Fisiologia 2
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Fisiologia 2


Disciplina<strong>fisiologia Veterinaria</strong>22 materiais40 seguidores
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Fi siologi a 2
Fi siologi a cardiovascular
Funcoes do si ste ma cardi ovascul ar : Tran sporte ( substratos para o me tabol ismo celul ar, produtos do me tabol i smo
ce l ul ar, hormôni os, agua e ele tról i to s), Defesa e Te rmorregul acao( ativi d ade e lé tri ca cé l ul as s ão li gadas e ntre si)
Caracteri sti cas do muscul o cardíaco :
As l ul as são uni das e le tri camente, com dis cos inte rcal are s, sendo ne ssa re gi ão a áre a q ue pe rmi te o fl uxo de pequenas
molé cul as(como ions) re gi ão de comuni cação. In vagi nacoe s ( túbulo s T) aprox ima a me mbrana p l asmática (
sarcopl asma) do reti cul o sarcopl asmáti co ( RL) e stoque de cál ci o. Es sas i nv agi nacoe s são da prorpi a me mbran a
pl asmáti ca.
Des pol ari zacao ocorre na membrana pl asmáti ca, sendo p ximo dos e stoque s de cálcio, li be ração de s se cálcio lev a ao
e ve nto e lé tri co d e contração.
1) Muscul o cardíaco atri al e ventri cul ar : s i mil ar a muscul atu ra e squelé ti ca, com grande quanti d ade de miofi b ri l as
contratei s ( actina e mio si na)
2) Fi b ras mu scul are s e spe ci alizadas na ge ração e condução de PA: bai x a quantidade de mi ofibril as contrate is,
pore m e xi be m capacidade de ge rar e/o u conduzi r ponte nci ai s de acao função de ge rar a contratibi li dade
tmi ca e con dução de impul s os
O muscul o cardíaco atua como um s i ncício ( co ntraem j untas e rel ax am j untas)
Dis cos inte rcal ares e juncoe s comuni cante s ( nexos) geração de um si ncício funcio nal pois as lul as mus cul are s
cardíacas são ``e l e tri camente unidas `` p e l o f luxo de io ns
Eve nto el é tri co corren te s i ôni cas, o fluxo iôni co i ra pass ar po r todas el as e uma para o outra
Potenci al de acao do mu scul o cardíaco
Potenci al de acao longo : aume n tar o pe odo ref ratário aco pl a o eve n to el étri co ao tempo do coração s e en che r de
sangue n ovame nte
As f ase s e stão as soci adas a alte ração da pe rmeabili dade para : S odi o ( Na+), Potassio ( K+), Cal ci o ( Ca2+)
Fase 0: De spol ari zacao
Fase 1: re pol arizacao p recoce parci al
Fase 2: p l atô
Fase 3: trpol ari zacao
Fase 4: re pouso
O sódio i ra en trar na l ul a ate che gar ao pote nci al de e quil íb rio ou ate
onde a l ul a tive r pe rmeabi lidade na sua me mbrana.
Forca qu ími ca- o potássi o entre e a forca e tri ca l e v a o potássi o para
f ora, iss o para quando ocorrer o e qui l íb ri o e n tre a f orca quími ca e
e lé tri ca.
Bal anco de io ns garante a de spol ari z ão ou rep ol ari za cao. OBS: inje tar maior quanti dade d e potássi o na f al ta de sse no
ani mal a re p ol ariz acao e de spol ari zação n ão v ai o corre r.
Equil ivri o por meio d as f o rcas elé tricas e fo rcas quími cas
Fase 0: mu i to s ódi o fora da l ul a, f orca elé tri ca e quími ca f orcam o s ódi o e ntrar de spol ari zação = pel os canai s rápi d os
de sódi o
Fase 1: f e cha os canai s de sódi o, co me ça a sai r p ossi o pe lo s canai s de potássi o ( p or forcas el é tri cas, e nq uan to o
potenci al da lul a f or po si ti vo e a f orca qu ími ca aux ili a n o gradie nte de concentração ) rep ol ari zacao
Fase 2 : e ntrada de cál cio pel os canai s le ntos de cál ci o. O f luxo de cargas se i gual a ze ro. Pl ato - fe chame nto p arci al d os
canais de potássi o
Fase 3: re pol arizacao, com a saíd a de p otássi o
Fase 4: re pouso , canai s de e scoamen to de potássi o e ATPase NA +/ k+ - me mbrana perme ável para K +, mas pouco para
Na+ e Ca2+
Acopl amento ex ci tação - contracao
Eve nto el é tri co ( e ntrada de cál ci o) de se n cade i a o e ve nto me câni co( de co ntração e re l ax ame nto) Na f ase 2 ( Plato) .
Eve nto el é tri co sobre posto ao eve nto me ni co
Cál ci o de fl agra o eve n to me câni co Ca 2+ de fl agrador
A quantid ade de cál ci o de ori gem ex tracel ul ar que e ntra na l ul a e incapaz de susten tar a contrão muscul ar. Canai s
de cál cio depende ntes de cál ci o .
Contracao depende do au me nto de co nce ntração de Ca2+ do s arcopl asmáti co
Para o musculo relax ar gasta energia para j ogar Ca2+ para den tro do sarcopl as máti co
Re l ax ame nto d o muscul o cardíaco: d ev e a redução de Ca2+ citos oli co. No re ti culo sarcop l as máti co = 1. se rca. No
sarcolema: 2 bo mba de cál ci o 3. A ntitrans portador de cál ci o e d io
Ativid ade e lé tri ca do coração
Exci tacao natural do coração
Au tomaci dade : capaci dade de i ni ci ar o próprio bati me nto
Ri tmi cidade : regul ari dade na ati vi dade elé tri ca. Célu l as e spe ci al i zadas : o marca passo cardíaco
O nodo si noatri al e o marcapasso natural do coração grupo de cé lul as muscul ares e spe ci ali zadas l ocal i zadas no átri o
di re i to = sof re m de spol ari zação e sp ontâne a e rítmi ca. Te m célul as me s mo e m repouso aprese ntam pe rme abil id ade ao
sódio e cál ci o e vai se autodes pol ari zando ao s poucos.
Fre nquencia entre as ati vi dade s mud a, mas o te mpo do even to e se mp re igual.
A ativi dade de pe nde da f re quê nci a e o q uanto ele e nche o coração
Potenci a de re pouso me nos ne gativo (-5,5mv a - 60mv) . De spol ari zacao gradual le nta ( fase 4) por corrente s
de spol ari zante s i nf l ux o de Na+ e i nflux o de Ca2+
Marca passo átri o- ve ntri cul ar em caso de f al h a no nod o si n oatri al ex iste m cél ul as q ue cone ctam uma as outras
f ormando vi as i nte rnadai s.
Pre cisa ex is ti r di fe re ntes pote nci ais de acao f re qn ci a, para que o átrio não contrai a jun to com o ventrícul o
Ri tmo do átrio- ve ntri cul ar e me nor q ue do ve ntrícul o.
O si ste ma condutor do coração
Fei xe de h i ss : úni co l ocal de comuni cação elé tri ca en tre o átrio e o ve n trícul o sof re ndo um atraso ao passar po r esse
do átrio p ara o ven trícul o.
O sangue chega da ve i a cav a e faz o ench imento do átrio e ven trículo, se ndo no átri o 20% ( esse compl e to o e nchime nto
o ve ntrícul o) contração d o átri o e s se s 20% vao p ara o v e ntrícu l o, a l vul a se f e cha e ocorre a contrão do ve ntrícul o (
ne sse momento o átri o rel ax a).
O muscul o atri al co nduz o puls o elé trico e sp al hamento pe l as fibras de pu rki nje
2 si ncicio : atri al e ventri cul ar
Condu ção ve ntri cular e mui to rapi d a. Fe ixe de hi ss : co ndução em sentido ú ni co
Efei tos si mpáti cos e parassi mpáti cos no coração
Parassi mp ático che ga pe l os ne rv os vagos e e sta re strito aos átri os, e nquanto , o s imp áti co e sta ati n gi ndo todo o coração
( átri os, ventrícul os e nodos)
Si mp ati co
As l ul as cardíacas p oss uem rece p tore s B - adren e rgi cos. São es ti mu l ad as p or noradre nal in a ( ne rvos) e adre nal in a (
ci rcul ante)
Efei tos : aume nta a atividade cardíaca, aumen ta a f re quê nci a contrátil , au me nta a v el ocidade d e contração e pressão.
Me can i smos de acao : aume nta a pe rmeabili dade da membran a aos i on s cál ci o e sódi o, aumentando a veloci dade do
f l ux o i ôni co.
1- N as cél ul as d o marca passo : ge ra um pote n cial de repous o posi ti vo ( aprox ima do li mi ar) acele ra a
de spol ari zação e s pontâne a.
2- N o sistema de condu ção : acel e ra a condu ção
3- N o muscul o cardíaco : aumenta a pe rme abi lidade ao cál ci o, l evando ao aumento na f orca de co ntração
Parassimpáti co
Acao pri nci pal n os nodos SA e AV, me di ados pel a ace ti l colin a. Efeitos : di minui ção da ativi dad e cardíaca
1- Di mi nui ção d a f req uê nci a card íaca ( b ran di cardi a)
2- Di mi nui ção d a v el oci dade de co ndução
Pou co efe i to na d i mi nui ção da forca contrátil
Me can i smo de acao : aume nta a pe rme abil idade ao potássio ( l evando a hi pe rpol arizacao ) . Diminui a v el ocidade d o
f l ux o i ôni co.
Arri tmi as Cardi acas