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FACULDADE EVOLUÇÃO ALTO OESTE POTIGUAR - FACEP
CURSO DE DIREITO
ALANA JAKELINE COSTA DA SILVA
O AVANÇO DA 
A POLÍTICA MIGRATORIA BRASILEIRA: A luz da lei 13.445/17 nova lei de imigração
PAU DOS FERROS/RN
2019
ALANA JAKELINE COSTA DA SILVA
O AVANÇO DA POLÍTICA MIGRATORIA BRASILEIRA: A luz da lei 13.445/17 nova lei de imigração
Trabalho apresentado à banca examinadora da Faculdade Evolução Alto Oeste Potiguar como requisito para a obtenção do título de bacharel do curso de direito.
 Orientador(a): Profª. Ma. Cintia de Sousa Freitas.
PAU DOS FERROS/RN
2019
1 INTRODUÇÃO
Apresentação/contextualização
 
	
O presente trabalho traz como base o princípio da política migratória brasileira e da nacionalidade em seu ordenamento jurídico, que traz em sua norma situações de regulamentação documental e condições jurídica do migrante e do visitante para entrada e saída do território nacional.
 O desenvolvimento dessa pesquisa tem como ênfase esclarecer os pontos negativos e positivos da nova lei da migração. Toda via, teve como seu primeiro ato a revogação do Estatuto do Estrangeiro. Desse modo, especificamente a presente lei que será abordada nesta pesquisa, trará o objetivo de abandonar antigos preceitos discriminatórios trazidos pelo Estatuto do Estrangeiro sob uma nova perspectiva dentro dos direitos humanos.
 Assim, considera um assunto com abrangência política migratória à cidadãos, a entrada no território brasileiro que faz-se necessário e eficiente para o controle migratório. O texto da nova lei substituiu o Estatuto do Estrangeiro que fora criado em 1980. A nova lei estabelece em seus princípios a não discriminação, a igualdade de direitos e aborda sobre a homofobia. A inovadora lei traz a concordância com obrigações internacionais assumidas pelo brasil. A lei substituída adotava uma postura de criminalização do cidadão estrangeiro.
Por tanto discutiremos temáticas relevantes no âmbito constitucional, envolvendo os princípios constitucionais, bem como os princípios que regem a declaração de direito humanos.
Justificativa
	A presente pesquisa tratara em seu texto assuntos que acompanham a realidade atual, seria tão somente proporcionar uma nova visão sobre a realidade da lei já existente, para que possam da controle ao fluxo de pessoas que adentram em território nacional. Entretanto tratara sobre as inovações que o novo estatuto trará em sua vigência.
Problematização
	A política migratória brasileira, buscara resguardar os direitos fundamentais e humanos de cada individuo, trazendo condições e situações documentais jurídicas para o migrante e visitantes para a sua entrada em território nacional, entrando no assunto importa-se elencar as relações que a lei a ser analisada faz referencia em relação a carta magna desse pais e adentrando mais no assunto se há a (in)compatibilidade da mesma na Constituição federal ou nos tratados humanos e quias as inovações trazidas pela nova lei? 
Objetivo(s) geral(ais)
Diante da problemática abordada o presente trabalho de pesquisa adotara o sistema de trazer as verificações sobre se há conflitos em seus direitos fundamentais constitutivos para com a lei de migração; salientando os postos negativos e positivos entre o antigo estatuto do Estrangeiro e a nova lei de migração; analisando os comparativos entre o antigo estatuto para com os direitos humanos.
Objetivos específicos:
 	Evidenciar os conceitos de:
Imigrantes e migração; 
Ordenamento jurídico brasileiro; 
Direitos constitutivos de garantias e de direito fundamentais; 
Direitos humanos;
 	Verificar se a nova lei de migração Nº13.445/17 traz divergência com a constituição federativa da Republica;
 	Comparativos entre o antigo Estatuto do Estrangeiro para com os direitos humanos;
Abordar os pontos positivos e negativos entre a lei nova para com o Estatuto do estrangeiro;
2 BASE TEÓRICA
2.1 Evolução histórica
O artefatos históricos de evolução da política migratória veio acontecendo com o passar dos anos e de seus tratados internacionais. Dando por iniciativa política a convenção das Nações Unidas ao estatuto dos refugiados no ano de 1951, mais precisamente a convenção de Genebra que nesse estatuto apresenta os direitos de refúgio. É preciso salientar que dessa convenção que se deu início a proteção a vida do indivíduo refugiado. A partir dessas premissas que a convenção de Genebras nos trouxe, há necessidade que houvesse o engajamento de todo o corpo internacional para equiparar tais conflitos com esses indivíduos (Gama, 2018).
	 Por consequência desse tratado, havendo a necessidade de toda colaboração pelo âmbito internacional proclamou-se uma serie de tratados e protocolos para a instituição de amparo dessas pessoas. Adentrando nessa sequência destacando pela evolução cronológicas dos fatos, logo pois o tratado de Genebra em 1951 veio perpassando mais atos internacionais ao passar dos anos, sendo eles: a Convenção Africana (OUA) no Protocolo de 1967, a Declaração Cartagena de 1984 e por último a Constituição Federal. (Gama, 2018).
	O papel que o Brasil ocupa na ratificação desses tratados Gama diz que:
(...) O Brasil ocupa papel de destaque na América do Sul, por ter sido o primeiro país a regulamentar a proteção dos refugiados. Ele foi o pioneiro a ratificar a Convenção de 1951 e também aderindo ao Protocolo de 1967 em 07 de agosto de 1972, além de ter sido o primeiro país a elaborar uma lei específica sobre refugiados, a Lei 9.474/97. A elaboração dessa lei nacional sobre refúgio foi um marco no tocante à proteção aos refugiados. Em 2017 foi criada uma nova legislação mais abrangente que define os direitos e os deveres do migrante e do visitante no Brasil; regula a entrada e a permanência de estrangeiros; e estabelece normas de proteção ao brasileiro no exterior que é a Lei 13445 de Migração. (Gama, 2018, p. 1)
O termo refugiado traz uma denotação bastante usada por estrangeiros que partem de seu pais de origem de forma obrigatória ou por aquelas pessoas que partem dentro de sua própria pátria. Pouca diferenciação se faz entres esses estrangeiros. No entanto é de pequena importância quando se trata dos motivos que o levaram a fuga para outros países, mesmo que isso ocorra por insuficiência econômica, casos de força maior ou que seja perseguido por violência política ou perseguição religiosa. (Barbosa & Hora, 2017).
O Brasil vivia em guerra mais precisamente em uma ditadura militar, assim sendo, não concordavam com pessoas opositoras ao seus regimes , porem fazia o uso dessas pessoas, ou seja , eles davam permissão para o deslocamento dessas pessoas para que elas se elas se reassentasse em outras localidades ou Estados diferentes (Jubilut, 2007).
A recognição do ACNUR como um copo da ONU, apresentou uma abrangência ao amparo dos refugiados. Em 1986 destaca-se o Brasil pois recebeu uma quantidade de mais de 50 famílias iranianas que foram perseguidas de sua cidade natal por motivos religiosos, em virtude de pertencerem a uma comunidade diversa. (Barbosa & Hora, 2017).
Em 1996 teve o lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos- PNDH, a ação internacional brasileira passou a ser evidenciado pela defesa da democracia, pelo uso dos recursos ambientais de forma responsável e e pelo respeito aos direitos humanos que a partir desse marco foi aprovado o \u201cEstatuto do refugiado\u201d, obstando na Lei Nº9.474 de 22 de julho de 1997, o marco do ordenamento jurídico brasileiro. (Jubilut, 2007).
3 METODOLOGIA
	
	A metodologia usada em pesquisa se deu por perspectiva de descritiva pois estar relacionada ao aprofundamento de conhecimento e replantado na presente pesquisa .
O raciocínio logico utilizado na presente pesquisa se deu a partir de pesquisas e interpretações bibliográficas sobre os campos constitucionais e humanos da lei sancionada e descrita neste trabalho, conforme afirma (Santos & Filhos, 2011):