3   NBR 11885 EB 2185   Grade de barras retas de limpeza manual
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3 NBR 11885 EB 2185 Grade de barras retas de limpeza manual


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I DEZ.0 991 1 EB-2185 
Grade de barras retas, de limpeza 
manual 
Especificacao 
Origem: Projeto 02:009.62-005/91 
CB-02 - Comite Brasileiro de Construcao Civil 
CE-02:009.62 - Comissao de Estudo de Equipamentos para Estacdes de 
Tratamento 
EB-2185 - Bar screem with manual cleaning - Specification 
Palavra-chave: Grade de barras retas I 2 paginas 
SUMARIO 
1 Objetivo 
2 Definic;des 
3 Condic@es gerais 
4 Condi@es especificas 
5 Inspe@o 
6 Aceita@io e rejei@o 
1 Objetivo 
Esta Norma fixa as condi@es minimas exigiveis para a- 
ceitaggo e recebimento de grades de barras retas, de lim- 
peza manual para serem utilizadas nas elevathias e es- 
ta@es de tratamento de esgotos sanitlrios. 
2 Defini@es 
Para OS efeitos desta Norma SPO adotadas as definiGSes 
de 2.1 a 2.4. 
2.1 Grade de barras retas 
Conjunto formado por barras methlicas paralelas e espa- 
Gadas igualmente uma das outras, dispostas verticalmen- 
te na se@io transversal e inclinadas na seG8o longitudinal, 
do canal de instalapao da grade. Sgo classificadas segun- 
do OS espapamentos, em: 
a) grade fina -delOmma 20mm 
b) grade media - de 20 mm a 40 mm 
c) grade grossa - de 40 mm a 100 mm 
2.2 Espagamento 
DisMncia livre entre barras consecutivas. 
2.3 Rastelo 
Acess6rio destinado & remo$8o de sblidos retidos. 
2.4 Cesto de coleta 
Acesshio optional destinado a coleta, armazenamento e 
transporte de material coletado na grade. 
3 Condi@es gerais 
3.1 De utiliza@o 
3.1.1 A grade de limpeza manual deve ser utilizada quan- 
do seu comprimento nHo exceder 2,0 m. 
3.1.2 A grade deve ser de limpeza manual, quando a vaztio 
maxima instanthea prevista for menor ou igual a 250 Us. 
Deve ser evitado o uso de grade de limpeza manual quan- 
do o volume do material a ser retido diariamente for ele- 
vado ou quando as instala@es nFio oferecerem condi@es 
operacionais propicias. 
3.1.3 Para instalacdes corn urn ljnico canal, devem ser 
previstas guias verticais a montante do gradeamento, pa- 
ra instalaeso de uma grade provishia, quando da manu- 
ten@0 da grade em uso. 
3.1.4 A grade fina ou media deve ser utilizada antes da 
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2 EB-2185/1991 
elevatbia de esgotos sanitarios, levando em considera- 
~50, para a selecgo do espacamento da grade, o diametro 
maxim0 do solid0 admissivel pela bomba, aplicando-se o 
coeficiente de redugPo de 0,8. 
3.1.5 A montante de uma grade mecanizada, deve ser pre- 
vista uma grade de limpeza manual corn espagamento, no 
mbimo, quatro vezes o espagamento da grade mecani- 
zada, para a protegtio do equipamento. 
3.1.6 Todo o sistema de tratamento de esgotos sanitarios 
deve ser provido, a montante, de gradeamento de solidos. 
A seleggo do espapamento deve ser de acordo corn o ti- 
po de prote@io a ser dado ao sistema. 
3.1.7As dimensdes e massa, do rasteio e cesto, devem ser 
compatlveis corn a opera@0 e transporte manual. 
3.2 Transporte e embalagem 
Quando requerida, a grade deve ser embalada conforme 
o meio de transporte utilizado, de modo que a grade nZio 
fique sujeita aos esforgos que possam produzir quaisquer 
deformagdes. 
4 Condi@es especificas 
4.1 A velocidade de passagem do esgoto nas grades nao 
deve ser elevada, a fim de nPo ocasionar arraste do ma- 
terial retido. Recomenda-se para vazao afluente a grade: 
a) velocidade minima - 0,8 m/s; 
b) velocidade maxima - 1,2 m/s. 
4.2 A grade deve ser construida de modo a absorver ate 
uma obstrucao de 50% do espapo livre, para uma perda de 
carga de 0,15 m para a vazao afluente a grade. Para se 
calcular a perda de carga em grades de barras de secao 
retangular, sugere-se a seguinte formula: 
v;-VT 
Ah= - x 1,43 
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Onde: 
Ah = perda de carga, em m 
V, = velocidade do esgoto atraves da grade, em m/s 
V, = velocidade do esgoto imediatamente a montante 
da grade, em m/s 
g = aceleracao da gravidade, em m/s2 
4.3 A grade de limpeza manual deve ser instalada corn in- 
clina@o entre45\u201d a 60\u201d, em relar$o ao plano horizontal, de 
modo a facilitar a limpeza da grade. 
4.4 As dimensdes do perfil de barra devem ser definidas 
em fungao do comprimento da barra e reforcos interme- 
diaries, de modo a assegurar a estabilidade do conjunto. 
Recomenda-se que a espessura do perfil seja de 6 mm a 
13 mm, corn a largura de 40 mm a 60 mm. Para barras de 
se@ocircularrecomenda-sediametrode 10 mm a25mm. 
4.5 0 dimensionamento do canal, na seg&o de instalacao 
da grade, B funcao da area do canal e da espessura das 
barras da grade. A area irtil ci calculada de acordo corn a 
formula a seguir: 
S=Au + ( 1 
Onde: 
S = area do canal ate o nivel d\u2019dgua 
Au = area util para velocidade do projeto 
a = espacamento entre as barras 
t = espessura adotada para as barras 
4.6 0 material de construcao da grade e seus componen- 
tes deve resistir mecanicamente aos esforgos e a agres- 
sividade do meio. Caso necessario, deve ser previsto re- 
vestimento adequado. 
5 Inspe@o 
5.1 A grade e seus componentes, fabricados conforme 
esta Norma, podem ser inspecionados pelo comprador ou 
seu representante, devendo o fabricante facilitar o livre 
acesso a todas as fases de fabricacao. 
5.2 Apes constatado que a grade cumpre todas as pres- 
cricbes desta Norma, deve ela se considerada de acor- 
do. 
5.3 A grade deve ser fornecida, acompanhada de certifica- 
do de inspepao visual, dimensional e, quando aplicavel, o 
de revestimento. 
6 Aceita@o e rejei@o 
Agrade deve seraceitase atender as prescricdes indicadas 
nesta Norma, a vista dos resultados de inspecao. Caso 
contrario, deve ser rejeitada.