A Astrologia do Karma - Pauline Stone
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A Astrologia do Karma - Pauline Stone


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respeitando o grupo como um todo, constatamos que agora 
a sociedade é capaz de aceitar nossas idéias originais, por menos ortodoxas 
que sejam. Em especial, podemos ter o dom de transformar 
 
 
formar verdades abstratas em forma material estruturada \u2014 o que nos dá 
credenciais, por exemplo, para trabalhar com matemática, ciência ou 
tecnologia. Qualquer que seja a natureza de nossa originalidade, conseguimos 
trazê-la ao plano prático para que ela possa dar resultados tangíveis e 
aproveitáveis. 
\u2014 No caso de termos nos esforçado para fomentar as relações comunitárias, 
desfrutamos agora de relacionamentos estáveis com os amigos e vizinhos, 
e em alguns casos podemos chegar a ter proeminência no 
grupo/comunidade ao qual pertencemos, granjeando respeito pela nossa 
"consciência social" e pelos serviços que prestamos à sociedade. 
\u2014 Na medida em que resistimos ao desejo de conseguir status ou aprovação 
da sociedade nas atividades grupais ou comunitárias, constatamos agora 
que a opinião dos outros não nos afeta, o que nos capacita a ter 
independência, coerência e potencial para organizar grupos e exercer 
liderança. 
 
2. Se, no passado, mostramos desrespeito ou desprezo pelos membros do nosso 
grupo ou da nossa comunidade, podemos constatar que agora nos sentimos 
como um estranho no ninho. Descobrimos que o que representamos não é 
aceito e que nossas idéias, por mais inspiradas que sejam, são rejeitadas. 
\u2014 Se não tivermos nos esforçado o suficiente para promover boas relações 
sociais e espírito comunitário, podemos agora descobrir que temos de nos 
esforçar muito para fazer amigos \u2014 e que, mesmo assim, seu número é 
reduzido. 
\u2014 Se demos, de fato, alguma contribuição para a comunidade porém com a 
motivação de obter boa reputação e não pelo verdadeiro desejo de ser 
sociáveis, podemos agora estar sujeitos a ansiedades e compulsões que 
refletem a excessiva preocupação com o conceito dos outros a nosso 
respeito. Dessa forma, podemos ter tendência a mostrar acanhamento e 
timidez em situações grupais por medo de errar, ou de nos destacar e 
provocar o riso. Como conseqüência, é provável que evitemos as 
atividades de grupo, sentindo depressão devido ao bloqueio desse aspecto 
vital da vida humana. Observe-se, entretanto, que tendemos a sentir 
atração por amigos mais velhos, cuja maturidade atenua a nossa timidez. 
Quando, de qualquer forma, não abandona mos o envolvimento social, 
estamos sujeitos a sofrer de ansiedade relativa à posição social ocupada (e 
a enfermidades associadas ao estresse) ou a assumir uma quantidade 
excessiva de compromissos sociais, ficando assim sujeitos à exaustão e à 
tensão. 
 
 
O desafio: 
 
1. Avaliar até que ponto estamos repetindo padrões negativos de vidas 
passadas. 
 
 
2. Assumir responsabilidade pessoal pelas dificuldades que podemos encontrar 
em termos de participação grupai ou de falta de amigos. 
3. Indagar a nós mesmos se estamos cumprindo com a obrigação de 
desempenhar nosso papel na comunidade; indagar ainda se nosso senso de 
dever (caso exista) resulta de uma autêntica convicção íntima ou se é 
simplesmente regido pela necessidade de conseguir status e respeito da 
sociedade. 
Assumir algum compromisso regular com algum grupo ou clube, ou trabalhar 
na comunidade local ajudará a conquistar essa meta. 
 
 
Sugestão de roteiros de meditação 
Ver Apêndice II: 2(j). 
 
 
Os remédios florais do dr. Bach 
Ver Apêndice III: 3(a) (j), 11(a) (e), 17(a) (i), 18(a) (k), 19(a), 20(a) (f), 33(a) (b) (e) 
(j). 
 
 
Ligações de Saturno com o Princípio de Netuno, 
com Peixes e com a Décima Segunda Casa 
(Ver Apêndice I) 
 
Em vidas passadas 
 
Do lado positivo, trabalhamos com afinco para desenvolver as qualidades 
espirituais, tentando demonstrar amor altruísta pelos outros e nos esforçando por 
permanecer fiéis aos ideais, mesmo face à decepção. Nossa motivação para agir dessa 
forma foi a convicção pessoal da necessidade de construir um mundo melhor, e não o 
desejo de obter status "moral" ou "boa" reputação. 
Do lado negativo, desconsideramos a necessidade de ter valores e ideais 
espirituais, humanitarismo e compaixão, e podemos também ter deixado de valorizar 
a imaginação, o talento artístico, etc. Ou, em alguns casos, podemos ter tomado 
medidas para dar a impressão de ser uma pessoa "espiritualizada" e caridosa, mas a 
motivação era obter o status de "boa pessoa" e não um desejo verdadeiro de expressar 
o amor pelos outros. 
 
Entre as vidas, tivemos a oportunidade de adquirir senso de responsabilidade 
pessoal para expressar o amor e a beleza na vida. 
 
 
O karma: 
 
1. Se já fizemos algum esforço para nos sintonizar com o amor universal e com 
a beleza universal, podemos desfrutar do seguinte: 
\u2014 sólidos valores espirituais, principalmente capacidade de recorrer às 
crenças na vida diária e tomar a espiritualidade uma realidade viva; 
 
 
\u2014 notável talento prático musical e artístico, que nos torna capazes de 
transformar inspiração em criações concretas; 
\u2014 capacidade de organização na área de humanitarismo e caridade, que 
também nos ajuda a conseguir resultados práticos. 
\u2014 Se nossos atos passados foram inspirados pela convicção pessoal e não 
pelo desejo de ter a aprovação da sociedade, vemos que agora não nos 
preocupamos com as reações nem com as críticas dos outros, o que nos 
permite ter autoconfiança e independência no seguinte: 
\u2014 vida espiritual, na medida em que as necessidades espirituais são 
satisfeitas de dentro, e não precisamos procurar orientação espiritual 
em outras pessoas; em especial há uma acentuada capacidade de 
concentração e perseverança na prática da meditação, da ioga e da 
prece; 
\u2014 inspiração nas atividades artísticas, proporcionando-nos excelente 
concentração e poder admirável, além da capacidade de levar avante o 
trabalho com coerência, sem se importar com a opinião pública; 
\u2014 trabalho humanitário, feito sem preocupação com as críticas dos 
outros. 
 
2. Se, no passado, repudiamos a necessidade de sentir união com os outros \u2014 
através de quaisquer meios \u2014 agora podemos constatar que: 
\u2014 estamos sujeitos a sentir solidão mesmo no meio de uma multidão; 
\u2014 podemos ter dificuldades generalizadas para identificarmo-nos 
com a maneira como os outros se sentem; também há falta de 
imaginação, que cria problemas de relações humanas; 
\u2014 às vezes essa dificuldade em "se perde?' pode resultar em fases de 
insônia; 
\u2014 através da lei de causa e efeito, verificamos agora que não podemos 
deixar de confrontar a vida interior que negligenciamos no passado, 
por meio de circunstâncias que nos obrigam a passar por fases de 
isolamento, possivelmente em hospitais, ou outras instituições, onde a 
única alternativa que temos é ficar sozinhos com nossos sentimentos 
mais íntimos; 
\u2014 muitas vezes podemos sentir medo de ficar sozinhos, e de ter de 
confrontar nossos próprios sentimentos, ideais e decepções; 
\u2014 outras vezes, podemos estar sujeitos a surtos arrasadores e 
incontroláveis de autopiedade, sensação de vitimização, sensação de 
que somos desconsiderados ou traídos, e sentimentos de culpa; 
\u2014 em raros casos, o lado intuitivo reprimido pode se manifestar através 
de surtos de mediunidade involuntária. 
\u2014 Se houve algum grau de reconhecimento da necessidade de ter uma vida 
espiritual ativa, mas nossa participação dependeu demasiadamente da 
aprovação social: 
\u2014 podemos ansiar pela experiência do êxtase religioso, mas não temos 
idéia de como fazê-lo ou ficamos constrangidos em participar de 
atividades espirituais; 
 
 
\u2014 em alguns casos, a ambição espiritual pode manifestar-se sob a forma 
de ansiedade no que diz respeito ao "status espiritual", resultando em 
tensão, depressão e enfermidades causadas pelo estresse; 
\u2014 em outros casos, podemos nos inclinar para o ascetismo