A Astrologia do Karma - Pauline Stone
266 pág.

A Astrologia do Karma - Pauline Stone


DisciplinaAstrologia611 materiais2.096 seguidores
Pré-visualização50 páginas
fazem parte da nossa vida, sobretudo a mãe ou a 
esposa, podem ser exageradamente movidas pela ambição e pelo 
desejo de ter status, que elas provavelmente colocam acima da nossa 
felicidade ou do bem-estar do relacionamento; 
\u2014 nossos pais podem colocar restrições ao tipo de amigos que temos, 
desestimulando os contatos com aqueles que pertencem ao tipo 
"errado". 
 
 
O desafio: 
 
1. Considerar até que ponto estamos repetindo padrões negativos de vidas 
passadas. 
2. Assumir responsabilidade pessoal pelas dificuldades que podemos encontrar 
como resultado da falta de amigos íntimos ou de parceiros no amor; reveses 
ou provações nos relacionamentos; falta de confiança, timidez e inibições no 
contato íntimo com os outros; frustração e solidão; preocupação e ansiedade 
sobre o sucesso dos relacionamentos; excesso de comprometimento; 
mulheres interessadas em status. 
3. Indagar se estamos cumprindo com nossa obrigação de criar e promover 
relacionamentos pessoais harmônicos; indagar ainda se nosso senso de dever 
(caso exista) se baseia simplesmente na necessidade de ser respeitado em 
termos sociais. 
O cultivo da paciência e um esforço organizado e moderado para chegar a 
conhecer os outros numa base pessoa-a-pessoa nos ajudará a conquistar essas metas. 
 
 
Sugestão de roteiros de meditação 
Ver Apêndice II: 2(e). 
 
 
Os remédios florais do dr. Bach 
Ver Apêndice III: 11(a) (b) (e), 17(a) (f), 18(a) (f), 19(a), 20(a) (c), 25(a) (b) (g), 
32(a). 
 
 
Ligações de Saturno com o Princípio de Vênus, 
com Touro e com a Segunda Casa 
(Ver Apêndice I) 
Em vidas passadas 
Do lado positivo, tivemos disposição de cuidar das nossas próprias necessidades 
materiais em vez de procurar a ajuda dos outros, evitando ao mesmo tempo o desejo 
obsessivo de ter símbolos de status material. Esforçamo-nos para desenvolver 
habilidades práticas e artísticas, como música, arte, jardinagem, culinária etc., com 
dedicação e seriedade. 
Do lado negativo, podemos ter deixado de prover as nossas próprias 
necessidades, dependendo do sustento financeiro ou material dos outros, e/ou podemos 
ter faltado para com nossas obrigações financeiras relativas à sociedade em que 
vivíamos. No outro extremo, podemos ter colocado a ambição e o desejo de ter 
símbolos de status material acima de qualquer outra consideração na vida, resultando 
em obsessão pelas questões pecuniárias. Em alguns casos, podemos ter sido esnobes 
na maneira de julgar os outros, levando em conta o status material deles e não sua 
essência verdadeira. 
 
Entre as vidas, tivemos a oportunidade de aprender a encarar os recursos da 
Terra dentro de um equilibrado senso de responsabilidade. Assim, nossa lição foi 
entender que cada um precisa cuidar de si mesmo no nível material, movido, porém, 
pelo desejo sincero de cumprir a sua parte, e não pelo desejo de acumular riquezas e 
posses com o propósito de ter símbolos de status. 
O karma: 
1. Se, no passado, assumimos responsabilidade pessoal por nossas necessidades 
materiais, desfrutamos agora de um rendimento constante e estável, livres de 
preocupação ou de insegurança. Também podemos chegar a ocupar cargos de 
responsabilidade na área de finanças ou economia, em conseqüência da 
aptidão natural para lidar com recursos, e granjear assim o respeito dos 
outros. 
\u2014 Se, no passado, resistimos à pressão social no sentido de lutar pela 
aquisição de status material, agora nossas necessidades materiais são 
supridas sem dificuldade, e temos autonomia material e financeira. Somos 
capazes de lidar com os assuntos financeiros e materiais de forma coerente 
e concentrada, o que nos abre a possibilidade de considerável sucesso. 
\u2014 Na medida em que nos dedicamos a desenvolver habilidades práticas e 
artísticas, podemos ocupar cargos de responsabilidade ou ser auto-
suficientes nessas áreas (arte, desenho, música, culinária, jardinagem, 
construção, entre outras). E o que é mais importante, provavelmente temos 
excelente capacidade de concentração, perseverança e autodisciplina, que 
podemos utilizar em qualquer trabalho, de uma maneira estruturada e 
organizada que gera bons resultados. 
 
 
2. Se, no passado, não fomos suficientemente independentes com relação a 
nossas necessidades materiais, podemos agora passar por um certo grau de 
pobreza, frustrações e reveses financeiros, além de precisar trabalhar de 
forma excepcionalmente dedicada para ter um padrão de vida médio. 
\u2014 A obsessão passada com o status e o sucesso material tende a resultar em 
medo irreal da pobreza e da perda de status daí decorrente, o que por sua 
vez pode manifestar-se como: 
\u2014 frugalidade involuntária, que leva a não nos permitir nem mesmo o 
menor dos luxos, no intuito de prover para o futuro e precaver-se contra 
os dias difíceis; em conseqüência, quase não aproveitamos de verdade 
as coisas boas da vida; 
\u2014 tendência a trabalhar em demasia para ter um saldo polpudo na conta 
bancária, correndo assim o risco de um colapso físico ou mental \u2014 
mais uma vez negamos a nós mesmos a oportunidade de tirar prazer dos 
assuntos materiais; 
\u2014 tendência a sofrer de ansiedade (muitas vezes em nível subconsciente) 
ao menor motivo de preocupação £maneira, sofrendo em 
conseqüência de depressão e enfermidades causadas pelo estresse. 
\u2014 Se julgamos os outros de acordo com a riqueza que possuíam, pode ser 
que agora sejamos julgados pelo mesmo padrão \u2014 podemos ser objeto de 
esnobismo dos outros. 
 
 
O desafio: 
 
1. Avaliar até que ponto estamos repetindo padrões negativos de vidas 
passadas. 
2. Assumir responsabilidade pessoal pelas dificuldades que podemos encontrar 
como resultado de pobreza ou dificuldades financeiras; ansiedade relacionada 
com dinheiro; frugalidade compulsiva e obsessão pelo trabalho. 
3. Indagar de nós mesmos se estamos cumprindo com a obrigação de prover 
nossas necessidades materiais e usar plenamente nossas capacidades práticas; 
perguntar ainda se nosso senso de dever (caso exista) resulta de uma legítima 
convicção interior ou é simplesmente baseado na necessidade de obter o 
respeito da sociedade. 
Um método planejado \u2014 porém moderado \u2014 para criar estabilidade financeira 
e desenvolver as habilidades artísticas práticas pode ajudar-nos a conquistar essas 
metas. 
 
 
Sugestão de roteiros de meditação 
Ver Apêndice II: 2(f). 
 
 
Os remédios florais do dr. Bach 
Ver Apêndice III: 11(a) (b) (f), 17(a) (g), 20(a) (d), 25(a) (h), 32(a) (d), 33(f) (h) (j).
 
 
Ligações de Saturno com o Princípio de Marte, 
com Áries, com a Primeira Casa e com o Ascendente 
(Ver Apêndice I) 
Em vidas passadas 
 
Do lado positivo, assumimos responsabilidade por nós mesmos, afirmando-nos 
quando necessário e usando corretamente nossos recursos físicos. Provavelmente 
fomos pessoas muito trabalhadoras, corajosas e auto-suficientes \u2014 em conseqüência 
de acreditarmos que cada um precisa saber se defender, e não como resultado de 
regras ou normas impostas pelos outros. 
Do lado negativo, em alguns casos podemos ter deixado de usar devida-mente 
os recursos físicos que possuíamos. Em outros casos, é possível que tenhamos ficado 
demasiadamente preocupados em usar a força física para adquirir status e, com esse 
intuito, podemos até ter recorrido â crueldade, em geral contra pessoas mais fracas. Da 
mesma forma, pode ter havido preocupação excessiva em granjear respeito pela 
capacidade de trabalhar com afinco \u2014 e podemos ter tentado impingir nossos padrões 
de autodisciplina aos familiares e colegas, agindo, em casa e no trabalho, como 
feitores de escravos. 
 
Entre as vidas, tivemos a oportunidade de aprender a desenvolver um senso de 
responsabilidade equilibrado relativo aos impulsos físicos. Embora sem dúvida seja 
preciso reconhecer que cada um precisa explorar ao máximo seus recursos físicos, a 
motivação para tanto