Biologia da Conservação e Manejo da Vida Silvestre_Cullen_Rudy_Rudran_e_Valladare -1
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A p ê n d i c e
Equações dos métodos não-paramétricos de estimativa de riqueza 
(fonte: Colwell 1997)
Variáveis
Sest Riqueza estimada pelo método "est" (Jackknife, Chaol etc);
Sobs Riqueza observada;
Sraras Número de espécies raras;
Sabund Número de espécies abundantes;
Sinfr Número de espécies infrequentes;
Sfreq Número de espécies frequentes;
m Número de amostras;
minfr Número de amostras que têm pelo menos 1 espécie infrequente;
Fi Número de espécies que têm exatamente "i" indivíduos em todas as 
amostras juntas;
Qj Número de espécies que ocorrem em exatamente "j" amostras;
Pk Proporção de amostras que contêm a espécie "k";
Nraras Número total de indivíduos de espécies raras;
Ninfr Número total de indivíduos de espécies infrequentes;
Cace Estimativa de cobertura da amostra, baseado em abundância;
39
ADALBERTO JOSÉ DOS SANTOS
Cice Estimativa de cobertura da amostra, baseado em incidência;
^ace Coeficiente de variação estimado para Fi;
y i^ce Coeficiente de variação estimado para Qj.
Equações
1) Jackknife de primeira ordem
Sscfcl = Sb6s+ Q1 ' 
m
2) Jackknife de segunda ordem
0 Qi(2m-3) Qz(m- 2)2
Q N Ü 2 = c b f c s - h --------------------------------------------------- ; \u201c
m m (m -1)
3) Bootstrap
Sobs
Sbool= Sobs+ ^ (1\u2014 pk)
*=1
4} Chaol
School \u2014 Sobs H"
F i2
, 2 F i
5) Chao2 .
School = Sobs H ~~
2 Q2
6) ACE (Abundance-based Coverage Estimator)
_ Sraras F I 2
Sacc \u2014 SabiinJ "h----------------------4" ~ Yacc
Cate Cat-c
em que
10
£ / ( / - 1)F i
10
5 SvSSx I-1y*» = m ax----- * \u2014 \u2014
Cace \u2014 I \u2014
N,
Cace ( Nraras)( Nraras\u2014 1)
F i
40
ESTIMATIVAS DE RIQUEZA EM ESPÉCIES
em que
/V raras = ^ UF' I
1°
7) ICE (Incidence-based Coverage Estimator)
\u201e c S inf r Q\ 2
ò ic e \u2014 òfrea + \u2014 ----------------------------------------------1-----------------\u2014 Wee
C ice C fc e
em que
10
I /\u25a0(/- 1)Q
\u201e 2 _ J ' « IT Iin Ir , i ,__________________
Cice 1 ) (ft/inlr)2
C ,e e = I
N M r
em que
N« f r = '£t JQj
y=1
41
1 Ma c r o i n ve r t e b r ad o s aquát i cos como
i n d i c a d o r e s a m b i e n t a i s da q u a l i d a de de água
Donald P. Eaton
Earthwatch Institute e IBC - Instituto de Biologia da Conservação
I n t rodução
O termo "macroinvertebrado aquático" refere-se à classe de animais de água 
doce, cujo tamanho pode ser visto a olho nu. A maioria deles pertence aos 
filos Arthropoda (insetos, ácaros de água e crustáceos maiores), Mollusca (ca­
racóis e bivalves), Annelida (vermes segmentados), Nematoda (vermes cilín­
dricos) e Platyhelmintes (vermes plapos). Eles estão presentes em todos os 
níveis tróficos, com uma atuação ecológica bem diversa nos ecossistemas 
aquáticos (Cummins & Klug 1979). Por exemplo, um grupo misto de espécies 
(comunidade) de predadores chamados "desfibradores" converte partículas 
orgânicas grandes, provenientes de ambientes terrestres (por exemplo, folhas 
caídas), em uma forma mais' acessível para predadores aquáticos, atuando como 
decompositores. Um segundo grupo de decompositores, chamados "coleto-- 
res", come as partículas produzidas pelos desfibradores menores, juntando-as\u2666
aos sedimentos ou filtrando-as da coluna de água. Um papel ecológico diferen­
te é executado por uma comunidade de macroinvertebrados chamada "raspa­
dores" que se alimentam de perifiton (capa nutritiva fopmada por algas, proto­
zoários, fungos e bactérias', e que cresce em substrato aquático). Exemplos 
destes decompositores incluem os vermes achatados (Turbellaria) que se ali­
mentam de protozoários e outros invertebrados pequenos nos sedimentos, 
tais como: larvas de Corydalidae (Megaloptera), as quais engolfam insetos aquá­
ticos que vivem entre as partículas de detritos, e o "gigante d'âgua" (Hemiptera: 
Belostomatidae), que perfura e suga os fluidos de invertebrados, peqüenos 
peixes e anfíbios.
Os macroinvertebrados aquáticos apresentam uma grande diversidade de es­
pécies e são encontrados em quase todos os tipos de hábitats^de água doce, 
sob diferentes condições ambientais, por exemplo, fontes termais (Hoeppli
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DONALD P. EATON
1926; Capart 1951), cursos de água cobertos com gelo (Maciolek & Needham 
1951), lagoas temporárias (Dodson 1987), lagos salinos e rios altamente polu­
ídos sem oxigenação (Hynes 1960). Consequentemente, os macroinvertebra- 
dos aquáticos são extremamente úteis para monitorar a qualidade da água, 
além de serem de fácil amostragem (Rosenberg e Resh 1993). A análise biológi­
ca dos macroinvertebrados aquáticos, para avaliar a qualidade da água, tem 
sido realizada durante quase um século e atualmente esses tipos de análises 
fazem parte dos programas de monitoramento na Europa, América do Norte e 
Austrália (Moss et al. 1987; Barbour et al. 1996, Marchant et al. 1997).
Os objetivos deste capítulo são apresentar uma introdução aos métodos de 
amostragem e análise de populações e comunidades de macroinvertebrados 
aquáticos. Os métodos abordados aqui são apropriados para investigações 
descritivas ou experimentais na
Talita
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