Port. de  grupo 5 ª sem pedagogia 2015
9 pág.

Port. de grupo 5 ª sem pedagogia 2015


DisciplinaPedagogia91.799 materiais589.020 seguidores
Pré-visualização2 páginas
9
sistema de ensino presencial conectado
pedagogia
altamiro ferreira bispo
debora rosa dos santos
josiane da silva pinto
marcelo do nascimento albuquerque
 
 
 
 
LITERATURA INTANTIL: O CONTO DE FADAS RAPUNZEL
Brasileia - Acre
2014
altamiro ferreira bispo
 
altamiro ferreira bispo
debora rosa dos santos
josiane da silva pinto
marcelo do nascimento albuquerque
LITERATURA INTANTIL: O CONTO DE FADAS RAPUNZEL
Trabalho de pedagogia apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral na
s
 disciplina
s:
 
Alfabetização e Letramento, Ensino de Matemática na Educação Infantil, Ensino da Natureza e Sociedade na Educação Infantil, Literatura Infantojuvenil, Seminário Interdisciplinar V.
Orientador: Prof
s
.
: Raquel Corrêa Lemos,
 Keila 
 
Tatiana Boni, Maurílio Cristiano Bergamo, Marlizeti Bonafini Steinle, Rosely Montagnini.
Brasileia - Acre
2014
introdução
O presente estudo se justifica por realizar uma abordagem sobre o assunto de suma importância para o entendimento do decorrer do curso nos ajudando na compreensão e aprimoramento de nossos conhecimentos, a partir da pesquisa voltada para a literatura infantil, o lúdico, a estimulação, a fantasia, entre outros aspectos que envolvem os saberes na Educação Infantil. 
O referido trabalho se estrutura a partir dessa breve introdução, tendo por base a sugestão de leitura \u201cLiteratura infantil e educação infantil: Um grande encontro\u201d, abordando de formas relevantes alguns conceitos de matemática, ludicidade, alfabetização ou natureza e sociedade, tendo como fechamento da história os princípios da Educação Infantil: éticos, políticos ou estéticos, utilizando a releitura do conto de Fadas Rapunzel, para fundamentar tais conceitos afim de demonstrar a importância e a função didática e lúdica da literatura infantil para o desenvolvimento da criança. Por ultimo as conclusões sobre o tema abordado.[1: Autora: Gládis Kaercher - Professora Adjunta do Departamento de Estudos Especializados Faculdade de Educação - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.]
Cujo objetivo é compreender um pouco mais sobre o desenvolvimento cognitivo infantil. Associando os conhecimentos e conceitos teóricos apreendidos nas disciplinas e às leituras realizadas, a fim de destacar a importância da literatura infantil para o desenvolvimento cognitivo da criança.
A Literatura Infantil pode ser um instrumento pedagógico bem acentuado durante todo o período que antecede um processo formal de alfabetização. Ela influencia a criança na sua aprendizagem tornando-a leitora da sua realidade, ouvindo diariamente histórias ela fará comparações, descobertas e vai compreendendo o mundo em que está inserida.
O presente trabalho teve por método uma pesquisa bibliográfica em sites, teses, dissertações e livros das disciplinas do quarto e quinto semestre do curso de Pedagogia, a fim de compreender a importância da literatura infantil e da contação de histórias para o desenvolvimento infantil.
					desenvolvimento																														literatura infantil: conto de fadas rapunzel
 
Este conto de fadas alimenta a imaginação, promove a interpretação e proporciona ao professor o interesse para ouvir as histórias cotidianas de seus alunos contribuindo para a formação de um bom contador e um bom ouvinte. Tendo em vista que as crianças estão fascinadas pelo novo filme animado da Disney, adaptada do conto original feito pelos irmãos Grimm.
Rapunzel é uma princesa de um conto de fadas Alemão, dos Irmãos Grimm, publicado pela primeira vez em 1812 e compilado no livro Contos para a infância e para o lar. Em 2010 surge a releitura do livro na qual aponta: 
Rapunzel como uma menina de 18 anos que é conhecida por seus cabelos dourados, que chegam a medir 70 metros de comprimento. Ela é magra, tem grandes olhos verdes, um sorriso brincalhão, e sardas. O sonho de Rapunzel sempre foi deixar a torre em que mora e conhecer o resto do mundo. 
Tendo passado toda a sua vida isolada em uma torre com pouca coisa para fazer, ela é eficientemente educada na literatura, e talentosa em quase todas as áreas, como música e até mesmo em assuntos mais avançados como a astronomia como é ilustrado em seus mapas astronômicos; a sua maior paixão é arte, tal como indicado pela quantidade de pinturas sobre as paredes internas da torre. Enquanto ela deseja ver o mundo além de sua janela, ela é muito obediente à Mamãe Gothel. Ela é bastante ousada, e imune aos encantos do ladrão Flynn Rider. Ela também é muito carismática, e determinada a realizar seus sonhos, passando por qualquer obstáculo no seu caminho.
O cabelo de Rapunzel possui propriedades magicas capazes de curar e inverter o envelhecimento junto a uma canção especial e uma luz brilhante que ativa os poderes mágicos. Não podendo ser cortado, pois assim sendo ficará castanho e ela perderá seus poderes. Ela também tem muita agilidade.
À exceção dos longos cabelos e do fato de ela ser uma princesa levada para longe de seu reino, a nova versão é bem diferente, cheia de adaptações. 
Depois dessa "pré-contação", o professor conta a história e reconta usando os elementos já mostrados, o que vem a enriquecer o momento da roda de histórias, tornando-a mais próxima dos alunos.
Toda e qualquer história nos dá possibilidades de trabalhar com matemática dentro do contexto. Usar elementos ou cenas é bem legal no momento de elaborar as atividades. Em Rapunzel, por exemplo, a bruxa tem um pomar de maçãs e o professor pode explorar o pomar ao máximo.
Construir maquetes sobre as cena preferidas é uma excelente opção quando se quer despertar habilidades manuais e originalidade. É possível criar bonecos de massa de modelar, casinhas com palitos, cenários de sucata, tudo regado à tinta guache. Misturando cores, descobrindo novas cores, recortando, optando por este ou aquele material, esta ou aquela cena, fincando os componentes da maquete na base que for mais conveniente, assim a criança vai construindo seus conceitos, aprendendo novas noções, dando-se conta, gradativamente, do quanto é importante opinar, escolher, dar vez ao outro para que também opine e escolha.
Conferimos que a prática da contação de histórias deve obedecer a critérios de escolha que variam de ocasião, fatores físicos, psicológicos à faixa etária. Saber escolher uma história é o primeiro passo para o sucesso.
O conto escolhido é para crianças de 3 até 5 anos e proporciona a 
valorização do livro como fonte de entretenimento e conhecimento. Enriquece o imaginário infantil; Favorecendo momentos de prazer em grupo. Cria o hábito de escutar histórias; Desenvolve a autoestima; Amplia as possibilidades expressivas do corpo; Envolver-se em várias situações de comunicação; proporciona o conhecimento de diferentes gêneros literários orais e escritos.
 A idade no pré-escolar nos possibilita trabalhar a literatura de várias formas e utilizando um material textual diversificado, ampliando o conhecimento de mundo da criança. Desde que a criança entra na escola, por volta dos 3 ou 4 anos, ela se habitua com uma rotina, o que lhes oferece segurança.
A história alimenta a imaginação e, por consequência, promove a interpretação daquilo que foi contado. Habitualmente, nosso sistema educacional, ao considerar o aluno alfabetizado, promove a leitura de livros extra-classes, que são de grande valor e de extrema importância para a formação do hábito de leitura, mas que não substituem uma boa história contada e cantada, gesticulada, ilustrada, dobrada em uma folha de papel... Contar histórias é também trocar ideias. 
O aluno que tem espaço para manifestar suas ideias e opiniões também é um contador de histórias. Saber escutar estas histórias é agir sabiamente, já que promovem as relações sociais, provavelmente estão de acordo com o interesse