PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM
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PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM


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P SI CO LO GIA DO D ESENVO LVI MENTO E D A
AP R E NDI ZA GEM
1a
au la
L upa
V í deo
PPT
M P 3
18/04/2019 (F inaliz .)
2019. 1 EA D
201708250999
1a Q ue st ão
A teo ria de Pia ge t do dese nvolvimen to cogn iti vo é um a teo ria de etapas , uma teo ria q ue p ressu põe q ue o s
se re s h umanos passam po r uma rie de m udan ças o rdenada s e p re v is íveis . D e a cordo com a t eoria
P ia get ia na, a ssinale o que f or corret o sobre a construç ão do c onhe cim ent o.
O e lem en to a tivo da cons tru ção do con he cim en to é o ad ulto que tra nsm ite o co nhe cime n to , le vand o
a crian ça a comp reende r o mundo que a ce rca .
O desen vo lvime nto co gn i ti vo o co rre rá indepen den tem en te de es m u los, o su jei to já tem toda um a
p ré -d isp osição gené ti ca.
A crian ça p ro cu ra a ti vamen te comp ree n de r o m un do ex te rio r e in te rag i r com e le pa ra b us ca r
res olu ção de s uas in te rroga ções.
A cons tru ção do conhe cim en to o co rre somen te com in fo rma çõe s ad vin das da p p ria crian ça .
O conhe cim en to é transm itid o de fo rma m e cân ica pe lo m e io ex te rio r ou pe los a du ltos .
Exp l i ca ção :
Na co n cep ção p iage tiana , toda ap re nd izagem o co rre após um desequ il íb rio cogn iti vo que p romo ve uma
a tua ção a ti va d o s u je ito em rela ção à ap re nd izagem.
2a Q ue st ão
Em sua aná lise da in te li gên cia , o ps icó logo Ho wa rd Ga rdne r ado to u uma abo rd agem m u ito dife ren te do
pe nsame n to trad i ciona l so b re o tóp ico . Ele a rg umen ta que, em vez de pe rg un ta r: Quão in te li gen te vo é ?
de ve ríam os fo rm ula r um a pe rg un ta dife re nte : De que mo do vo é in tel ige nte ?. Ao respo nde r à seg unda
pe rgun ta Ga rdne r de sen vo lveu uma teo ria de in te l igên cia que tem exe rcido g ra nde in f luên cia . Q ual teo ria é
essa ?
Teo ria das in tel i n cias l tip las
Teo ria do fa to r de In te l igen cia Ge ral
Teo ria da In te ligen cia flu ida e in te li gên cia cris ta li zada
Teo ria cio -h is tó rica da in te ligên cia
Teo ria da In te ligên cia emo cio nal
Exp l i ca ção :
Teo ria das Mú l tip las i n tel i n cias: in trape ssoa l, in te rpes soal, na tu ralis ta , lóg i ca , ci nes tés ica , es pa cial ,
a rtís tica e ve rba l .
3a Q ue st ão
Po r que é p re ciso que ha ja Equ il ib ra ção e n tre As sim i la ção e Acomoda ção ?
Po r que apena s Ass im ila ção imposs ib i lita ria ge ne ra liza ções , e nqua nto ape nas Acom oda ção tra ria
esq uem as amp los , não pe rm itind o cap ta r as seme lhan ça s
Po r que sem e qu il íb rio não co nsegu iríam os passa r adeq uadamen te po r todos os o ito es tág ios do
dese n vol vim en to p rop os tos po r Pia ge t
Po r que o desen vo lvimen to do ind iv íduo depe nde de s ua ca pa cidade de eq uilib ra r ade quadamen te a
o rgan iza ção e a adap ta ção
Po r que apena s Acom oda ção im poss ib i li ta ria ge ne ra liza ções , e nquan to apen as As sim ila ção tra ria
esq uem as amp los , não pe rm itind o cap ta r d i fe ren ça s
A p rem issa in i cia l es tá in co rre ta, po is não é p re ciso que ha ja es te eq u il íb rio
Exp l i ca ção : A equ il ib ra ção en tre Ass im ila çã o e A comoda ção pe rm ite aumen ta r e desen vo l ve r nosso s
esq uem as, con dição si ca pa ra o desen vo lvimen to
4a Q ue st ão
A crian ça já conse gue te r n o ção da co nse rva ção de q uido, vo lume e m assa. Con segue te r reve rs ib ilida de
no pen samen to e usa exp lica ções causa is pa ra comp ree nde r os fa tos . E lida com o pensamen to abs trato em
s ua p len itu de. Que pe ríodo é es te ?
co n cre to
se nsó rio-m o to r
ope rató rio fo rma l
p ré -ope rató rio
ope rató rio co n cre to
Exp l i ca ção :
A un i ca fase em que o su jei to já tem o pe nsamen to a bs tra to conso l idado é o ope rta ó rio - fo rm a l.
5a Q ue st ão
O desen vo l vime nto h umano o co rre a pa rti r d a re la ção en tre os fa to re s en dógeno s (b ioló gicos) e exó genos
(me io ). Ana lisando cada se r human o em se u con tex to, m u itas ve zes é d if ícil d ize r q ual dos fato res é
p re ponde ran te em cada situa ção . As p rin cipais in fluên cias no desen vo l vim en to o:
a fetividade , mem ó ria e he re dita rie dade.
ma tu ra ção, he red i ta rieda de e am bie n te .
mem ó ria, afe tividade e pe rcep ção .
pe nsame n to, m a tu ra çã o e afe tivi dade.
a fetividade , pe rcep ção e he red ita riedade .
Exp l i ca ção :
ma tu ra ção o rgân ica , he red ita rie dade e amb ien te .
Gaba rit o
Come nt .
6a Q ue st ão
L eia a ten tam en te e m a rque v na ve rdade ira , no q ue se refe re ao desen vo lvimen to in fan til e sua co rrela ção
com os a spe ctos lúd icos .
O jogo d ramá tico se rve pa ra a crian ça ap rende r sob re a so ciedade da qua l ela fa z pa rte . Não tem
ne nhum tip o de u tilid ade pa ra q ue e la exp resse sen timen tos , tem o re s e ou a ns iedades .
ria -Sa bin i (20 10 ), apon ta que na maio r pa rte das a tivi dades lúd icas da crian ça dos do is ao s se is
ano s de idade não há o p re domí nio da fan ta sia .
Freq uen tem en te, pe las atividade s lúd ica s a crian ça não con segue re vela r a d is trib uiçã o do pode r de n tro
da fam ília , o tipo de d is ciplina impos ta a e la pe los pa is e p rofes so res , o h um o r e a te rnu ra que os
ad ulto s man ife s tam po r e la.
Em suas d rama tiza çõe s a crian ça pode ex p res sa r sua visão da impo rtân cia re la ti va dos elemen to s de
s ua famíl ia, as coisas que a ass us tam o u q ue ca usam ra i va aos a du ltos , o peso dos con trole s e
im pos ões de les.
No jogo d ramá tico a crian ça de ixa de vi ve n cia r os papé is so ciai s de ou tra s pe ssoas . As sim ela não
d ramatiza os papé is de m ãe, de f ilho , de he rói e de ba nd ido , de p i lo to, de cho fe r de cam inhã o e tc.
Ne sse con tex to e la não desen vo l ve o s do is po los , o u se ja , o de a vião e o p il oto, o chofe r e o cam in hão,
a mãe e o fi lho , o he rói e o ba ndido ao mesmo tem po .
Exp l i ca ção :
Du ra n te as b rin cade i ras d rama ti zadas , a crian ça fan tas ia e p ro je ta e lemen tos em o ciona is e cog n iti vos
re fe ren tes aos seus pa re s na a tua ção do b rin ca r.
7a Q ue st ão
Al ém de de f in i r os qua tro es tág io do p ro cesso de de sen vo l vime n to , P iage t ide n ti fi cou algum as fa ce tas
f undamen ta is demanda das em cada fase . Iden tif iq ue n os itens aba ixo e ssas Te rm ino log ias P iage tiano s:
I. Compre e ns ão.
II . A co mo dação .
II I. Ass i mil ação .
IV. Mo del a ção.
V. Equil i bra çã o.
Sã o i ncorre t os a pe nas o s ite ns :
II , III e V .
I, II e IV.
I, II e III.
IV e V.
I e IV.
Exp l i ca ção :
M odela ção e Co mpre e nsão não fa ze m pa rt e des sa s t e rmi nol o gi as .