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estão os tubos seminíferos, onde ocorre a
espermatogênese;
\u2022 Vias extratesticulares : canais eferentes e canal epidimário
no epidídimo, canal deferente, canal ejaculador (passa no
interior da próstata) e uretra (via geniturinária que atravessa
o pênis);
\u2022 Glândulas anexas: vesículas seminais, próstata e glândulas
de Cowper ou bulbouretral, que produzem secreções
que, juntamente com os espematozóides, constituem o
sêmen.
\u2022 Pênis: órgão copulador.
Na grande maioria dos animais pluricelulares a
formação de um novo indivíduo é precedida pela
fecundação, que consiste na fusão das células reprodutoras
ou gametas.
Os gametas masculinos são os espermatozóides e
os femininos são os óvulos.
Estas células são produzidas por um processo
chamado gametogênese e que ocorre no interior das
gônadas ou glândulas sexuais. As gônadas masculinas são
os testículos e as femininas, os ovários.
Em nosso organismo existem duas linhagens de
células: as somáticas e as germinativas. As células somáticas
formam os tecidos e órgãos do corpo. As células
germinativas são encontradas unicamente no interior das
glândulas sexuais e são elas que originam os gametas.
As células somáticas são diplóides (2n) com 46
cromossomos e se dividem somente por mitose, processo
de divisão que mantém o número de cromossomos nas
células.
Durante a gametogênese, células germinativas
Os Testículos
Com aproximadamente 5 centímetros de com-
primento, os testículos são formações ovóides que se
alojam no interior de uma bolsa ou escroto, situada entre
as coxas. São as únicas glândulas localizadas fora do corpo.
Os testículos iniciam suas atividades por volta dos dez ou
onze anos, produzindo o hormônio testosterona,
responsável pelo desenvolvimento das características
masculinas corporais. No fim da puberdade, os testículos
começam a desempenhar nova função: a produção dos
espermatozóides.
Sistemas Reprodutores e Embriologia
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ia Normalmente os testículos descem para a bolsa
escrotal após o sétimo mês de vida intra-uterina .Em alguns
casos, no entanto, a migração dos testículos para a bolsa
sofre retardamento ou interrupção. Tal fenômeno é
chamado criptorquidia (G. crypotos = escondido; orchis
= testísculos), que pode ser uni ou bilateral.
No indivíduo em que apenas um dos testículos permanece
escondido (criptorquidia unilateral) há a possibilidade de produção
normal de espermatozóides.
Temperatura adequada é condição indispensável para
a produção dos espermatozóides. Isso se verifica no interior
da bolsa escrotal, cujas finas paredes são adaptadas para
manter uma temperatura constante, ligeiramente inferior à
corporal, em torno de 35ºC.
As Vias Espermáticas
As vias espermáticas iniciam-se nos próprios testículos,
formando uma extensa rede de condutos - de calibre muito
variável - que termina na uretra.
Entre os testículos e a uretra, as vias espermáticas
são constituídas por diferentes estruturas, como os
epidídimos, os canais deferentes e o ducto ejaculador.
Os epidídimos são estruturas genitais independentes.
A parte que recobre o pólo superior do testículo é formada
por um aglomerado de minúsculos canais que saem dos
testículos, enrolados como novelos compactos - os canais
deferentes.
Com início no final do epidídimo (portanto, no interior
da bolsa escrotal), o canal deferente direito reúne-se ao
esquerdo e alcança a face posterior da bexiga, onde recebe
o conduto excretor das vesículas seminais e passa a chamar-
se canal ejaculador. Este atravessa a próstata e abre-se na
uretra, canal que liga a bexiga com o meio exterior, depois
de percorrer todo o comprimento do pênis.
As Glândulas Exócrinas
As glândulas do aparelho genital masculino que têm
secreção externa são: as vesículas seminais, a próstata e as
glândulas bulboretrais.
Elas têm a função de produzir um líquido nutritivo
para os espermatozóides chamado de líquido seminal.
Pênis
O pênis, órgão masculino de contato na união sexual,
é constituído de três estruturas fundamentais, de formato
cilíndrico e de tecido altamente elástico. Duas delas são os
chamados corpos cavernosos; a terceira é o corpo
esponjoso, que envolve a uretra. É o pênis que deposita o
esperma (espermatozóide + líquido seminal) no interior
da vagina. E para desempenhar suas funções apresenta uma
característica muito especial: suas dimensões variam muito.
Esse aumento do órgão é determinado pelo ingresso de
sangue, que preenche os corpos cavernosos e o corpo
esponjoso.
O corpo esponjoso, cilindro vascularizado que
envolve a uretra peniana, forma a glande - porção dilatada
que constitui a cabeça do pênis. A glande é envolvida por
uma prega de pele, chamado prepúcio. Essa pele retrátil
permite a exposição da extremidade do órgão quando
estiver ereto.
Hormônios Sexuais Masculinos
Os hormônios sexuais masculinos são produzidos
pelas células intersticiais de Leydig dos testículos.
O principal é a testosterona, hormônio que estimula
o desenvolvimento e mantém os caracteres sexuais
masculinos (crescimento de pêlos, mudança de voz,
aumento da cintura escapular, formação do tônus muscular),
além de estimular a própria espermatogênese (formação
de espermatozóides).
A hipófise produz o hormônio gonadotrófico ICSH
(hormônio estimulante das células intersticiais), cuja função
é a de estimular a atividade das células intersticiais de Leydig.
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO
O sistema reprodutor feminino é constituído dos
seguintes órgãos: ovários, ovidutos, útero, vagina e vulva.
Ovários
Os ovários são duas pequenas
glândulas em forma de amêndoa.
Localizam-se no abdome, à direita e à
esquerda do útero. Exercem duas
funções: a pr imeira consiste na
produção dos hormônios estrógeno e
progesterona, que regem o
desenvolvimento e o funcionamento
dos demais órgãos genitais e são
responsáveis pelo desenvolvimento dos
caracteres feminino secundário. A
segunda função é a produção de óvulos.
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Ovidutos
Também chamados de tubas uterinas ou trompas de
Falópio, são canais que ligam cada ovário ao útero e através
dos quais o óvulo caminha.
É, geralmente, no terço final da trompa que o óvulo é
fecundado por um espermatozóide que vão ao seu
encontro.
Útero
É o órgão da gestação e do parto. Tem o formato de
uma pêra entortada em sua parte mais fina. Essa porção
mais delgada é o colo do útero; a parte mais volumosa é o
corpo. Colo e corpo são separados por uma cintura, o
istmo.
O útero é constituído por uma parede muscular
espessa, o miométrio (de mio = músculo; metra = útero
ou matriz), revestida por fora pelo peritônio e por dentro
pelo endométrio (de endon = no interior de).
Vagina
A vagina, órgão copulador da mulher, é um canal
muscular que se estende até o útero. Possibilita a eliminação
do sangue menstrual para o exterior e forma parte do canal
do parto. A constituição músculo-eslástica das paredes
confere-lhe grande elasticidade e alguma contratilidade. As
dimensões vaginais variam conforme a raça, estatura e
compleição física.
Vulva
A vulva é o conjunto de formações externas que
protegem a vagina e o orifício urinário e que colaboram na
copulação. É formada pelos grandes lábios, pequenos lábios,
clitóris, meato vaginal e meato vaginal.
Por dentro dos grandes lábios estão os pequenos
lábios, duas pregas cutâneas de reduzidas dimensões e
coloração rosa. No ponto de encontro superior desses
lábios localiza-se um pequeno tubérculo arredondado e
erétil, o clitóris.
Às paredes do orifício vaginal aderem os bordos de
uma delgada prega de mucosa altamente vascularizada - o
hímen, que, em geral, apresenta perfurações de diâmetro
variável.
Ciclo Ovulatório
Durante a puberdade, o aparelho genital começa a
funcionar. Com a primeira menstruação, tecnicamente
denominada menarca, a menina passa a ser moça, o
vitoria
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