historia do brasil  III
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historia do brasil III


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POPULISTA BRASILEIRO (1945-1964), após a leitura faça uma síntese do texto lido.
Síntese
O artigo se divide em três partes a primeira mostra o contexto político a segunda as políticas educacionais enquanto a terceira se refere ao Manifesto dos Educadores, no período denominado democracia populista que teve seu inicio de 1945 com o fim da ditadura de Getulio Vargas ate 1964 com o golpe militar que governou o país durante 20 anos.
O primeiro presidente dessa nova etapa da política brasileira após o Estado Novo eleito em 1946 foi o general Gaspar Dutra. É no ano de 1950, Getúlio Vargas e eleito baseando sua campanha no apoio a industrialização e ampliação da legislação trabalhista, em seu governo são implantados medidas para incentiva a economia e a industrialização com a criação da Petrobrás, o Plano do Carvão entre outros. Porém em 1954 Getúlio Vargas se suicida, o estopim para isso foi o atentado a tiros que seu maior inimigo sofreu sendo que a culpa recaiu sobre Vargas.
O governo de Juscelino Kubitschek com sua propaganda cinquenta anos em cinco repercutiu em amplas camadas da população, seu governo foi marcado pela estabilidade política, no entanto tinha problemas que se concentravam nas árias interligadas do comércio exterior e nas finanças do governo. 
E devido ao aumento da divida externa e consequentemente da inflação e apoiado pela UDN, partido da oposição, em 1960, Jânio Quadros assume a presidência, trazendo esperanças, porém em menos de sete meses renunciou a presidência e assumiu seu vice João Goulart para seu governo defendia as reformas de base, reforma agrária e reforma urbana, medidas a favor da classe trabalhadora, o que fez com que perdesse o apoio dos conservadores e os militares aumentaram seu poder, essa foi a ultima fase da democracia populista e em 01 de abril de 1964 o golpe militar.
Políticas Educacionais dos Governos Populistas
Os escritos de Paulo Freire dos anos de 1950 e 1960 serviram de alicerce para a construção da Pedagogia Libertadora e essa mesma pedagogia classificou a educação convencional de bancaria, a primeira afirma que a pedagogia deveria forjar uma nova mentalidade, trabalha para a conscientização do homem brasileiro frente aos problemas nacionais e engaja-los na luta política enquanto a segunda considera o aluno despossuído do saber e, por isso mesmo, destinado a se torna depósito dos dogmas do professor.
Veremos alguns exemplos do que foi feito na educação em três governos populistas no caso no governo de Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e João Goulart. No primeiro o governo procurou aumentar as despesas públicas com a educação, porém o ensino superior foi mais beneficiado que o primário, no entanto na educação permaneceram os mesmo problemas. No segundo valorizou o ensino técnico-profissioanal, para JK tanto o ensino secundário como primário teria que educa para o trabalho. No terceiro o governo desenvolveu medidas importantes para o avanço nas árias sociais. Aumentaram-se os gastos com educação em 5,93% e propôs o Plano Nacional de Alfabetização, inspirado no \u201cmétodo que alfabetizava em 40 horas\u201d, de Paulo Freire.
Manifesto dos Educadores mais uma vez convocados
Dois anos antes do aparecimento do substitutivo Lacerda, em 1956, já havia sido desencadeado o debate entre os defensores da escola pública gratuita e dos defensores dos estabelecimentos privados. O episodio que desencadeou o conflito entre defensores do ensino público e os partidários da escola privada ocorreram em novembro de 1956. Quando, o padre deputado Fonseca e Silva, em discurso no Congresso Nacional, atacou Anísio Teixeira, e Almeida Júnior, acusando-os desejarem destruir as escolas confessionais.
Manifesto de 1959 não se preocupou com questões pedagógico-didáticas, não foi favorável ao monopólio do ensino pelo Estado, foi favorável a existia das duas redes, pública e particular, mas propunha que as verbas públicas servissem somente à rede pública e que as escolas particulares se submetessem à fiscalização oficial. Por outro lado, os interesses privatistas foram expressos e defendidos na Revista Vozes, porta-voz da Igreja Católica. Em diversos artigos, frei Evaristo Arns, sob a ideia do ensino livre, institui que a educação não era função do Estado e sim, da família enquanto a escola pública defendia que a educação pública é a única que se compadece com espírito e as instituições democráticas cujos progressos acompanham e reflete, e que ela concorre, para fortalecer e alargar com seu próprio desenvolvimento.
Entre os vários intelectuais que entraram no debate em defesa da escola pública, pode-se destacar Florestan Fernandes.