Estacio 2019 - AV PARCIAL - LINGUAGEM JURÍDICA - INVESTIGAÇÃO FORENSE E PERICIA CRIMINAL
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Estacio 2019 - AV PARCIAL - LINGUAGEM JURÍDICA - INVESTIGAÇÃO FORENSE E PERICIA CRIMINAL


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Di s c.: LINGUA GEM J URÍDICA
Ace rto s: 10,0 de 10,0
I nício : 18/04/2019 ( Fina li z.)
1a Q uestão (Re f. :2 018 08 083 115 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
C o nsid erand o q ue duas pe ss oa s des co nhec ida s e nv olv ida s e m um a cid ente de t nsito se m
v ítima s, te nha m, e m r az ão do e stre ss e e d os da nos ca usa dos a os ve ículo s, disc utido e não
che ga do a nenhu m po nto co mum , a ssina le a opç ão c or re ta no que se re fe re a os to dos
e xtra jud icia is de s oluç õe s de co nflito s. I - S e o ca so for tra ta do pe la me dia çã o, é pa pe l do
me dia do r a p ontar as v anta gens de um a cor do , me sm o q ue com c once ss õe s mútuas , a fim de
e vita r pr e juízo s e d es ga ste s e mo cio nais . I I - O co ncilia do r tom a de cisõ es e m vez de da r à s
pa rtes a op or tunid ad e d e ac eitar o u não a so luçã o. II I - S e gundo a s o rie nta çõ es do Nov o C PC , a
co ncilia çã o é o p ro ce dime nto de a utoco mp os içã o a de quad o a e sse c as o. IV - A dis cr imina çã o
pe la s dif er enç as pe ssoa is de ve se r pr ior idad e na r es oluç ão de ss e conf lito. É co rr eto ape na s o
que e stá e m :
I e IV .
I I e I V .
I e II .
I I e I II .
I e II I.
2a Q uestão (Re f. :2 018 10 075 183 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
A e xp re ssã o co rpo ra l é muito u tiliz ad a na v ida c otidiana e no âm bito j udicia l c om o m eio de
pr ov a s. Q uanto ao se ntido d as e xp re s e s c or por ais , as sina le a opção INCO R RET A .
A lingua ge m c or po ra l é de cil c om pre e nsã o, lo go não pre cisa s er e spe cia lista ou
e studios o no a ss unto, bas ta de co ra r o s ignifica do de ca da lingua ge m co rpo ra l que a
inter pre taç ão , juntam e nte a o utro s c om po rtam entos , co mo a s pis ta s de ix a das pe la s
pa rtes , já s e o s uficie ntes pa ra um co nsis te nte enten dime nto.
A lingua ge m c or po ra l au xilia na cr ia ção da e mpa tia e ntre os pa rtícipe s da aud iênc ia ,
indis pe nsá ve l p ar a q ue se ja obtida a co ncilia çã o. Em s entido co nt rio , po de e stabe le ce r
um clim a d e a ntipatia que impe de o diá logo e , co m ele , a co la bor ão pa ra um a s oluç ão
a migá v el.
A lingua ge m c or po ra l é uma im por ta nte a lia da na a udiê nc ia d e c onc ilia çã o, po is ajud a
o s om ente a es ta bele c er a em pa tia , m as fa vo re ce tam m o diá log o e ntre a s parte s.
A s e x pr es sõ es co rp ora is pod em a uxilia r ta mbé m na re duçã o de outra s ques tõ es e de
outra s dúv ida s, que a s pró pria s autor ida de s po de m s usc ita r a o longo do pro ce ss o. As sim
no Pr oc es so Pe na l o u no inqué rito, a s e x pre ss õe s c or po ra is tor nam -s e pod er os as alia da s
na busc a de um a re spo sta que aind a nã o ex is te .
Qu ando a s p es so as e stã o e m uma ne goc iaç ão , c omo no ca so da au diên cia , o j uiz, o
co ncilia do r e a té me s mo os adv o ga dos po de m a pre nde r a le r os sina is q ue as pe ss oas
e mitem , se e stão dis po sta s a um a p os sív e l neg oc iaçã o ou s e es tã o f ech ada s. Br os e
pe rna s cr uza da s qu ando a lgué m e stá ve rb aliz and o, po r exem plo, sina liza cla ra me nte que
e ssa p es so a nã o es tá a be rta a ne nhum a tipo de ne goc ia çã o. O je ito, po rtanto, nes se
ca so , é re tro ce der .
3a Q uestão (Re f. :2 018 10 075 189 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
(TR E - MT / 20 09 / Méd io)
A lguma s me dida s d e mo de rniza çã o j udicia l têm a ufe rido bo ns r e sultado s e m dife re ntes re giõe s
br as ileir as . No R io Gr and e do Sul, po r ex e mp lo, o Tr ibuna l de Justiça imp lantou um s istem a d e
ce r tif ica çã o e le t nica de a to s pr oc es sua is p ra tic ad os por se us des e mba rg ado re s. P o r
me io de s se sis te m a , os t mite s do s p roc e sso s digita is a d q u ir e m a utenticida de co m
ce r tif ica dos I CP Br as il, fo r ne cid o s p or em pre s as do r a mo da infor tica . Ne ss e s e ntid o, o s
sis te ma s d igita is de e nv io d e doc ume ntos tê m sido ca d a v ez ma is utiliza dos e m â m bito
br as ileir o, m or me nte apó s a e diç ão da Me dida Pr ov is ór ia n° 2.200/2001, que inse r iu e m no ss o
or de na me nto juríd ico o s istem a de ce rtifica çã o digital d e doc ume nto s e le tr ônic os .
Fonte: V A LIS , Julia na Silv a . A da pta do. htt p://w ww.r ec antod as letra s.c om .br/
Em re laç ã o a o te x to ac ima , a ss inale a opç ão CORRE T A .
(C O ES ÃO ) A e x pressã o ¿de sse s istem a¿ re to ma o a nte c ede nte ¿T ribuna l de Jus tiça ¿.
O te xto não e stá de a co rd o c om a s qua lida de s fund am enta is da c om unica çã o e s crita .
(C O NC O RD Â NC I A ) O te rm o ¿f or ne cido s¿ e s tá no plur al por que co nco rda c om ¿tr âm ites ¿.
(P RO NO ME RELA TI V O E OR Ã O AD JETI V A) A or ão ¿que ins er iu e m nos so
or de na me nto juríd ico o s istem a de ce rtifica çã o digital d e doc ume nto s e le tr ôn icos ¿ te m
v alo r de re striç ã o.
(C O NC O RD Â NC I A ) A f or ma ve r bal ¿ad quire m¿ es tá no p lura l po rque co nco rda c om
¿pr oc es so s dig itais ¿.
4a Q uestão (Re f. :2 018 08 082 814 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
Leia o tex to a se guir e re spo nda à que stão pr oposta: ¿Uma gr ande m uda nça que se f az
ne ce ss ár ia no P od er Judiciá r io e no Ministér io P úblic o (MP) do Br as il diz re sp eito à
info rm atiza çã o. A f alta d e apa r elha me nto tec noló gic o no sis te ma jud icia l do pa ís é um d o s
fa tor e s qu e a ca r re ta m m oro sid ade e ine fic iênc ia aos trâ mites de milh ar es de pr oc es so s po r ano .
D es se m odo , a prim ora r a s ges tõ es do s tr ibuna is e d os ór os do MP por m eio de re cur so s
info rm atiza dos é um me ca nism o q ue pod e p ro mo ve r, juntam ente co m o utra s m e dida s de
de sb uro cra tizaç ã o do s erv iço públic o, m e lhor ias subs ta ncia is no func iona me nto d a Jus tiça .¿
Julia na S ilv a V alis . Inte rne t: (co m ada ptaç õe s). Em r ela çã o às e strutura s e à s id eia s d o tex to
a cima , a ss inale a o pçã o co rr e ta .
(R EGÊNC I A ) Na linha 7, o em pre go de pr e pos ição em ¿no funcio na me nto¿ justific a -s e
pe la re ncia de ¿m elho ria s¿.
(R EGÊNC I A E C R A SE ) O e m pr eg o d o a ce nto gr av e e m ¿à info rm a tiz ão ¿ (l..3)
jus tific a-s e pe la r e ncia de ¿ne ce ss ár ia¿ (l.2).
(S EMÂ NTIC A ) A lte ra -s e a in for maçã o or igina l do te x to a o s e subs tituir o tr ec ho ¿A f alta
de ¿ (l.2) p or Is so po rque a fa lta de .
(C O NC O RD Â NC I A ) A f or ma ve r bal ¿ac ar re ta m¿ (l.5) e s tá no plur al por que co nco rda
co m ¿tr âm ites ¿ (l.3).
(R EGÊNC I A ) Na linh a 4, o e mp re go de pr epo siç ão e m ¿ao s trâ mite s¿ j ustifica -s e pe la
re nc ia d e ¿in efic ncia ¿.
5a Q uestão (Re f. :2 018 08 082 817 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
A ss inale a op çã o q ue pre enc he , de fo rm a coe s a e co e re nte , a s la cuna s do te xto aba ix o. O
fe nôm e no d a g loba liza çã o ec onô mica o ca sio nou uma rie a mpla e c om plexa d e muda nça s
so cia is no nív e l inter no e e x te rno da so cie da de , af etand o, e m es pe cia l, o pode r re gu la dor do
Estad o. _____ _____ ____ ___ a e stontea n te r ap ide z e a bra ngê ncia _________ tais m udanç as
oc or re m , é pre ciso co nside ra r que e m qua lque r s oc ied ade , e m to do s o s te mpo s, a m udan ça
e xis tiu c om o a lgo ine re nte a o s istem a so cia l. (A dap ta do de tex to da R ev is t a do TC U, nº82)
D e ma ne ira que ¿ a que
Não ob stante ¿ co m qu e
P or quanto ¿ ao que
Qu ando ¿ d e q ue
P or ta nto ¿ d e que
6a Q uestão (Re f. :2 018 08 082 818 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
A ss inale a a lte r nativa c uja ide ia ap ontada no s p arê ntes es co rr e spo nde à r e laç ão , es ta be lec ida
po r m e io do e le me nto co es iv o e m d es taq ue.
À me did a q ue a p ar tic ipa çã o d o s e to r privado no me rc ad o a ume nta, a s inte ra çõ es e ntre
os se tor es públic o e p riv a do cria m c ontra diç õe s [...]. (pro po rcio na lida de)
No e ntanto, o S US é um s istem a de sa úde e m de s env o lvim e nto que c ontinua a lu ta r pa ra
ga ra ntir a co ber tur a univ e rs a l e eq uita tiva . (r az ão )
A s b as es le gais e nor ma tiv as fo ra m e s ta be le cida s e já se a dquir iu ba stante ex pe riê nc ia
op er ac iona l. (e x plica çã o )
Emb or a o fina nc iam ento fed er al te nha a ume nta do ce rc a d e quatro v e ze s de sde o início da
última ca da , a por ce nta ge m do o am ento fed er al des tina da ao se tor de sa úde o
cr e sce u [...]. (ex plic ão )
A lém dis so , é pre c iso ga ra ntir a o SUS s ua s usten ta bilid a de po lítica , e co nôm ica , cie ntífica
e te cno lógic a. (co ndiçã o)
7a Q uestão (Re f. :2 018 10 075 209 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
Na r e alida de , o te x to na rr ativ o é um re la to ce ntra do e m um a co nte c ime nto re al ou im ag inár io.
Mar que os e lem en to s m a is im por ta nte s qu anto à c om unica çã o e e strutura do tex to na rr ativ o:
P er so nag em , e spa ço , te mpo e au to r.
Nar ra dor , pe r son age m , es pa ço e te mpo .
Nar ra dor , tem po e pe rso na ge m
Esp o, te mpo , au to r e c onf lito.
Nar ra dor , pe r son age m , es pa ço e c onf lito .
8a Q uestão (Re f. :2 018 10 075 215 )
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Le ia o te x to a s eg ui r:
¿P ar a q ue a d em oc racia s ej a e fe tiv a, é n ec es sá rio que a s pe sso as se sin ta m liga das a os se us
co ncid adã o s e que e ss a ligaçã o s e ma nife ste p or me io d e um c onj unto de o rga niza ç õe s e
institu içõ e s e x tra me r ca do. Uma cultura po lítica a tua nte pre c isa de gr upos co mu nitár ios ,
biblio te ca s, e s cola s públic as , as so cia ç�� es de mo ra do res, co ope ra tiva s, loca is pa ra r eu niõe s
públic as , a ss ocia çõ e s v o luntár ia s e s indica to s que pr op icie m for ma s de c om unica çã o, enc ontro e
inter ão e ntre o s c onc ida dão s.
A de mo cr ac ia neo libe ra l, co m s ua ide ia d e me rca do übe r alle s, nunca le va e m c onta es sa
a tua çã o . Em ve z de cida os , e la p ro duz co nsum idor e s. Em v ez de co mun idad es , pr oduz
sho pping ce nter s. O que s obr a é um a so cie da de atom iza da , de pe sso a s se m co mpr om iss o,
de sm or aliz ad as e soc ialm e nte impo tentes . Em sum a, o ne olib er alis mo é o inimigo pr ime iro e
ime dia to da v e rda de ira de m ocr ac ia par tic ipativ a, nã o ap ena s nos Estado s Unidos , ma s em todo
o pla neta, e a ss im continua no futur o p re vis ív el.