LOGÍSTICA REVERSA
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LOGÍSTICA REVERSA


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Di s c.: LOGÍ STI CA REV ERSA
Al uno (a): LE ID IA NE SI LVA D E PA ULA
Ma t rícu la: 201702089941
Ace rto s: 10, 0 de 10,0
I nício : 18/04/2019 (F ina li z. )
1a Q ue stã o (Re f.:2 017 02 177 884 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
A so cie da de em gera l, na s última s d éc ad as , ve m ex per ime ntando a muda nça no s p adr ões de
co nsum o p ela m ode rnid ade , ino va çã o e m de sig n , des e nvo lv ime nto d e novas func iona lida des ,
nov a s c or es , e tc ., a ume ntand o a ss ustado ra me nte o s m od elo s d e tod as a s ca te go ria s d e
pr odutos , co mo fo rma de a te nde r a os dife re nt es se gm entos do me rc ado . Q ual o pr incipa l m otivo
de tal fa to?
D es en vo lvim e nto de no vo s p rog ra ma s d e r ec icla ge m que ev itam o s de sp er dício s d e
insum o na b as e p rim ár ia d e p ro duçã o;
R eduç ão do cic lo d e v ida do s p rod uto s fac e ao s c onsta nte s la nça me ntos de nov o s
mo de los tor na ndo o s a nter ior es ultra pa ss ado s;
A ume nto do ciclo de v ida dos pr odutos fa ce à s no va s ne ce s sida des diá ria s d a s oc ie da de
de co nsum o;
I ncor po ra çã o de nov os funda me ntos pr odutiv os e con ce ito s d e c ons umo co m o
pr opó sito d e re duzir o s nív e is de c ons umo indiv idua is e a ume nto do c ole tivo ;
R eduç ão do de se nv olv ime nto te cno lóg ico e dep re ss ão fina nce ira pe las cr ises m undia is
que r eduz o con sumo e a ume nta a ne ce ss idad e de pr od uçã o;
Gaba rito
Come nt .
2a Q ue stã o (Re f.:2 017 02 833 052 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
¿Q ue f ar em os co m o s m ilhõe s de te lev iso re s, re frige r ado re s, te lefo ne s c elula re s de s car ta dos a
ca da a no? S ã o de sca rta dos an ualm ente no p aís 97 mil to ne lada s de com putado re s, 115 mil
tone lada s de re frig er ad ore s dom és tico s, 140 mil tone lad as de te lefo ne s, fo ra o que é gua rda do
e m c as a. S ã o p oucas a s á r ea s que av a ar a m c om algum a logís tica r eve rs a ¿ p rinc ipalm e nte a
de e mba la gens pa ra a gro tó x icos e a de pne us v elho s, am bas dia nte de for te pr ess ão so cia l¿. (O
Estad ão on -line , 31/1 0/201 4). C o m ba se no as sunto p ro pos to, p ode mo s afir ma r c om EXC EÇ Ã O:
A Logís tica R ev e rs a po de rá co ntrib uir pa ra r ed uzir a q uantidad e de lixo jo ga do na
na tur e za;
Os inv e stime ntos em Log ística R ev e rs a e m em ba lage ns p ar a a gr otóx icos e a de pne us
v elho s d ev e m se r r ep lica dos par a os outro s s etor es ;
A Logís tica R ev e rs a deve s er ince ntiva da co mo for ma de re duzir a po luiçã o a mb iental;
A Logís tica R ev e rs a é a única fo rm a de c om bate r a de gra da çã o a mbie ntal;
Os inv e stime ntos em Log ística R ev e rs a s ão fund am entais e m fa ce do mod elo a tua l de
co nsum o e m ma ss a;
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Come nt .
3a Q ue stã o (Re f.:2 017 02 178 024 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
A s m uda nça s c omp or ta me ntais tra duz idas pe la ma ior c onsc ien tiz ão de to dos os env o lvid os
nos pr oc es so s, de sd e o fo rne cim ento d e in sumo s d e fab rica çã o à c hega da ao me r ca do, evid enc ia
uma no va r ea lida de na re laç ão clie nte e co nsum idor fina l, subs tituindo a c ultur a pe lo c om pra r,
usa r e d ispo r p ela s ide ia s da cu ltur a am bie nta l que v isa m gar antir:
P riv ileg iar o ganho de pr odu tiv ida de , o aum ento da j or nad a d as hora s ex tra s e a ma ior
pr odutiv idad e p ela pr es o c ons tan te da a utor ida de so bre o ope rio ;
A ume nta r o uso de insu mos v irge ns , o c ons umo de e ne rgia e uso de o de o br a d e
ba ix o c usto;
R eduz ir o de sp er dício de tem po, o m elho r a pro v eitam e nto do s ins umo s e o uso
inv es time nto e m hor as ex tra s;
P riv ileg iar a aum ento de insum os, o c ons umo de ene r gia e o uso de m áquina s e
e quipa me ntos v isa ndo a ma io r pr od utiv ida de ;
P riv ileg iar a re duçã o do c ons umo , re utiliza çã o e r e cicla ge m de p rod utos v alo riz ando os
se r viç os ;
4a Q ue stã o (Re f.:2 017 02 275 293 )
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É fund am ental par a uma e mpr es a obter um a c er tifica çã o am bie nta l:
se us pro ce ss os es ta re m em co nso nânc ia com a Ge stã o A mb iental;
e star obte ndo re to rno co m o inv e stime nto am bienta l;
e star de ac or do com a re duçã o da de sigua lda de s oc ial;
se us pro ce ss os am bie nta is ser e m a pro va do s f orm alm e nte p elo go ve rno ;
e star div ulga ndo dem ons tra tiv o d e nature za cio ¿ a mbie ntal;
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5a Q ue stã o (Re f.:2 017 02 671 077 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
O cr es cime nto g loba l, e m o pos içã o a o gra nde de sa fio para se co nstruir o De se nv olv ime nto
S ustentáv e l. Qu e v a lor ize os recurs os natura is e h uma nos na m e lhor ia d a q ualida de v ida e a
e difica çã o da so cie dade . O u se ja : D e senv o lvim e nto S ustentáv e l ca pa z de super ar os pro ble ma s
a tua is e utiliza r as pote ncia lidad es e xis te ntes no país pa ra um futur o m elho r. O de sa fio é :
O Pr otoc olo de Kio to firm ou um co mp rom iss o e m que pa íse s co m ma ior níve l d e
indus tr ia lizaç ão , nã o d ev e m s er tributado s e re sp ons abiliz ad os de ma ne ir a m aio r no que
diz re spe ito à s r e spo nsa bilida de s da o p re se rv ão do pla neta par a ger ões futura s.
O De s env olv im ento susten tá v el é um co nce ito s istê mic o que s e tr ad uz num mo de lo d e
de se nv olv ime nto glo ba l que inco rp or a o s as pe ctos de de se nv olv ime nto ec onô mic o e
so cio am bie ntal.
D es en vo lvim e nto s uste ntáv e l integr a ple nam ente a ne c es sida de de pro mo ver
pr os per ida de , be m -es ta r, pro te çã o do me io am bie nte e o s e ocu pa com o e c onô mico .
O De s env olv im ento susten tá v el ve m send o diss em ina do p or tod o o pla neta com o for ma
ma is irr ac iona l de pr omo ve r uma qua lida de de v ida ma is igua litár ia e so cia lme nte j usta.
O de se nvo lv ime nto suste ntá v el é a lca nça do atrav és do pla nej amento es tra té gico , e
re que r a no çã o de que os re cur sos na tu ra is o ilim ita do s, e po r is so de v em se r us ad os
de fo rm a a de qua da. Se ndo as sim , não e xis te um c lar o conf lito e ntre o de se nvo lv ime nto
e co nômic o e o de se nv olv ime nto sus te ntáv e l.
6a Q ue stã o (Re f.:2 017 02 155 064 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
D entre a s afir ma tiv as a se guir , ma rque a FALS A.
Os be ns se mi dur á ve is te m vid a m éd ia in def inida
O ciclo de v ida do s pr od uto s c ad a vez ma is c urto é um a das jus tifica tiv as pa ra a
imp lantaç ão de um ca nal d e distribuiç ão re v e rsa
Os be ns se mi-d urá v eis te m dura çã o d e v ida dia r ara me nte s upe rio r a 02 a nos
Os be ns des ca rtáv e is tem dur ão de v ida dia bas ta nte p ro longa da , v ár ios an os
Os be ns durá v eis po dem ter uma dur ão de v ida dia de déc ad as
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Come nt .
7a Q ue stã o (Re f.:2 017 02 332 386 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
Mar que a a lter nativ a I NC OR RET A
R es pons abilid ad e S o cia l Empr e sar ial e Fila ntr op ia s ão s inônim os , no se ntid o d e s er e m
a tiv ida de s s imila re s.
A s c ar ênc ias so cia is do s p aís es a tr ae m a s em pre sa s s ob o a sp ecto de des e nvo lve re m
pr ogr am as de R SE
A dotar pr ogr am a s so cia is com o e stra té gia de ma rke ting pa ra fo rtale c er a mar ca da
e mpr es a tr az r es ulta dos a longo pr az o.
A RS E p oss ui um a a br angê ncia inter na e uma ab ra ngê ncia e x te rna .
O apa r ec ime nto d e nov as de ma ndas co nse que nte s d a glo ba liza çã o, q ue tra ze m cons igo
ma io r pr es o por tra nsp a nc ia no s ne cio s fo i um fa to r que con tr ibuiu pa r a a ad ão
da Re s pons abilid ade S o cia l por parte das Em pre sa s.
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8a Q ue stã o (Re f.:2 017 02 236 395 )
Ace rto : 1,0 / 1, 0
A ne ce ssid ade d o a ume nto de co mpe titivida de no mund o m ode rn o tem imp ulsio nado a s
or ga niza çõ es a rev e re m s eu pos icio nam ento diante da s e x igênc ias do me rc ado m ode rno . A s
nov a s d em and as , re sultantes da co nsc ientiza çã o dos impa ctos ca usa do s pe los sis te m as
pr odutiv os ao me io am bie nte , p ass am a e xigir das em pre sa s a e x te rna liza ção da vis ão sis tê mic a
inter na c om o e stra tégia de ne cio . Sur ge a fas e sistêm ica e m c ad eia em pr es ar ial o u S upply
C ha in Mana ge me nt apr e se ntand o a s s eg uinte s c ar ac te rís tica s:
A lto nív e l de c omp etitiv idad e; Aum ento dos pr os e ganho s d e lu cra tiv ida de;
Flex ibilida de op er ac iona l; Fideliz ão de fo rne ce do re s pe lo aum en to da s v e nda s e
re duç ão da qua lida de das ma tér ias pr imas ;
B aix o níve l d e c om pe titiv idad e; B a ixo s pr e ços e ba ixa qua lida de ; I nflex ibilid ade
op er ac iona l; Fideliz ão de clie ntes po r m eio do a ume nto d os ga nhos dos fa bricante s;
A mbie nte e m pre sa ria l infle x íve l; Q ualid ad e total; Ba ix o nível d e r e lac iona me nto com
clie ntes e for ne ce dor es ev itando r isco s d e inte r fer ê ncia s nas d ec isõ es e m pre sa ria is;
A mbie nte e m pre sa ria l de a lta flex ibilid ade ; Q ualid ade total; Elev a do n íve l de
re la cio nam ento com clie ntes e for ne ce dore s po r a lia nça s e pa rce r ia s e s tr até gica s;
A mbie nte e m pre sa ria l de a lta ver tic aliz ão ; Qua lida de total; Elev a do níve l de
re la cio nam ento com co nco rr ente s e re v end edo re s p ela de fe sa de pre ço s e luc ra tiv idad e
ma is ele v ado s;