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DisciplinaTécnicas de Massagem Aplicadas à Estética18 materiais240 seguidores
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We b au la 1
Un idade 1 In tr odu çã o a T éc n ic as de M a ssa ge m
Hi stória da massag em , se us e fei tos nos tecid os e a post ura do pro fi ssi onal .
A h istór ia da mass agem:
Ex is t em regis tros alg umas c i viliz õ es da a nt igui dad e, c erca d e 3 00 a nos a. C. ,
(eg ípc ios a nt igos , pe rsas , budis t as e ja pon eses ) r ef eri ram os b en ef íc i os da m as s agem pa ra o
bem - es t ar do Ho mem. No ent a nto as fin alid ades c u rat i vas d es t a t éc nica " d e fric c ion ar o c o rpo"
fo ram rec o nh ec idas, e m p rimei ro l ug ar p elos c hi neses , q ue inc lu ír am es ta t écnic a na me di c i na
folc l ó ric a desd e 18 00 a. C.
A M ass agem f oi p ouco dese n vol vi da du rant e a i da de m édia, no ent a nt o, n o s éc ulo XV I
foi p ublic ad o um t ext o sobre fric ç ões, qu e ha via si do tra ns c rit o de um a li t erat u ra
ant iga,ju ntam ent e c o m a plic ão espec ífic a em pac ie nt es c i rgic os po r P a re de F ra a. O
t rabal ho des t e foi rec o nhec id o e aind a hoj e a t erm i nol ogia fra nc esa é usad a par a t éc nic as
especí fic as de m ass agem c om o P etris s age, Ef fle ur ag e ou Ta potem ent (W IK IL IV ROS , 20 12).
Out ra c ont ribu ã o bas t ant e im port ant e pa ra o d es en vol vime nto da M ass a gem f oi a do
s uec o P eh r Hen rok Li ng ao org aniz a r a M ass ag em e os ex erc ícios t era uti c os num s is t ema
que s e t or no u c onh ec ido c omo ginás t ic a médic a (W IK IL IV R OS , 201 1)
Fi gura1 - P e hr He nri Ling
Fonte: Wi ki li vros (2007) .
D evi do ao seu dese nvo l vi me nto a
Massa gem começo u a se r ado tada e m vári os
países . Na Ing later ra e ra utili zada com fri cçã o
profu nda para est r ut uras , na A le ma nha , D i cki e
descob ri u a massagem ref le xa (ma ssagem do
teci do conj unti vo). Na A lema nha C or ne li us
descreve u a massag em e m p o ntos ne r voso s.
Resumind o: a massag em dura nte séculos foi
uti li zada some nte para fi ns terap ê utico s, e
rece nte me nte é que esta téc ni ca tem se e s tendi do no ca mpo da esté ti ca.
Os efei tos f isiológ ico s e terapêu ticos da massag em
A mas s agem in flu ência s emp re a c ircul aç ão d os di vers os tipos de tec id o. O ef eit o
princ ip al da m ass ag em c ons is t e em pro duzi r est i mulaç ão mec â nic a dos tec idos por m ei o de
uma pr ess ão e es t irame nt o ritm ic ame nte aplic a dos. A pr ess ão c om prim e os t eci d os m ol es e
dis torce as re des de rec ept or es n as t er minaç õ es n er vos as. A o a ume nt ar os lu m ens dos vas os
s angu ín eos e esp os d os vas os lin t ic os , es tas f orças af etam a c irculaç ão c a pila r, venos a,
art eri al e l in f átic a. A lgu ns d os e feitos fi s iol ógic os e t e rap êut ic os c o ns eq uent es d a m as s agem
s ão:
Aumento da c irc ulaç ã o s ang uíne a e lin fáti c a;
Am ent o d o fl uxo de nut rient es ;
Rem oç ão d os pro dutos c atab ólic os e metab ólic os;
Es t imulaç ão do p roc es s o d e c ic at riz ação;
Res ol ão d o ed ema e h emato mas c nic os;
Aumento da ex tens ibili dad e do t eci d o c onju nt i vo;
Al í vi o da d or;
Aumento dos m o vi ment os das artic ulaçõ es ;
Faci lit ão da ati vid ade m usc ular;
Es t imulaç ão das f unç õ es aut on ômic as ;
Es t imulaç ão das f unç õ es vis c erais ;
Rem oç ão d as s ecreções pulm on ar es ;
Aumento da t emp er atur a pe riférica d a pel e e do c o rpo;
Es t ím ulo s ex ual;
Promoçã o do r elaxam ent o l ocal e ge ral.
Mobiliz ação da p ele e d os t ecidos s ubc utâne os (W IK IL IV R O, 201 1).
Os tipo s de reaçõe s serão sempre o s mesmos, mas a i nte nsi dad e e
duração podem vari ar, depende ndo do ti po de massagem aplicada.
Mui tos d os efei tos s urgi dos para a massagem, pode m ser e xp li cad os e
compreend i dos no conte xto de princ ípi os ci ent ífi co s, mas é d esejável q ue estes
princ ípi os seja m s upor tad os po r resultados de i nves ti ga ções.
Es t as afirm ões po dem s e r vist as c om c e rto c e pti c is m o, ate que p elo m en os s eja da da
uma ex plic ão c o n vi ncente e o t era pe ut a es t ej a c erto qu e p arte da nos s a c omp re ensã o é
bas ea da em ex plic ões biol ógic as e n ão em explic ões c ientí fic as (W IK IL IVR OS , 201 1).
Importa nte sali entar que o p rofissi o na l deve e sta r a d equa dame nte
preparado para rea li zar uma massa gem. As mãos deve m esta r li mpas e as
unhas bem cortadas e c ui d adas. P ara reali zar a massa gem é importa nte utili zar
um p roduto q ue facilite o d esli zame nto d as mãos sob re o s teg ume ntos, a fim
de não mac hucar os te ci dos p elo atri to co ns tante. E ste produto pode co nter
di versos ati vos depe nde ndo do tip o de massagem q ue vai ser e xec utada. Os
mai s utili zado s sãos os cre mes e ó leo s.
C ontinua ndo o a ssunto massagem é m ui to i mporta nte a p osi ção d a cli ente
para se o bter um b om res u ltado no tra tame nto. E la de ve se sen ti r aque ci da e
ser tratada i ndi vi dua lme nte . O a mbi e nte d eve ser a re jado , t ra nqui lo e
si lenci oso . P ode -se co lo car m úsi ca q ue agrade e q ue se ja prop ícia para o tipo
de ma ssagem q ue está se ndo rea li zada.
O equi pame nto mai s i mporta nte para uma bo a massag em são as mão s
experie ntes d o pro fissi ona l . E las de ve m estar li mpas, q uentes, secas e sem
jói as.
Avança ndo um po uco mais so bre o assunto, vamos fa lar sobre o
profi ssi onal q ue e xec uta a massagem. E sta a tivi dad e l hes co lo ca exi nci as
aci ma das suas cap aci dad es f ísi cas. P or es te mo ti vo o p rofi ssi onal d eve ter
uma post u ra e mo vi me ntos direci onad os d e a cordo com a di reção d o
movi me nto . Re a lizar massage m pode se tornar e xtrema mente cansa ti vo
qua ndo o profi ssi onal não se p osi c i ona a dequa damente j unto à maca, ou esta
não poss ui alt ura i deal , o u c u r va s ua co l una ao i nvés de se posi ci onar ereto .
Toda s as téc ni cas d e massagem e xi ge m habi li da de e experi ê nci a po r parte
do prati ca nte, para q ue sejam b em apli cad as. Estas ha bi li dad es po dem ser
adqui ri das e d esenvo l vi das sob s up er vi são de um bo m pro fi ssi onal .
C hegamos ao fi m da nossa web a ula, o nde vocês p uderam compree nder o
que é a massagem, se us efei tos fisi ológi cos e terapêutico s e o s ti po s de
manobras d a massag em clássi ca. A gora, que ro convi -lo a refletir so bre a
i mportânci a de um pro fi ssi ona l bem preparado pa ra reali za r e stas ma nobras de
massa gem e q ual a impor tânci a des tas té c ni ca s em um ce n tro es téti co.
FIM
We b au la 1
Un idade 2 in tr odu çã o a téc n ic as de ma ssage m
Téc nicas D a Massage m C lássica
Os ti po s de ma nobras da massagem c lássi ca e a forma de reali zar .
A pri meira manobra é o D esliz amento S up erficia l q ue co nsi ste em
movi me ntos des li za ntes e m g ra ndes s uper f íci es, le ves, s ua ves e r ítmi cos. O
desli zame nto s uper fi ci al é compar áve l a acari ci ar sua ve me nte um b i chi nho d e
esti mação. C o mo uma técni ca de a vali ação, ele aj uda no exa me do s teci do s
superfi ci ai s em te rmos de calo r, se nsi bi li da de, elas ti ci dad e, edema e nus
musc ular. A di reção d as manobras é indi fere nte , uma ve z q ue a pr essão
exercida é i ns ufi ci ente para a feta r a ci rculação . Ma n tendo -se um ri tmo
uni forme , asseg ura-se um bo m re la xame nto .
O s eu p rinci pal e feit o s e faz vi a r efl ex a, prod uz indo uma an algés ic a n eu rom us c ular.
Pro voc a uma dimi nu ã o da exc it abil ida de d as t ermi naç õ es n er vos as li vres e a uxi lia na
reg en er ã o d a p ele. D e ve-se i nic iar e fi naliz a r a m as s agem pel o desl iz am ento s u pe rfic i al, q ue
t enha a fu ão d e aum enta r o lim iar d e s ensi bilid ad e, t orna nd o mais agr ad á veis as m ano br as
s ubs equ ent es (W IK I LIV ROS, 20 12 ).
Ele ai nda se rve co mo uma a bordagem confortá ve l para "fa zer co ntato"
com cli e ntes e ame ni za r se u nível de est resse.
D esliz amento P rofu nd o que é : O m o vim ent o ex ercid o c om p res s ão s ufi c ie nte
par a c aus a r e f eitos mec â nic os e r e flex os. É indis p ens á vel qu e o gr up o mus c ul ar a s er
s ubmet id o ao desl iz am ent o p ro fu ndo es t ej a relax ado e q ue s eja o bs er va do o s ent id o da
dre na gem ve nosa e l in fátic a, fa vor ec en do o es vaz iam ent o ve nos o e l in fátic o, atu a s o bre a p ele
e o t ec ido c elular s ubc utân eo, melh ora nd o as c ondiç ões de c irculaç ã o, nut r ã o e dre na gem
dos qui dos t ec idul ar es. O mús c ulo s ofre c om pr ess ões alt e rna das no s e nti do da disposi ç ão de
s uas fi bras . A pr es s ão ex erc id a é i nt ermit e nt e, d e ve-se e vit ar o pinç ament o d a pele e d os
t ecidos s uper fic i ais. O s eu p rincip al e feito é m ec ânic o, m el ho ran do s u as c ondiç õ es c i rculatóri as