Logo Passei Direto

A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
6 pág.
Apol Atelier de Artes Visuais Escultura 2

Pré-visualização|Página 1 de 6

Questão 1/5 - Atelier de Artes Visuais: Escultura
Obser ve a ima ge m a seg uir:
A parti r desta image m e do s c onteú dos do li vro - base Art es visu ai s
pr áticas t r idi men sio nais, leia as afir mati va s a segui r quan to ao prep ar o
dos moldes e m ge sso:
I. A image m mostr a um mod elo de argila a ser r eproduzi d o num molde de
gesso, de duas part es.
II . Utili zand o- se 70% a 80% de águ a, o gesso f ic ará mais lí quido e d emorará
a sec ar. O ideal é apro xi mada men te 50% de águ a e m r elaç ão à quan ti da de
de gesso, par a que a resistê nc ia da peç a fi nalo se ja prejudic ada.
II I. Quan to mais se mexe o ge sso, mais dif íc il dele sec ar . Para r etar dar a
sec age m, mistura- se água q uen te c om c ui dado, be m rapi da men te e a
solidifi c aç ão, em média, acont ec e entre 1 e 2 horas.
IV. Na pr epar aç ão do mo ld e de ges so, a f inali dade é c onse guir uma massa
homo nea e r esisten te. Par a isso o ideal é u tiliz ar 50% de água e m
relaç ão à quan ti dad e de ges so.
V. I ndependente mente do material do mode lo a s er repr oduzido, a técnic a
de mo ld es e m ges so é sempr e a mesma, ou se ja, são vár ias peç as que se
mon ta m e f orma m o modelo em ne ga ti vo.
Estã o c orr etas apen as as af ir mati vas:
Nota: 20. 0
A
III, I V e V.
B
I, II e I II.
C
I, II, I II e I V.
D
II, II I e I V.
E
I, II, I V e V.
Vo cê ace rto u!
As afirmativ as I, II, IV e V e s o co rre tas porque um mode lo de a rgila m ida )

norma lmente pode se r reproduz ido n um m o lde de gess o, de dua s partes. P a ra se
cons eguir um mo lde ho mogêneo e re sistente, o idea l é utiliza r 50% de á gua em
rela çã o à qua ntida de de ge ss o. Inde pe nde nte do ma terial a se r utiliza do na
reproduç ão de uma peç a, também se utilizam vá r ias pa s que se montam e
forma m o mode lo em ne gativo. (livro-ba se , p. 96-10 1). A afirm ativ a II I e stá
e rrada porque qua nto ma is se me xe o ges so ma is pido e le e ndurec e e , para
re tardar a s ec agem, usa -se á gua fria , não á gua quente . (livr o-base , p. 96).
Questão 2/5 - Atelier de Artes Visuais: Escultura
Consider e o e xtr ato de te xto a s eguir :
“Não u ma c arac te sti ca únic a que def ina a esc ult ura mod ernista: na
verdade, e la é um p on to de i nf le o na busca dos esc u ltore s por desc obr ir o
que era a sua arte, c omeçando pe lo r ee xa me d as noç ões d e r epresentaç ão,
espaç o, forma, vol ume e massa, seg uindo- se a e sc olha d os mat er iais, até
c hegar aos mé todos c onstr uti vo s”.
Após est a avali ão , cas o q ueir a ler o text o int egr alme nte , el e est á dispo ní vel e m: FART HING, Ste ph en. Tud o sob re arte. Ri o d e Ja neir o: Se xta nte, 2011 . p .
444 .
Consider an do o e xtr ato d e te xto e os c on teúd os do li vro - base Ar t es visu ai s
práticas t ridimensio nai s, leia as afir mati vas a s eguir sobre a esc ultur a
mod erna:
I. O que a esc ult ura doc ulo XX alc ançou de mais signi fic ativo foi o
afasta mento da fi gura da r epr esen taç ão i dea lizada e r ea lista.
II . Nos tr aba lhos d e Rodin e Edgar Degas já no f inal do séc ul o XIX os
c orpos se lanç a m no esp aço, c om mo vi men to e l e ve za.
II I. Os te ma s do fi nal do sécu lo XIX ta mbé m já não era m so me nt e de
repr oduç ão da r ealida de, ou de c onti nuida de dos valores soci ais,
tr adic ionais e r ac i onais, mas da va lugar a c erta sub je ti vidade e a u ma m aior
liber dad e de interpre taç ão das f igur as r epr esen ta das.
IV. A esc ultura do século XX r o mpeu c o m os princí pios tr adic ionais no uso
de ma teriais, téc nic as e estr u tura, porém, quanto a os te mas, ma nte ve -se
fi gurativa e a r epr esen taç ão per manec eu idea li zad a e realis ta.
Estã o c orr etas apen as as af ir mati vas:
Nota: 20. 0
A
II, II I e I V.
B
I, III e IV.
C
I e II.
D
I, II e I II.
Vo cê ace rto u!
As a firmativas I, II e III es tão c orreta s porque a e scultura mode rna afa stou -se da

idea liz ã o e da repre se ntaç ão rea lista , o que já se via nos a utore s de tra ns iç ão
como Rodin e D egas a o a fas tarem s eus trabalhos da re prese ntaç ão rea lista ,
sobre tudo le va ndo a o limite a insta bilida de da figura re pre senta da . Com is so, já
inser ia m eleme ntos de s ubje t iv ida de na escultura do fim do culo XI X ( livro-
bas e, p.51). O culo XX fo i um per íod o extre ma me nte rtil pa ra a escultura ,
quando se rompeu com os princ íp ios tra dic iona is no uso de ma teria is , téc nic as e
es trutura e os te ma s da figura huma na se afa stara m da repre se ntaçã o ide alizada
e rea lista , c omo n unca a ntes se ha via feito ( livro -ba se , p. 51-5 2). A a firma tiva IV
es e rrada pois a es cultura mode rna a fas tou-s e do figura tiv is mo , do re alismo e
ob je tivida de (livro-bas e, p. 51-52)
E
III e I V.
Questão 3/5 - Atelier de Artes Visuais: Escultura
Leia o segui n te f r agmen to de te xto:
“As matérias plá sti c as, der i vada s do c arvã o e do petr ó leo, foram
desc obert as no iní ci o do séc ulo graç as aos pr ogress os na área da quí mic a.
Logo e m seg uida c omeç ara m a ser utili z ada s pelos escu ltore s. Exis te m
vári os tipos d e plá sti c o: a f ibr a de vi dro, um ma teri a l be m r esiste nte; o PVC,
mai s maleá ve l. O po lies tir eno, muito le ve, pode ser c or tado c om serr a. O
PVC, por sua ve z, pode ser tr ab alhado e m máquin a de c ostur a. As resinas
sinté tic as são le ve s, extre ma me nte ma leávei s. Pode m ser tr an sparen te s ou
c olor idas. Ti ver a m se u per í odo áureo na d écada de 197 0”.
Após est a avali ão , cas o q ueir a ler o te xt o int eg r al me nte , el e est á dispo ní vel e m: MARCH AND, Pi err e. O Trab alho dos Es cultores . S ão Paul o:
Melhor a mentos, 1 995 . p. 38.
Consider an do o fr agmento d e te xto e o s c ont dos do li vr o - base Ar tes
visuais práticas t ridimensiona is sobre o Cons t r utivis mo, enumer e, e m
ordem s equenci al, os ele mentos ab ai xo às afi rma ti vas q ue se s e gue m e se
relac iona m a cada um de le s:
1. Car ac ter ísti c as do materi al
2. Aspec to históri c o
3. Ar tista c onstr u ti vista
4. Aspec to forma l
( ) No pr imei ros tr inta ano s do séc ulo XX, os artista s c onstr u ti vistas
proc ur ava m no vos c amin hos e enc ontraram o s plá stic os: c elu lose; a
baque lit a ( 1920) ; o poli e tile no ( 1933); e o per s pex (1933) ou plex i glas .
( ) Com estes ma teri ais plá sti cos foi possí ve l c r iar f or mas le ves,
idealiz adas p ara mo str ar f or ç as estátic as e r itmos pro voc a ti vos qu e
c onstituía m a r ej e ão de volumes só lidos e pesados da e scultura
tr adic ional. O p lás ti c o se c onverte u, por tanto, em u m mei o de in ve sti g aç ão
artístic a mui to fr equen te. Os u sos do c alor e da pressão po ssibi litara m a
c ri aç ão de novas forma s e a par te e le tr ônic a c ontri buiu para c ontr ol ar a luz.
( ) Esses mat eri ais (plás tic os) podiam s er transparen te s, o que
possibi lita va o e mpr ego da luz, na tura l ou arti fi ci al, c omo um ele men to a

Quer ver o material completo? Crie agora seu perfil grátis e acesse sem restrições!