Simulado internacional 3
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Simulado internacional 3


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DIREITO INTERNACIONAL
Simulado: CCJ0056_SM_201101250828 V.1   Fechar
Aluno(a): SUELLEN ALVES DA SILVA VAZ Matrícula: 201101250828
Desempenho: 0,4 de 0,5 Data: 21/05/2015 16:00:09 (Finalizada)
  1a Questão (Ref.: 201101478875) Pontos: 0,1  / 0,1
X EXAME DE ORDEM UNIFICADO Sobre as denúncias e o sistema de responsabilização por violação de Direitos
Humanos, perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, assinale a afirmativa correta.
A Comissão não possui competência para responsabilizar a pessoas naturais, podendo apenas
determinar a responsabilidade das pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que cometeram a
violação.
A Comissão poderá responsabilizar tanto o Estado como as pessoas naturais e jurídicas, de direito
público ou privado, que cometeram a violação. Neste caso a responsabilidade do Estado será
subsidiária.
A Comissão poderá responsabilizar tanto o Estado como as pessoas naturais e jurídicas, de direito
público ou privado, que cometeram a violação, solidariamente.
  A Comissão não possui competência para atribuir responsabilidades individuais, podendo apenas
determinar a responsabilidade internacional de um Estado membro da OEA.
  2a Questão (Ref.: 201101470522) Pontos: 0,1  / 0,1
(38º Exame de Ordem) Com relação aos tratados internacionais, assinale a opção correta à luz da Convenção
de Viena sobre Direito dos Tratados, de 1969:
C) Reserva constitui uma declaração bilateral feita pelos Estados ao assinarem um tratado.
  B) Uma parte não pode invocar as disposições de seu direito interno para justificar o inadimplemento de
um tratado.
D) Apenas o chefe de Estado pode celebrar tratado internacional.
A) Ainda que a existência de relações diplomáticas ou consulares seja indispensável à aplicação de um
tratado, o rompimento dessas relações, em um mesmo tratado, não afetará as relações jurídicas
estabelecidas entre as partes.
  3a Questão (Ref.: 201101359568) Pontos: 0,1  / 0,1
40º Exame da OAB No âmbito do direito internacional, a soberania, importante característica do palco
internacional, significa a possibilidade de:
  Igualdade entre países, independentemente de sua dimensão ou importância econômica mundial.
ONU dominar a legislação dos Estados participantes.
Um estado impor­se sobre o outro
Celebração de tratados sobre direitos humanos com o consentimento do Tribunal Penal Permanente.
  4a Questão (Ref.: 201101470440) Pontos: 0,0  / 0,1
CESPE/ CÂMARA FEDERAL/ ÁREA 18/ 2002) A respeito do costume internacional, forma não­escrita de
expressão do direito internacional previsto no art. 38 do Estatuto da Corte Internacional de Justiça, julgue os
seguintes itens.
  Nada obsta a que o elemento material do costume seja constituído de uma omissão frente a
determinado contexto.
  Assim como ocorre em relação aos tratados internacionais, há métodos precisos de interpretação das
normas costumeiras.
  Devido à inferioridade hierárquica das normas costumeiras em relação às normas convencionais, não
pode o costume revogar norma expressa em tratado internacional.
  Em litígio internacional, a parte que invoca regra costumeira tem o ônus de provar a sua existência.
  O elemento subjetivo ¿ a opinio juris ¿ é absolutamente necessário para dar ensejo à norma costumeira.
  5a Questão (Ref.: 201101859813) Pontos: 0,1  / 0,1
DIANTE DAS AFIRMATIVAS ABAIXO, MARQUE O GABARITO CORRETO. I ­ O objetivo do Direito Internacional
Privado é definir qual lei será aplicada nos conflitos legais internacionais de ordem privada. É o ramo da ciência
jurídica que tem por objetivo definir e regular a condição legal das pessoas físicas e jurídicas, seus bens, atos e
direitos, visando aplicar­lhes as leis dos seus respectivos países, em conexão com as dos países que as
recepcionam. O chamado Direito Internacional Privado tem, portanto, por missão escolher que norma deve ser
aplicada a certa situação quando podem ser invocados dois ou mais sistemas normativos para a regulação da
mesma. II ­ Elemento de conexão é um instituto jurídico (nacionalidade, território, domicílio, situação do imóvel,
local onde acontece um fato, local onde é ajuizada uma ação) escolhido pelo legislador de um país e ajuda a
determinar (conectar) qual é a lei a ser aplicada num caso entre nacionais e estrangeiros ou que sua celebração
e execução aconteça em países diferentes. III ­ A principal fonte de Direito Internacional Privado no Brasil é a
Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro. Entretanto, os tratados e convenções internacionais, além de
serem fontes do Direito Internacional Público, também figuram como fontes do Direito Internacional Privado
quando ingressam no Direito interno através dos meios preestabelecidos. IV ­ A nacionalidade pode ser de duas
espécies, a saber: originária e derivada. A originária é adquirida com o nascimento, em virtude do vínculo de
parentesco (ius sanguinis), ou em virtude do local de nascimento (ius solis). Pelo critério do ius sanguinis,
anote­se, a pessoa que for filha de um nacional de determinado país, também o será, enquanto que pelo
critério do ius solis, o indivíduo será nacional do Estado em que nascer, independentemente do vínculo de
parentesco.
Se apenas as proposições I e II estiverem corretas.
  Se todas proposições estiverem corretas.
Se apenas as proposições II e III estiverem corretas.
Se apenas as proposições I e III estiverem corretas.
Se todas proposições estiverem incorretas.