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CURSO:	PEDAGOGIA 
DISCIPLINA	: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO I
PROFESSORA Ma.: NOHAD MOUHANNA FERNANDES
ACADÊMICO(a): Nelby Semprevivo RGM: 053.19391
POLO:	 Suiça/ Zurique 
DATA DE ENVIO NO PORTFÓLIO: 04 /04 /2019			
		 
			ATIVIDADE 2 
 (Valor: 2,5 )
AULA 3 - MODALIDADES DE USO: LÍNGUA ORAL E LÍNGUA ESCRITA.
AULA 4- A IMPORTÂNCIA DA COERÊNCIA E DA COESÃO PARA A LEITURA E A PRODUÇÃO DE TEXTOS.
“A palavra é uma arma que pode ser bem ou mal usada: a culpa do crime nunca é da faca.”
( Eduardo Galeano)
Os exercícios a seguir são referentes às aulas 3 e 4. Você deverá enviar este arquivo com as atividades respondidas pelo Portfólio 2. 
Obs.: individual. 
LEMBRETE: leia as orientações sobre o Cronograma de Postagem de Atividades na ferramenta Agenda e também no Plano de ensino da disciplina e envie os arquivos de atividades nas datas previstas, preferencialmente no prazo normal. As atividades são avaliativas e há uma data de encerramento de postagem. 
Cronograma de postagem desta atividade
Fique atento(a)!
	Portfólio de atividades
	Prazo normal
	Prorrogação I
(redução de 0,3 na nota final do aluno)
	Prorrogação II
(redução de 0,5 na nota final do aluno)
	Portfólio 2
Atividades das aulas 3 e 4
	31/03 a 07/04
	08/04 a 10/04
	17/04 a 19/04
	Obs.: cada arquivo de atividades deve ser enviado no Portfólio informado, portanto, não envie em Portfólio divergente.
ATENÇÃO!
 É de extrema importância que você:
 - estude as aulas antes e durante a resolução dos exercícios;
- leia com bastante atenção os enunciados das questões para que responda de forma adequada ao solicitado;
- escreva de acordo com a norma culta da língua portuguesa;
- confira suas respostas antes de enviar o arquivo, pois não será possível refazer a atividade;
- observe o prazo estipulado para o envio, pois não serão aceitas atividades fora do prazo;
- não use meios fraudulentos para resolver as atividades individuais. Atividades com respostas iguais às do colega ou copiadas de qualquer fonte serão zeradas.
BOM TRABALHO!!!
Atenção! As respostas das questões objetivas devem ser, obrigatoriamente, transcritas para o Quadro de Respostas, que será o único instrumento válido para correção. O Quadro encontra-se após a terceira atividade.
1) (Adaptada PRJ, 2015) Considerar o texto abaixo para responder à questão.
Preconceito linguístico ou social?
Faz algum tempo que venho me dedicando ao estudo do preconceito linguístico na sociedade brasileira. A principal conclusão que tirei dessa investigação é que, simplesmente, o preconceito linguístico não existe. O que existe, de fato, é um profundo e entranhado preconceito social. Se discriminar alguém por ser negro, índio, pobre, nordestino, mulher, deficiente físico, homossexual etc. já começa a ser considerado “publicamente inaceitável” (o que não significa que essas discriminações tenham deixado de existir) e “politicamente incorreto” (lembrando que o discurso do “politicamente correto” é quase sempre pura hipocrisia), fazer essa mesma discriminação com base no modo de falar da pessoa é algo que passa com muita “naturalidade”, e a acusação de “falar tudo errado”, “atropelar a gramática” ou “não saber português” pode ser proferida por gente de todos os espectros ideológicos, desde o conservador mais empedernido até o revolucionário mais radical. Por que será que é assim?
Bagno, Marcos. A norma oculta: língua e poder na sociedade brasileira. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. P.15,16. Fragmento
No texto “Preconceito linguístico ou social?”, o substantivo “discriminação” é fundamental para o desenvolvimento do tema abordado e não deve ser confundido com seu parônimo “descriminação” (absolvição de crime). Nas opções a seguir, há erro no significado apresentado para o seguinte par de parônimos: (0,25)
a) estrato – faixa ou camada de uma população; extrato – coisa que se extraiu de outra.
b) espiar – observar secretamente; expiar – remir a culpa pagando pena.
c) ratificar – corrigir, emendar; retificar – confirmar, validar o anteriormente dito.
d) seção – parte do todo, fragmento; sessão – espaço de tempo que dura a reunião de um corpo deliberativo.
2) Leia com bastante atenção o texto a seguir e responda à questão.
Os problemas envolvendo concordância talvez sejam o mais evidente exemplo brasileiro de que um idioma é, acima de tudo, fato social: mesmo quando linguisticamente o "erro" não contraria a índole da língua, mesmo se há evidências de que o brasileiro cancela a regra em sua fala, é alto o peso social no modo como os falantes encaram o problema.
Para Maria Helena de Moura Neves, do Mackenzie e da Unesp de Araraquara, muito do que se diz sobre concordância em cartilhas e manuais é posto só em termos de regras a ser obedecidas. 
(...)
Com deslizes de concordância não parece haver distinção de classe e nem seria preciso puxar a memória para lembrar José Sarney, presidente do Senado, em uma de suas defesas no episódio dos atos secretos, nomeações e gastos na calada da noite, sem assinatura oficial. "Não há atos nenhum que não estão na rede", emendou o senador.
Um escorregão gramatical de uma figura pública ganha relevo, muitas vezes desproporcional ao tropeço. Mas equívoco como o de Sarney, escancarado em jornais de grande circulação, ilustra como são maleáveis as regras de concordância na fala, em relação às impostas pela escrita.
Revista Língua, setembro de 2009.
(Insper – SP - adaptada) Analise as afirmações abaixo.
I- Especialistas em linguagem defendem que é necessário promover mudanças nas gramáticas em relação às regras de concordância.
II - O deslize cometido pelo presidente do senado é um claro exemplo de que as elites estão mais expostas aos desvios de concordância.
III - O teor do estudo da concordância, nas gramáticas, é prescritivo, sem que haja espaço para a observação das variantes linguísticas.
De acordo com o texto, está correto o que se afirma em: (0,25)
a) I, II e III.
b) Apenas I.
c) Apenas II e III.
d) Apenas II.
e) Apenas III. 
Estude o uso do pronome relativo onde para auxiliá-lo a responder à questão 3:
Quando pronome relativo, onde só pode ser usado na indicação de lugar, atuando sintaticamente como adjunto adverbial de lugar: 
Quero uma cidade tranquila, onde possa passar alguns dias em paz.
A cidade onde nasci fica no Vale do Paraíba.
Há uma forte tendência, na língua portuguesa atual, em usar onde como relativo universal, um verdadeiro cola-tudo. Esse uso curiosamente tende a ocorrer quando um falante de desempenho linguístico pouco eficiente procura "falar difícil". Surgem então frases como:
Vai ser um jogo muito difícil, muito disputado, onde nós vamos tentar conseguir mais um resultado positivo.
Vivemos uma época muito difícil, onde a violência gratuita é dominante.
Não me alimentei bem, dormi mal, onde hoje não consegui uma boa marca.
A economia está em franco processo de recessão, os salários estão congelados, onde a classe média não pode mais comprar como antes.
Na língua culta, escrita ou falada, onde deve ser limitado aos casos em que há indicação de lugar físico, espacial. Quando não houver essa indicação, deve-se preferir em que, no qual (e suas flexões na qual, nos quais, nas quais) e, nos casos da ideia de causa/efeito ou de conclusão, portanto:
Vivemos uma época muito difícil, em que (na qual) a violência gratuita impera.
A economia está em franco processo de recessão, os salários estão congelados, portanto (por isso) a classe média não pode mais comprar como antes.
(PASQUALE & INFANTE, 1999)
3) Em uma das opções abaixo a palavra onde foi usada corretamente. Assinale-a. (0,25)
a) Ele falta muito ao trabalho, é onde eu defendo que ele não deve ser promovido. 
b) Perto da fazenda há uma lagoa onde os animais vêm matar a sede.
c) Estudei muito, dediquei-me de corpo e alma, onde acho que vou conseguir a vaga. 
d) O professor

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