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RESUMO - TRANSFORMAÇÕES DA CIDADANIA E ESTADO DE DIREITO NO BRASIL

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RESUMO MANUAL DA SOCIOLOGIA JURÍDICA
Capítulo d ez - Transformações da Cidadania e Estado de Direito n o Bra sil
Marshall c om seu ensaio “Cidadania e Classe Social” de 1949, passou a abordar
que a noção de cidadania poderia atacar a desigualdade se passasse a incluir uma
dimensão social. Ele aponta que a cidadania é um status c oncedido aqueles que são
membros integrais de uma comunidade.
Com i sso, ele afi rma que se engana que m acha que a cidadania seja algo
estático, pois a c idadania é uma instituiç ão dinâ mica, ou seja, cabe aos cidadãos buscar
a realização e a ampliação do conteúdo e da abra ngência da cidadania.
Marshall, graça s a Weber, distingue três dime nsões de estratificação social.
Econômica, onde gera desigualdades de natureza e conômica; de status social, que
produz distorções na distribuiçã o de honra; e de poder político, que em sociedade
democráticas não existe estratificação em termos de poder de voto.
Em respostas a essas desi gualdades, Marshall mostrou com o a ci dadania evoluiu
na Inglaterra sob três aspectos. No século XVIII, cidada nia civil, garant iu direitos
necessários para a liberdade individual; no sécul o XIX, cida dania política , garantiu o
direito a participação e ao voto; no século XX, cida dania social, garantiu a segurança
econômica e o direito de participar por completo.
No Brasil, desde a promul gação da c onstituição de 1988, tem passado por
transformações na cidadania, garantindo o avanço em te rmos de direito de cida dania.
Como forma de organizar e entender como se dá a expansã o da cidadania, foram
divididas em representação, redistribuição e rec onhecimento.
Da perspectiva da representação, é prec iso multiplicar as esferas de
participação junto a os órgãos e statais de decisão , ou seja, possibilita a atores da
sociedade civil del iberar j unto a os órgãos públ icos e as instância s deci sórias sobre a
formulação de políticas, especialmente as que trat am de seguridade social e re forma
FIS Faculd ade de Integração do S ertão
Curso: Bacharelado em D ireito
Aluna: Gio vanna Brenda Lima Alves
Turma: 2018. 1
Serra Talhada, 18 de nove mbro de 2018
Disciplina: So c io logia Jurídica
Professo r: Alberto R. de Oliveira
Per íodo: - Noit e

urbana. Com isso, quanto mais os cidadãos forem chamados a participar das escolhas
que afetam suas vidas, maior será seu engajamento e sua educação política.
O paradigma r edistributivo, por sua vez, foca na s formas socioec onômicas de
injustiça, enraizadas na estrutura da sociedade. Como exemplo: a exploração; a
marginalização ec onômica; e a privação. Cujo obj etivo é c onstruir uma sociedade livre,
justa e solidaria, além de erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as
desigualdades sociais e regionais. Para isso, garante o salário m ínimo, licença
maternidade, j ornada de trabalho de oito hora s di árias, dentre outros direitos. Além
disso, o mais importante é o comprometiment o com o igualitarismo.
Por fim, o reconheci ment o, que te m por alvo as injustiças culturais e
simbólicas, que se ra dicam nos padrões sociais. Esse tipo de injustiça inclui: a
dominação c ultural; o o reconhecimento; e o desrespeito. Isso inc lui as vítimas de
injustiças, ao qual weber chamava de grupos de status, onde e las possuem menos
respeito, estima e prestigio de out r os grupos entre el es: ga ys e lésbi cas, grupos raciais,
povos indígenas, pessoas com deficiência e mulheres. Com isso, o reconhecimento
busca a relação de igualdade entre os pertencentes da sociedade .