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07 - Karl Marx - 29-08-2017

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07 Ka rl Ma rx 29/08/2017
Impo rtâ ncia : Boa pa rte das te oria s socia is do sec. XX defen de m ou nega m o ma rxi smo
Pri n ci pais obra s:
Ma nuscrit os econômi c os fi lofi cos ( 1844) I mpo rta nte pa ra a s a ula s de Ma rx,
publi ca d o a pe nas em 1940
A Ideol ogia ale ( 1845) es cri to em cola bora çã o co m En gels
A misé ria da fil osofia ( 1847)
Ma ni festo c om uni sta ( 1848) es cri to e m cola bora çã o co m En gel s
O 18 de B rumá ri o de Lu ís Bonapa rte (1852)
Con tri bui ção à crítica da Economia Pol í ti ca (1857)
O Capital (1867)
Linha ge m de pensa men to, onde se encontra Isaia s (700 a .C) Thoma s Mo rus (XVI) , F rede ri ch
Hege l (XVIII ) Jean-Ja cques Rouss eau (XVII I) Es cola de Frankfurt (XX) , Ma rx (XI X), Wern e r
So mba rt (XI X), Ha berma s (XXI ), que pre ga va a justi ça social , na igualda de e ntre os home ns.
Influê nci as Rece bi da s
Dia lé ti ca e Ma teri al ismo
A i nfln cia de Fe rde ri ch He ge l (1770- 1831)
o Ideia Bá si ca : o mundo e vol ui por u ma dia lé ti ca de i de ia s.
o Tes e (a çã o) -> Antí te se (Rea çã o)
o Hege l di zi a qu e a s i deia s mo vem o mu ndo, e ra uma i dealista . Ma rx di zia que a
dial éti ca nã o e ra de i deia s, e si m de i ntere sses ma te riais . A n ossa vi da ma teri al
e ra a Lu ta de Cl a sses, os mai s pode rosos l uta ndo con tra os ma is fra cos .
Que m te m Propri e da de (Pa trã o) Vs Que m o te m p rop rieda de (Tra balha dore s, Op ri mid os)
o Ma rx ta mbém de fe ndia a dia léti ca , poré m ele a fi rma va que a dialé tica nã o e ra
de idéia s.
A i nfln cia Fe ue rba ch (XI X)
o Influe nciado por Voltai re usa va a frase de Vol tai re co mo ba se A rel i giã o é o
ópi o do po vo .”
o Cri ti ca va a s re lige s - cons i de ra que que De us é a i nve n ção humana . Foi cria do
po r um home m f ra co, e e xplica coi sa s e re sol ve p roblemas que os homen s
não entende .
o Defendia o “ma te rial ismo ele a firma que nós de ve mos vi ve r com esse
mun do, e nã o co m o mu ndo do alé m, poi s de poi s da vi da nada e xi ste. E
po rta n to Ma rx ta m m é ma te riali sta .
o Difere n ça e ntre Ma rx e Fe ue rba ch pa ra Ma rx, Fe ue rba ch e rrou a di ze r que o
ópi o do po vo e ra a re li giã o, poi s o qu e rea l me nte al ie na o povo é o tra balho ,
não o tra bal ho rea l mente , ma s a ma ne i ra que o homem tra bal ha . O
e mp re ga do de a l gué m, pa ra Ma rx, o é don o de sua vi da . El e é aliena d o.
Comment [ D L1] : A re lig ião te desv incula da
sua realidade. A re lig iã o é a pe nas um m o do de
sa ir da rea li dade, po is as caracter íst icas da
religião é algo que n ós o c onseg uimos viv er.
Uma f orma de fugir da rea li dade, e viv er em
uma utop ia.
A ig re ja é uma espécie de Riv otr il do s éc. XI X
Comment [ D L2] : Ao traba lhar para a lg uém
v onão é dono de sua v ida. E para M arx,
deve- se aca bar com a pro pr iedade dos meios
de pr odu ção e p or conseq uênc ia o hav erá
trabalho ass ala ria do.
Então, o traba lhad or deveria trabalhar para o
gov erno, em um pr imei ro momento (o
S ocia lism o), para então traba lhar para s i
(Comunis mo).
Então o h omem s erá liv re