 Destacar e agitar manualmente a peneira superior do conjunto (com tampa e fundo falso encaixados) até que, após um minuto de agitação contínuo, a massa de material passante pela peneira seja inferior a 1% da massa do material retido. A agitação da peneira deve ser feita em movimentos laterais e circulares alternados, tanto no plano horizontal quanto inclinado.
4.2.7 Remover o material retido na peneira para uma bandeja identificada. Escovar a tela em ambos os lados para limpar a peneira. O material removido pelo lado interno é considerado como retido (juntar na bandeja) e o desprendido na parte inferior como passante.
4.2.8 Proceder à verificação da próxima peneira, depois de acrescentar o material passante na peneira superior, até que todas as peneiras do conjunto tenham sido verificadas.
4.2.9 Determinar a massa total de material retido em cada uma das peneiras e no fundo do conjunto. O somatório de todas as massas não deve diferir mais de 0,3% de m1.
4.2.10 Se não for possível a agitação mecânica do conjunto, classificar manualmente toda a amostra em uma peneira para depois passar à seguinte. Agitar cada peneira, com a amostra ou porção desta, por tempo não inferior a 2 min.
4.2.11 Proceder ao peneiramento da segunda amostra, de massa m2.