Economia - 06 - Teorias da Inflação
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Economia - 06 - Teorias da Inflação


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orçamentária intertemporal 
de dois períodos para uma nação hipotética: 
 
C1 = C2 / (1+r) = Q1 + Q2 / (1+r) 
 
Onde C1 e C2 são os valores para o consumo no período 1 e 2 respectivamente. Q1 e Q2 
as rendas dos períodos 1 e 2 respectivamente. 
 
Considerando que essa economia hipotética \u201crespeita\u201d essa restrição e mantém relações 
comercial e financeira com o resto do mundo, é incorreto afirmar que: 
 
a) O consumo no primeiro período pode ser maior do que a renda no primeiro período. 
b) Se C1 > Q1 então C2 < Q2 
c) Um déficit comercial no primeiro período deve ser necessariamente compensado por 
um superávit comercial no 2o período. 
d) O consumo no período 1 não pode ser igual ao consumo no período 2. 
e) Se a nação tiver um déficit na conta corrente no 1o período, incorrendo assim em 
dívida externa, deverá ter um superávit futuro para pagar a dívida. 
 
16. (STN/2000) - Considere o consumo das famílias e os gastos do governo num modelo de 
escolha intertemporal de dois períodos: presente e futuro. Suponha que as decisões de 
consumo das famílias possam ser expressas a partir da seguinte equação, também 
conhecida como restrição orçamentária intertemporal das famílias num modelo de dois 
períodos: 
C1 + C2 / (1 + r) = (Q1 - T1) + (Q2 - T2) / (l + r), onde, para i = 1,2, Ci = consumo no período i, 
Qi = produção no período i, Ti = impostos no período i, e r = taxa real de juros. Suponha 
ainda que o Governo se depare com a seguinte restrição orçamentária intertemporal: G1 + 
G2/(1 + r) = T1 + T2 / (1 + r), onde para cada i=1,2, Gi = gastos do governo no período i. 
Podemos então afirmar que: 
a) Um corte nos impostos no presente tem maiores efeitos no consumo futuro, caso 
esse corte não seja acompanhado por alterações no padrão de gastos do governo. 
b) Um corte nos impostos no presente com certeza altera o consumo presente, 
independente de alterações no padrão de gastos do governo no presente e no futuro. 
c) Um corte nos impostos no presente atua no modelo de escolha intertemporal como 
no modelo keynesiano: o consumo é estimulado pelo aumento da renda disponivel. 
d) Se o governo corta os impostos no presente sem que ocorram alterações no padrão 
de seus gastos, presente e futuro, tanto o consumo presente quanto futuro ficam 
inalterados. 
e) Um corte nos impostos não causa alterações no consumo, já que, em um modelo de 
escolha intertemporal, o consumo é exógeno. 
 
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17. (AFRF/2002) - Considere a seguinte equação, também conhecida como restrição 
orçamentária intertemporal de um consumidor num modelo de dois períodos: 
C1 + C2 / (1 + r) = (Y1 - T1) + (Y2 \u2013 T2) / (1 +r), onde Ci = consumo no período i (i = 1,2); Yi = 
renda no período i (i = 1,2); r = taxa real de juros; Ti = impostos no período i (i = 1,2). Com 
base nesse modelo, é correto afirmar que: 
a) As restrições de crédito pioram a situação do consumidor, independente de sua 
estrutura de preferências intertemporal. 
b) Se vale a equivalência ricardiana, um aumento em T1 reduz o consumo no período 1. 
c) Se o consumidor é poupador, um aumento na taxa real de juros eleva o consumo no 
segundo período. 
d) No equilíbrio, o consumidor irá escolher consumir nos dois períodos quando a taxa 
marginal de substituição intertemporal for igual a zero. 
e) Se T1 = 0 (i = 1 ,2), a restrição orçamentária intertemporal apresentada se reduz à 
função consumo keynesiana. 
 
18. (INSS/2002) - Considere a restrição orçamentária de um consumidor num modelo de 
dois períodos: C1 + C2 / (1 +r) = Y1 + Y2 / (l + r), onde C1 = consumo no período 1; C2 = 
consumo no período 2; Y1 = renda no período 1; Y2 = renda no período 2; r = taxa de juros. 
Considerando que as preferências do consumidor quanto à alocação do consumo ao longo 
do tempo sejam representadas por curvas de indiferença convexas em relação à origem, é 
correto afirmar que: 
a) Um aumento na renda no primeiro período não altera o consumo no segundo 
período, independentemente da estrutura de preferências do consumidor. 
b) No equilíbrio, o consumo será tal que a taxa marginal de substituição intertemporal 
seja igual a \u201cr\u201d. 
c) Se o consumidor é poupador no primeiro período, um aumento na taxa de juros 
aumenta o consumo no período 2. 
d) Independentemente de o consumidor ser poupador ou devedor no primeiro período, 
uma elevação nas taxas de juros reduz o consumo nos dois períodos. 
e) A ausência de um sistema de poupança e empréstimo não altera o bem-estar do 
consumidor, desde que ele respeite a sua restrição orçamentária intertemporal. 
 
19. (BACEN/2006) \u2013 A concepção ricardiana da dívida pública está baseada na hipótese de 
que o consumo não depende apenas da renda corrente, mas sim da renda permanente, que 
inclui tanto a renda presente quanto a futura. Em relação a esse modelo, é correto afirmar 
que: 
a) O Governo não tem restrição orçamentária intertemporal, ao contrário dos 
consumidores, porque ele tem o poder de emitir moeda para financiar seus déficits. 
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b) Se os consumidores agem racionalmente, um corte de impostos no presente, sem 
que haja mudança na estrutura de gastos do governo, aumentará o consumo atual e 
diminuirá o consumo futuro. 
c) Se os consumidores não agem racionalmente e não se preocupam em deixar o ônus 
da dívida para as gerações futuras, um aumento de impostos no presente manterá 
tanto o consumo presente quanto o consumo futuro inalterados. 
d) A preocupação em deixar o ônus da dívida para as gerações futuras fará com que os 
consumidores aumentem o seu consumo atual caso o Governo reduza os tributos 
sem alterar os seus gastos. 
e) Existindo restrição de crédito aos consumidores, mesmo que eles ajam 
racionalmente, um corte de impostos no presente poderá elevar o consumo corrente, 
mesmo que os gastos do Governo fiquem inalterados. 
 
20. (ESAF/STN/2000) - A equivalência ricardiana constitui uma das concepções alternativas 
acerca da análise do déficit público e suas implicações sobre o desempenho econômico. Tal 
concepção significa que: 
a) Um corte nos impostos hoje financiado com dívida pública deixa o consumo 
inalterado, ou porque as famílias não esperam um aumento nos impostos futuros ou 
porque elas não se preocupam com as gerações futuras. 
b) Um corte nos impostos hoje financiado com dívida pública deixa o consumo 
inalterado, porque as famílias esperam um aumento nos impostos futuros e não se 
preocupam com as gerações futuras. 
c) Um corte nos impostos hoje financiado com dívida pública deixa o consumo 
inalterado apenas se as famílias não se preocupam com as gerações futuras. 
d) Um corte nos impostos hoje financiado com dívida pública deixa o consumo 
inalterado, porque as famílias esperam um aumento nos impostos futuros e se 
preocupam com as gerações futuras. 
e) Um corte nos impostos hoje financiado com dívida pública deixa o consumo 
inalterado somente se as famílias não esperam um aumento nos impostos futuros. 
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Gabarito 
 
01 \u2013 A 
02 \u2013 B 
03 \u2013 C 
04 \u2013 E 
05 \u2013 B 
06 \u2013 E 
07 \u2013 E 
08 \u2013 A 
09 \u2013 E 
10 \u2013 B 
11 \u2013 E 
12 \u2013 E 
13 \u2013 B 
14 \u2013 D 
15 \u2013 D 
16 \u2013 D 
17 \u2013 C 
18 \u2013 C 
19 \u2013 E 
20 \u2013 D